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Paramore, Deftones, Trilha sonora The Runaways, Entrevista EXCLUSIVA Jai Al-Attas (Documentário “1994″)

04 Mar/10 10 comentários | Arquivado em Entrevistas, Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Paramore

A Fueled By Ramen e o Paramore estão lançando um kit de vinil que contém o último disco da banda, “brand new eyes” em LP de 140 gramas, com apenas 5000 cópias feitas no mundo todo e o single de “Brick By Boring Brick” em um Picture Disc que contém uma imagem do encarte do disco no Lado A e uma imagem com a letra da música escrita pelas mãos da própria vocalista Hayley Williams no Lado B.

Para encontrar o kit o link é esse aqui.


Deftones

O Deftones liberou a track listing do seu novo disco, “Diamond Eyes”, que sai no dia 18 de Maio. Dá uma olhada:

Royal
Diamond Eyes
You’ve Seen the Butcher
CMND/CTRL
Beauty School
Prince
Rocket Skates
Sextape
Risk
976-EVIL
This Place Is Death

Os viciados em LOST devem ficar emocionados com  “This Place Is Death”, já que esse é o nome de um episódio da quinta temporada da série.

O que ainda não saiu foi a capa do disco, mas assim que estivermos com ela, a postaremos aqui.


Trilha Sonora The Runaways

Outra tracklisting divulgada foi a da trilha sonora do filme que retrata a história de uma das primeiras e mais importantes bandas femininas de rock, o The Runaways.
O filme ganhou ares de super-produção, e não ficou pra trás ao escalar os artistas para a trilha sonora. Dá uma olhada:

“Roxy Roller” – Nick Gilder
“The Wild One” – Suzi Quatro
“It’s A Man’s Man’s Man’s World” – MC5
“Rebel Rebel” – David Bowie
“Cherry Bomb” – Dakota Fanning
“Hollywood” – The Runaways
“California Paradise” – Dakota Fanning
“You Drive Me Wild” – The Runaways
“Queens Of Noise” – Dakota Fanning & Kristen Stewart
“Dead End Justice” – Kristen Stewart & Dakota Fanning
“I Wanna Be Your Dog” – The Stooges
“I Wanna Be Where The Boys Are (Live)” – The Runaways
“Pretty Vacant” – Sex Pistols
“Don’t Abuse Me” – Joan Jett

O disco sai em CD e formato digital no dia 23 de Março. Não encontrei uma versão em vinil, mas qualquer novidade será postada por aqui!

Entrevista com Jai Al-Attas

(fonte da foto: billsilvaentertainment.com)

Imagine-se cara a cara com um de seus ídolos, entrevistando-o. Agora imagine-se na frente de todos os seus ídolos, entrevistando-os e gravando um documentário sobre uma das épocas mais marcantes música: o punk rock dos anos 90.
Se você não consegue imaginar tal feito, o australiano Jai Al-Attas imaginou-se nesse contexto e em 2006 saiu de Sidney e foi para Los Angeles realizar esta façanha. “- O resultado disso?” “- O documentário One Nine Nine Four!”

Em 1994, morreu aquele que fez com que cena musical underground fosse posta no mainstream: Kurt Cobain. Com sua morte, o grunge se foi e o punk rock passou a ser o estilo musical presente no cenário daquela época. No mesmo ano, um trio, não muito conhecido, do norte da Califórnia chamado Green Day lançara o disco “Dookie”, alcançando mais de 19 milhões de cópias vendidas. Ainda na mesma época, o Offspring lançou o “Smash”, disco que alcançou o status de maior vendagem de um selo independente, o Epitaph.

Fat Mike (NOFX), Tim Armstrong (Rancid), Billie Joe (Green Day), Mark Hoppus (Blink-182), Tom DeLonge (Blink-182), Greg Graffin (Bad Religion), Dexter Holland (The Offspring), Kevin Lyman (Warped Tour) foram algumas das pessoas com quem Jai pode conversar e extrair informações preciosas dessa época tão movimentada na música que era feita nos Estados Unidos.

E quem melhor para narrar toda essa história? Tony Hawk, a maior lenda viva do skate mundial.
One Nine Nine Four descreve como o punk rock dos anos 90, oriundo da obscura cena de meados dos anos 80, ressurgiu na costa leste dos Estados Unidos agregando o movimento do surf e skate do Sul da Califórnia que culminou no início de um dos principais eventos da música alternativa independente que dura até hoje: a Warped Tour.

Jai Al-Attas conversou quase duas horas conosco do TenhoMaisDiscosQueAmigos.com e com Bruno Bld e Colombia182 do Action182.com, e falou sobre como surgiu a idéia de fazer este documentário, sobre a experiência de participar de algo que influenciou sua vida pessoal e profissional, de estar cara a cara com seus principais ídolos e sobre as dificuldades de realizar um projeto como este.
Falou ainda sobre o mundo da música atual, sobre Green Day, Blink-182, NOFX, Lagwagon, sobre o mercado discos de vinil, entre tantas outras coisas.
Confira abaixo a primeira parte dessa entrevista exclusiva com o cara!

A segunda parte já está no ar, aqui no Action182, é só clicar!

MUITO legal, não perca:


Colombia-ACTION182:
Como você teve a ideia de fazer o “One Nine Nine Four” e qual é o seu maior objetivo?
Jai: A ideia para o filme veio quando eu assisti “Dogtown and Z Boys” (documentário de skate) um dia. Eu achei que era o documentário mais legal que eu já tinha visto e ele me inspirou a querer fazer meu próprio filme. Quando eu comecei a pensar em assuntos que eu tinha paixão, o punk rock dos anos 90 instantaneamente surgiu na minha cabeça, aí eu pensei “espera um pouco, ninguém fez um filme se concentrando nessa era da música”. Então eu basicamente escrevi um rascunho e decidi que se ninguém havia feito, eu teria que fazê-lo por conta própria. O principal objetivo do filme é basciamente contar a história desses artistas e de como eles saíram de relativa obscuridade para se tornar a linha de frente da música mainstream mundial, e o que significou pra cada um deles, e quais tendências foram fatores decisivos para que isso acontecesse numa escala tão larga como aconteceu com eles.

Bruno-ACTION182: Lendo sobre o documentário em suas fontes oficiais, a gente viu que você cresceu ouvindo várias das bandas que acabou entrevistando. Como você se sentiu estando cara a cara com seus ídolos e os tendo como parte do projeto?
Jai: É, foi muito legal, sabe. Há uma regra geral que você nunca deveria conhecer seus herois porque você só irá se desapontar, mas isso não aconteceu comigo. Todo mundo que a gente entrevistou foi super legal com a gente, e nos levou a sério, mesmo que nós fossemos apenas “crianças” da Austrália que eram bebês quando a maioria das bandas deles haviam começado. No começo eu fiquei um pouco intimidado, eu acho, mas depois das primeiras entrevistas eu fiquei bem à vontade com o fato e tentei fazer meu trabalho da melhor maneira possível.

Tony-TMDQA!: Que legal! Ficar desapontado com seus ídolos deve ser muito ruim.
Jai: Não aconteceu comigo ainda, bate na madeira.

Tony-TMDQA!: Como você conseguiu trazer tantas pessoas importantes para o mesmo filme? Todas elas aceitaram quando você os convidou pela primeira vez ou alguém recusou a ideia de fazer parte do projeto?
Jai: Levou um tempo, na verdade. Primeiro a gente tinha 2 pessoas dizendo que fariam, e todas as bandas grandes tipo os Green Days da vida não respondiam nossas ligações. Perceba que a gente estava ligando pra eles direto. Mas como a coisa foi evoluindo, a gente construiu essa energia onde a gente conseguiu entrevistar tipo o Joey Cape (Lagwagon) e ele dizia “porra, vocês já falaram com o Fat Mike (NOFX)?” e eu disse que não, e aí ele nos colocou em contato com o Fat Mike. Então a gente continuou tocando desse jeito, e eventualmente 3 meses depois todo mundo estava a bordo menos o Billie Joe do Green Day. A gente já havia aceitado o fato de que não conseguiria ele e voltou pra Austrália. No dia que eu cheguei na Austrália, o empresário deles Pat, que hoje em dia é um grande amigo meu me mandou um e-mail dizendo “Ah, sim, o Billie quer fazer a entrevista agora”. Mas isso acabou sendo atrasado ou deixado de lado, aí 6 meses depois eu estava em Los Angeles por outros motivos e mostrei ao Pat um trailer que a gente tinha feito sem o Billie. Ele ligou pro Billie falando tipo “você TEM que fazer isso”. Uma semana depois a gente estava no estúdio do Green Day entrevistando o Billie Joe e essa foi a última entrevista que fizemos para o filme. Estávamos muito empolgados.


Colombia-ACTION182: Então os artistas que se envolveram com o projeto aceitaram fazê-lo de primeira?
Jai: Ah sim, basicamente sim.A gente ficou 3 meses em Los Angeles, mas sempre com pressa. A gente teve que ir a Maui para entrevistar Dexter Holland (Offspring). Foi muito legal, mas o Havaí é caro, cara..

Bruno-ACTION182: Continuando no assunto, qual é a parte mais difícil de fazer um documentário tão grande, com tanta gente importante envolvida?
Jai: Tentar fazer o correto com cada uma delas e fazer com que as suas histórias fiquem coesas. Algumas pessoas têm opiniões diferentes em certos assuntos, e como um diretor de filmes você está tentando contar uma certa estória mas por outro lado você não quer tirar os créditos dos envolvidos. O lance é encontrar o balanço perfeito entre tantas personalidades. Dinheiro foi difícil também, a produção foi barata, mas a pós-produção é muito cara.

Tony-TMDQA!: Como você arrecadou fundos para o documentário? Você teve ajuda de alguma empresa privada ou uma pessoa em específico?
Jai: Nenhuma empresa se envolveu. Meu produtor Matt Wardle tem laços no mundo financeiro e pessoas com dinheiro, e ele conseguiu arrecadar os fundos iniciais que a gente precisava pra ir até lá e gravar. Aí eu consegui arrecadar mais um pouco com pessoas que eu conhecia para começar a fase de pós-produção. E agora a gente está tentando arrecadar mais ainda pra pagar por direitos musicas e terminar isso… finalmente.

Bruno-ACTION182: Essa seria nossa próxima pergunta. A gente leu sobre alguns leilões e outros tipos de ações que você está fazendo para arrecadar fundos e terminar o documentário. Que tipos de problema você tem engrentado e como essas ações têm funcionado até agora? Jai: É basicamente a música. Ninguém (distribuidores) vai tocar seu filme até que tudo esteja “limpo” e se tratando de um documentário musical, isso pode se tornar bem caro.
Bruno-ACTION182: São os royalties?
Jai: Sim, exatamente. Mas é mais pras gravadoras e editores (publishers). São eles que ficam com a grana. E porque ninguém mais compra CDs e o modelo de negócio deles está falhando, eles procuram outras fontes de renda que infelizmente para mim e outros diretores de documentários se resume a licenciamento de músicas. Eles não vêem como um filme histórico sobre o legado que seus artistas fazem parte, eles apenas vêem como um dia de pagamento que vai manter as luzes no seu prédio ligadas um pouquinho mais.

Tony-TMDQA!: Isso é muito ruim. A gente ia te perguntar outras coisas, mas como o assunto veio à tona, vou mudar um pouco. Eu tava lendo no encarte da “Wrecktrospective” (coletânea da história da gravadora Fat Wreck Chords) que desde 2005, quando baixar MP3 virou algo natural, a Fat Wreck começou a ter problemas com dinheiro e teve que cortar gastos. O que você acha desse novo modelo musical, com as MP3 e outros tipos de lançamento digital? Jai: Eu acho que o modelo antigo está morrendo muito rapidamente, se é que já não está morto. Eu acho que as pessoas têm tanto acesso à música hoje em dia, e de graça, que o lance agora é tratar o consumidor de forma igualitária, ao invés de trazê-los pra baixo toda hora. As pessoas ainda querem ajudar os artistas, mas é necessário mais incentivo agora para fazê-lo porque o poder está nas mãos do consumidor. A indústria de discos pode estar morrendo mas a música definitivamente não está. Obviamente mais pessoas estão ouvindo música porque agora é mais acessível.

Bruno-ACTION182: Você acredita na venda de MP3 online? Porque aqui no Brasil isso está andando muito devagar…
Jai: Sim, eu acredito que é bacana e você sabe que as pessoas as estão comprando mais do que músicas sozinhas. Não vai preencher o buraco da quantidade que os CDs vendiam porque as gravadoras tinham margens de lucro gigantescas com eles. Mas se você é esperto ainda há maneiras de fazer dinheiro explorando música, enquanto haja respeito mútuo entre o dono e o consumidor.

Tony-TMDQA!: E você acha que discos de vinil podem preencher o buraco deixado pela falta de um formato físico, inerente aos arquivos MP3?
Jai: Eu acho que o vinil está voltando em uma espécie de nicho pós-moderno. No último ano 2 milhões de discos de vinil foram vendidos nos Estados Unidos. Não chega nem perto dos 900 milhões de CDs que já foram vendidos em um ano há algum tempo atrás. O que eu quero dizer é que o vinil não vai tapar o buraco por conta própria, mas como uma das várias coisas que estão acontecendo hoje em dia: mp3s, vinil, encartes, DVDs, etc. Todos eles são parte de uma figura maior no que diz respeito ao consumo de música.

Tony-TMDQA!: Eu sou um grande fã do vinil, mas não acho que ele irá voltar com tanta força nos meios mais populares. É uma coisa mais para fãs de música, audiófilos.
Jai: É, não vai ser como o CD. A gente quer que a nossa música seja pequena, quase invisível e portátil. A gente quer poder ouvi-la quando a gente bem entender e onde a gente bem entender.


Bruno-ACTION182: Qual foi a importância da música dos anos 90 no mundo todo? Você acha que a morte do Kurt Cobain marcou o fim do grunge e que isso foi crucial para a explosão do punk rock ou você acha que o punk rock já estava se tornando grande o suficiente para ultrapassar o grunge e tomar seu lugar de qualquer jeito?
Jai: Eu acho que a sua morte teve muito a ver com ajudar o punk rock a ter sua vez. Tipo, quando o Green Day e o Offspring apareceram, na Austrália eles eram tratados como bandas parecidas com o Nirvana. Era a mesma atitude, mas com um olhar mais rápido e refrescante. Era super pop então também podia ser tocada no rádio e TV. Mas ainda era legal o suficiente para fãs de música “Alternativa”.

Tony-TMDQA!: Você acha que o fato de grandes gravadoras terem contratado bandas independentes como o Green Day e o Offspring foi marcante para o pop-punk conseguir tanta visibilidade e sucesso no mainstream?
Jai: Bom, o Green Day talvez, mas o Offspring lançou o “Smash” pela Epitaph que é uma gravadora independente. E eu acredito que esse álbum tenha batido o recorde de vendas em uma gravadora independente de todos os tempos. Definitivamente iria acontecer, as bandas estavam construindo e seguindo nessa direção. Eu acho que a morte do Kurt foi tipo um catalisador para o movimento de trocar o foco um pouco e colocar a atenção em bandas como o Green Day e Offspring e seus amigos que vieram depois.

Tony-TMDQA!: Falando nisso, qual foi a importância para a cena do Green Day tocar o Woodstock, com o Mike Dirnt usando uma camiseta do Screeching Weasel, por exemplo? Além disso o Tré Cool também fez algo parecido quando filmou o clipe de “Longview” com uma camiseta do Tilt. Você acha que esse tipo de camaradagem entre as bandas era algo normal no punk rock dos anos 90? A ajuda que eles conseguiram através disso é inegável.
Jai: Sim, definitivamente. Eu acho que as bandas tinham orgulho de fazer parte daquela cena e ter o sentimento de pertencer a alaguma coisa. Tantos artistas aparecem e lançam discos de muito sucesso mas não são parte de nada, e com essas bandas de pop punk, eles eram partes dessa cena excitante e eles eram amigos de todo mundo e quando alguma dessas bandas conseguia atingir uma platéia maior, era natural que eles ajudassem as outras bandas da maneira que podiam. O melhor exemplo disso foi o movimento de gravadoras independentes. Brett (do Bad Religion) abriu a Epitaph, Fat Mike (NOFX) abriu a Fat Wreck, Dexter (Offspring) abriu a Nitro, Joe (Vandals) abriu a Kung Fu. É um modelo perfeito para apresentar novas bandas ao mundo através da popularidade da sua banda.

Tony-TMDQA!:
E a Lookout! Records? Eles também conseguiram muita atenção nessa época, já que bandas de seu catálogo estavam sendo vistas em veículos da grande mídia. Por que você acha que a gravadora acabou perdendo o direito de seus maiores lançamentos (Green Day, Operation Ivy, Screeching Weasel) e quase falindo? Pergunto isso porque a Lookout! foi extremamente importante para a cena punk rock dos anos 90 e seu dono, Larry Livermore aparece no documentário.
Jai: Bom, eu falei com o Larry sobre isso e ele não era mais parte da gravadora quando tudo aconteceu, ele já tinha saído. Mas eu acho que ele estava triste pelo fato de que algo que ele construiu do zero eventualmente se tornou o que se tornou. Não sei dizer mais do que isso, porque eu não sei detalhes dos problemas financeiros deles.


NÃO PERCA a segunda parte dessa excelente entrevista no Action182


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Ian Gillan (Deep Purple), Lita Ford, Gang Of Four, Burning Empires, Helen Earth Band

29 Dec/09 Nenhum comentário | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , ,

Ian Gillan

Ian Gillan é nada mais nada menos do que o vocalista e principal compositor do clássico Deep Purple. Como se isso não fosse suficiente, o cara ainda cantou para o Black Sabbath durante uma época.
Entre suas dezenas de discos com o Deep Purple, um com o Sabbath e vários da carreira solo, “Toolbox”, de 1991 está sendo relançado em edição limitada.

A nova versão é em CD Digipak, totalmente remasterizado, em disco dourado e limitado a 1000 cópias numeradas.
O link para comprar o disco limitado, enquanto ele ainda estiver disponível, é esse aqui.

Lita Ford

Já que estamos à beira do lançamento do filme sobre o Runaways, grupo de rock dos anos 70 composto só de mulheres e que mostrou Joan Jett ao mundo, vale a pena citar o trabalho de uma outra integrante do grupo.
Lita Ford teve menos sucesso do que sua companheira de banda Joan, mas era uma grande representante do mais puro metal/hard rock/glam rock, normalmente tocado por homens e suas cabeleiras longas, aliadas à maquiagem e batom.

A diferença é que Lita fazia tudo isso sendo mulher, o que por incrível que pareça, acabou criando um certo preconceito com sua música. De qualquer forma, “Kiss Me Deadly”, single do disco “Lita”, de 1988 teve um sucesso bastante razoável, e foi justamente esse nome que ela escolheu para batizar seu disco ao vivo, que está sendo relançado em vinil.

O link para o disco de 12 polegadas é esse aqui.

P.S.: Eu descobri Lita Ford justamente através de um disco ao vivo, o do Reel Big Fish, que trás uma cover de “Kiss Me Deadly”.


Gang Of Four

O primeiro disco dos gigantes do post-punk Inglês, Gang Of Four, está sendo relançado em vinil de alta qualidade.
“Entertainment!” saiu originalmente em 1979, e colocou o nome da banda no mapa quase instantaneamente, com seu som que misturava punk, funk e letras politizadas.
A nova versão trás as 12 faixas originais em um disco de 12 polegadas, bem como a arte restaurada do álbum.
O link oficial é esse aqui.

Burning Empires

O Fall Out Boy acabou, mas já começam a aparecer os novos projetos de seus integrantes.
Burning Empires é o nome de um quinteto de Milwaukee que toca hardcore dos mais pesados e trás Andy Hurley, baterista do conjunto pop-punk/emo citado, como o responsável pelas baquetas.
O primeiro lançamento dos caras é um EP de 7″ que leva o nome da banda, e na compra do vinil dele, você ainda leva uma camiseta junto.

O link para o pacotão é esse aqui.


Helen Earth Band

Outra banda formada com membros de outras já existentes é o Helen Earth Band.
Os caras tocam um som que alterna entre o emo mais antigo e o indie, e são uma misturas de membros do Finch com membros do Counterfit, bandas emo/screamo mais antigas e mais conhecidas.

Em Novembro passado os caras lançaram o disco “Our Own Ghost City”, que pode ser encontrado aqui.

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Ramones, Brand New, Ah! Você tem banda?!?

12 Aug/09 6 comentários | Arquivado em Ah! Você tem banda?!?, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Antes de qualquer coisa:

  • Nova PROMOÇÃO valendo um raro e importado Tour Book do GREEN DAY! Clique aqui e saiba como participar.
  • Podcast #7 NO AR!! Assunto da semana: “Diga-me com quem andas…” São 12 faixas com participações mais do que especiais, entre eles Reel Big Fish com Save Ferris, Boxcar Racer com Rancid[bb], Reggie And The Full Effect com Slipknot, Massacration com Sergio Mallandro, Blink 182 com The Cure[bb], Screeching Weasel com NOFX e muito mais!! Clique aqui e ouça em streaming e/ou mp3.

Agora com a programação normal:

Ramones

Ramones - Solo Performances

O Ramones dispensa apresentações, certo? Provavelmente a banda de rock que mais influenciou outras boas bandas de rock em toda a história da música, os caras construíram uma carreira enorme com estilo próprio, iniciaram o movimento punk  e mostraram a várias gerações como você pode pegar uma guitarra, aprender 3 ou 4 acordes e fazer música com seus amigos.

Agora me diz o que resultaria da soma entre os gigantes Ramones e gente como Lemmy (Motorhead), Wayne Kramer (MC5) e Cherrie Currie (The Runaways) ? A resposta: O disco “Solo Performances”.

Esse disco será lançado no dia 01 de Setembro em vinil de 7″, via Cleopatra Records e conta com o seguinte tracklist:

  1. Lemmy & Johnny Ramone – Good Rockin’ Tonight
  2. Johnny Ramone – Viva Las Vegas
  3. Cherrie Currie, Wayne Kramer & Marky Ramone – Cherry Bomb
  4. Dee Dee Ramone[bb] – Jump In The Fire

Infelizmente são só 4 músicas, mas vale muito mais que uma porrada de disco de 12 músicas por aí, primeiro por serem encontros históricos, segundo porque todos os artistas envolvidos foram (ou são) extremamente significativos para o rock.

Você já pode comprar esse disquinho, que na verdade é um discão, em pré-venda aqui.

Brand New

Brand New - Daisy

Estou convencido: já é um fato a maioria das gravadoras e bandas lançarem discos novos com várias versões, vários formatos e o máximo de artefatos bacanas que puderem disponibilizar para os seus fãs. Além dos vários exemplos que já postei aqui no blog (Rancid, Beastie Boys[bb], Killswitch Engage[bb], Metric[bb]), quem está de disco novo e várias opções é o pessoal do Brand New.

Três anos após seu último lançamento, a banda que por muitos é considerada de rock alternativo e por outros de emo (mas não do emo franjinha/delineador), volta à cena com “Daisy”, quarto disco de estúdio do quinteto que começou em 2000 na cidade de Levittown, Nova York.

Vamos aos pacotes especiais então:

  • CD + Pacote de adesivos + Patch + As primeiras 250 cópias com encarte autografado
  • CD + Camiseta exclusiva com a arte do disco + As primeiras 250 cópias com encarte autografado
  • CD + Pacote de adesivos + Patch + Camiseta exclusiva com a arte do disco + As primeiras 250 cópias com encarte autografado

Você pode encontrar todas essas opções na loja oficial da banda a preços acessíveis (porém em dólares).
Se você ainda não conhece o Brand New, dê uma escutada porque é bem legal, principalmente se você gosta de nomes como Taking Back Sunday[bb], Say Anything e Saves The Day.

Ah! Você tem banda?!?

Hoje vai ao ar a segunda edição da seção “Ah! Você tem banda?!?”, que trás lançamentos de bandas independentes. Se você quer participar, mande um e-mail para tenhomaisdiscosqueamigos+bandas@gmail.com .

A banda de hoje é o Fox Hound, punk rock de PRIMEIRÍSSIMA qualidade. Divirta-se e descubra música nova!

Fox Hound

Fox Hound - O Primeiro Gole De Vinho

O Fox Hound é um trio paulistano de punk rock que me impressionou desde o logotipo até o esforço faça-você-mesmo do disco e claro, pela qualidade da gravação dos caras.

“O Primeiro Gole De Vinho” é também o primeiro material gravado dos caras e já mostra logo de cara a que eles vieram. Tocando punk rock rápido, com letras que alternam entre o protesto (inteligente, diga-se de passagem) e a exaltação à diversão, os caras só revisitam gente boa como Toy Dolls, Dead Kennedys[bb], Rancid (quando ainda era um trio) e os nossos brazucas do Blind Pigs, Cólera e Gritando HxCx.

Confesso que fiquei surpreso com a ótima qualidade do áudio e com as 10 faixas que o disquinho trás, e abri um largo sorriso quando constatei que sim, há gente fazendo música de qualidade na cena.

O CD vem em um plástico bem simples, com capa/contra-capa de papel e uma folha com todas as letras e o mascote da banda impressos. Simples? Claro! Excelente? Sem dúvida!! Nenhuma banda que está começando precisa necessariamente fazer um mega lançamento pra ser notada. Acho a ideia louvável, porque tenho certeza que o custo foi baixíssimo, sendo possível até mesmo distribuír o CD de graça nos shows, pra difundir o nome da banda, ao invés de compartilhar mp3 no Kazaa e pedir pras pessoas baixarem.

A mídia? É CD-R mesmo, e tá ótimo! É num desses mesmo que você gravaria as mp3, não é? =D

Confira o resto das fotos do disco: (Clique para ampliar)

Fox Hound - O Primeiro Gole De Vinho

Fox Hound - O Primeiro Gole De Vinho

Fox Hound - O Primeiro Gole De Vinho

Além de tudo as raposas ainda foram super gente finas e disponibilizaram duas cópias do CDzin para sorteio no TMDQA! (outra atitude louvável, não? hehehe).

Pra não encavalar com a promoção do Green Day, resolvi fazer o seguinte:

Os 2 ganhadores dos 2 prêmios do Green Day levarão uma cópia do Fox Hound pra casa! Ou seja, o kit dos 2 felizardos só está aumentando.

Por último, segue o primeiro clipe dos caras:

Pra quem quiser entrar em contato com o Fox Hound:

Fernando Hound – fernandohound@gmail.com
Ítalo Hound – italo1989@yahoo.com.br

Pergunta 04 – PROMOÇÃO GREEN DAY (valendo 06 pontos)
Se eu quisesse ouvir a faixa J.A.R., do Green Day, na TV, qual filme eu deveria alugar?

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Thin Lizzy, Dinosaur Jr., Lita Ford

05 Aug/09 Nenhum comentário | Arquivado em Notícias, , , , , , , ,
  1. Podcast #6 NO AR!! Tema da semana: BANDAS NACIONAIS.
    Tem Hateen, Holly TREE, Blind Pigs, Carbona, Ant Strike, Zebra Zebra, The Invisibles, Os Thompsons, Raimundos, Os Paralamas do Sucesso, Baba Cósmica, Los Hermanos e muito mais!
    Você pode ouvir em streaming ou baixar em mp3 aqui.
  2. Promoção ZEBRA ZEBRA, valendo 3 CDs dos caras, adesivos, e um pôster do Mad Caddies!!! Clique aqui e veja como participar.

Thin Lizzy

Thin Lizzy - Still Dangerous

Talvez você não conheça o Thin Lizzy. Talvez você conheça “Whiskey In The Jar”, aquela música que o Metallica regravou e fez um clipe em uma mansão onde rola uma puta festa, regada a álcool, quebradeira e mulheres se pegando. Poisé, o Thin Lizzy é da Irlanda, terra de onde essa música folclórica tem origem, e que eles também resolveram gravar no começo da carreira.

Acontece que o Thin Lizzy é muito mais que “Whiskey In The Jar”. Os caras começaram em 1969, liderados por Phil Lynott, que era baixista, vocalista e compositor da maioria das músicas da banda. Phil foi um dos únicos negros a ter grande sucesso no rock mundial.

Normalmente classificado como hard rock ou heavy metal, o Thin Lizzy incorpora sons do Country e também folclóricos de sua terra natal, como citei com “Whiskey In The Jar”.

Em 1986, Phil morreu, em decorrência de complicações pulmonares relacionadas ao uso de drogas e outros problemas mais. A banda foi e voltou várias vezes, incluindo uma agora em 2009, mas que já voltou para estado de “hiato” novamente.

Aproveitando que teoricamente eles voltariam esse ano, foi lançado “Still Dangerous Live At The Tower Theater Philadelphia 1977″, disco ao vivo que é composto de 12 faixas, retiradas de 2 shows da banda na Philadelphia em 1977. O nome é em referência a outro lançamento ao vivo do grupo, o “Live And Dangerous” de 1990.

O disco só saiu em CD, o que é uma pena, já que uma capa ROCK AND ROLL dessa merecia versão em vinil, e você pode comprá-lo aqui.

Compre produtos do Thin Lizzy em Real, no Brasil, via Idealshop clicando nas imagens abaixo!

Camiseta - Thin Lizzy - Logo Preta - GG.jpg Moletom Thin Lizzy

Dinosaur Jr.

Dinosaur Jr. - Farm

Outra banda influente que lança disco esse ano é o Dinosaur Jr.
Tendo sido inspiração pra gente como Kurt Cobain, o Dinosaur Jr. se consolidou como banda forte no meio indie/alternativo dos anos 80/90 e conquistou uma legião de fãs ao redor do planeta.

Após ter lançado “Beyond”, em 2007, que marcou o fim de um hiato de 10 anos, o Dinosaur Jr. volta com “Farm”, o nono disco de estúdio dos caras, e primeiro a ser lançado via Jagjaguwar Records.
Pra fazer jus à bonita capa, os caras lançaram várias versões do disco, sendo que a versão em vinil vem com um disco de 7″ em vinil branco, contendo 2 faixas.

As versões alternativas são as seguintes:

Para comprar a versão normal, em CD simples, é só clicar aqui.

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Dinosaur Jr - Vaquinha

Lita Ford

Lita Ford - Wicked Wonderland

Do supergrupo feminino de hard rock The Runaways (Curiosidade: está sendo gravado um filme sobre a banda, contando com estrelas como Dakota Fanning,) formado nos anos 70, saíram vários talentos, entre eles Joan Jett e o The Bangles. Uma das meninas que fez muito mais sucesso em sua carreira solo do que quando estava na banda é Lita Ford, a ex-guitarrista solo do grupo.

Entre 1983 e 1995 foram 6 discos solo, que sempre estiveram no topo das paradas musicais dos EUA e Europa. O disco “Lita” de 1988 se tornou inclusive disco de platina. É nesse disco, por exemplo, que encontra-se “Kiss Me Deadly”, música que Lita transformou em hit e que foi regravada pelo Reel Big Fish em seu disco ao vivo.

Lita - Lita

Após 14 anos sem lançar nada, Lita está de volta com Wicked Wonderland, novo disco de estúdio da cantora. O gosto para desenhos de capa continua sendo o mesmo dos anos 80: horrível (veja a capa de “Lita”). Mas pra quem gosta, será lançada a versão em vinil desse álbum.

Para comprar a versão em CD (a arte da capa é diferente, mas tão feia quanto) é só clicar aqui.

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Joan Jett

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