Xandin e ITSA, brasileiros que vão disputar mundial de breakdance
Fotos via Reprodução/Instagram e Red Bull
 

A final brasileira do Red Bull BC One 2021, conhecida como a maior competição de breakdance do país, ocorreu na tarde do último domingo (3) na cidade de São Paulo.

A disputa do esporte mais recente a ser incluído entre as modalidades das Olimpíadas, que fará sua estreia nos Jogos de Paris em 2024, revelou o b-boy e a b-girl — nomenclatura dada ao “atleta” de breaking — que garantiram suas vagas na etapa mundial, marcada para Novembro.

Como informa o site Olimpíada Todo Dia, a competição do esporte, que faz parte da cultura Hip Hop, teve início com os 16 melhores b-boys e b-girls do Brasil.

Em duelos eliminatórios de um contra um, chegaram até a final feminina as competidoras ITSA e Natana. A última disputa seguiu um padrão diferente do restante da disputa e contou com uma série de três entradas de cada atleta.

Em uma batalha equilibrada, cada b-girl apostou em seu próprio estilo de breaking e a vencedora foi ITSA, que ao ganhar o título declarou:

Gostaria de dedicar esse troféu a minha família e principalmente aos meus avós que se foram por conta da COVID-19. O Brasil tem muito a oferecer e podemos fazer muito bonito.

Já a final da disputa masculina da competição de breakdance foi marcada pela presença dos b-boys Xandin e Kapu.

Com os atletas apostando em movimentos que usavam como apoio o chão e na originalidade de seus passos, a vitória do Red Bull BC One da categoria masculina ficou com Xandin.

Breakdance nas Olimpíadas

Até o momento, sabe-se que as disputas do breaking serão individuais, com provas separadas pela categoria masculina e feminina, nos Jogos Olímpicos de Paris.

As batalhas entre os b-boys e b-girls vão ser comandadas por um DJ, que escolhe a música a ser tocada em cada round.

Caso o modelo a ser seguido nas Olimpíadas seja o mesmo dos Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires, em 2018, a competição irá ocorrer no estilo round robin, em que cada competidor irá participar de vários rounds contra diferentes adversários e cada round conta com um minuto para dois atletas; ao final, os pontos são somados e os melhores devem avançar para as fases eliminatórias.

A competição conta com um corpo de jurados que irão avaliar a técnica, variedade de movimentos, performance aliada à musicalidade, criatividade na execução e a personalidade de cada participante.

Porém, a avaliação utilizada em Paris ainda precisa de critérios mais específicos e isso está sob responsabilidade da WDSF (Federação Mundial de Dança Desportiva), que também deverá padronizar um calendário, definir como serão as inscrições para as Olimpíadas, criar um ranking e explicar como serão as pontuações de cada evento.

Vamos ficar na torcida para que os b-boys e b-girls brasileiros estejam nas Olimpíadas de 2024!

   
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