Lançamentos Nacionais: Julia Branco, Holiman, Teach Me Tiger
Foto: Reprodução / Facebook
 

Mostrar vulnerabilidades e descartar qualquer ideia de perfeição. Esse é o conceito por trás de Soltar Os Cavalos, disco e vídeo-álbum de Julia Branco.

Em seu primeiro trabalho solo, a artista fala sobre si, sua a sua vivência como cantora, como mulher e como pessoa de 30 anos. O disco foi produzido por Chico Neves e vídeo-álbum assinado pelas diretoras Luísa Horta, Raquel Pinheiro, Samanta do Amaral, Julia Zakia e Sara Lana.

O registro, lançado em parceria com a Natura, conta com participações especiais de Letícia Novaes (Letrux), Paulo Santos (Uakti) e Uyara Torrente (A Banda mais Bonita da Cidade), e marca também a estreia de Julia como compositora.

Holiman

Lançamentos Nacionais: Julia Branco, Holiman, Teach Me Tiger
Foto: Divulgação

Com o objetivo de mostrar um trabalho mais maduro e repaginado, a banda Holiman lançou o EP Perdão. O registro contou com produção de Paulo Vaz, tecladista da Supercombo.

O EP mostra um lado mais pesado e ao mesmo tempo intimista. A faixa-título é acústica e o integrante Lucas Morais explicou que o objetivo era que a música fosse acessível e mostrasse quem eles são. “O nosso produtor sugeriu que a gente construísse uma música acústica para alcançar mais pessoas, mas que isso não tirasse nossa identidade e a canção ficasse com nossa cara”, completou.

Morais revelou que a canção conta a história de um ser humano pedindo perdão a outro ser humano, se desculpando pelas coisas erradas que fez mesmo sem a intenção de machucar o outro.

Teach Me Tiger

Lançamentos Nacionais: Julia Branco, Holiman, Teach Me Tiger
Foto: Divulgação

Teach Me Tiger é o projeto criado pela paulistana Chris Martins com o belga Yannick Falisse. O duo lançou recentemente o clipe da faixa “DRIVE”. A banda é uma mistura gêneros e referências, suas músicas passeiam entre o trip hop, dream pop, eletrônico, rock e pós punk.

Com direção do videomaker Pedro Furtado e o argumento de Marcela Dantés, o vídeo tem uma atmosfera surrealista e mostra uma viagem noturna só de mulheres e um atropelamento. A dupla explica que na obra a jornada é feminina e traz a simbologia do alce, ou seja, algo a ver com vida, morte, liberdade e renascimento.