Scalene (Tomás, Gustavo e Lukão)
Foto por Tate Wasabi

Faz pouco tempo que o Scalene anunciou que deve entrar em hiato ainda em 2022, logo depois de lançar seu mais novo disco LABIRINTO. A banda brasiliense, que tem 13 anos ininterruptos de carreira, chocou alguns fãs com a decisão — mas houve, também, quem já tinha “percebido sinais”.

O tema da pausa é um dos pontos centrais da recente entrevista do TMDQA! com os irmãos Gustavo e Tomás Bertoni, que compõem o trio junto com o baixista Lucas Furtado. Da mesma forma e quase de maneira complementar, o novo disco também é explorado e detalhado pelos músicos, que explicam alguns dos fortes conceitos por trás do trabalho.

Em um dos trechos, por exemplo, Gustavo explica a diferença do novo álbum em relação ao restante da carreira:

A gente já falava de sombra, já falava de integrar e autoconhecimento, etc, desde o Real/Surreal. Só que a gente falava de um lugar que era meio poético, meio antropológico. Éramos muitos novos e ainda não tínhamos lidado com isso. […] E esse disco pareceu muito mais intenso e sincero nesse sentido, porque a gente teve os nossos momentos pessoais de caverna, de se deparar com a sombra, tanto pela pandemia quanto por várias outras questões. Então ficou muito mais visceral a parada, ficou mais pessoal. Não parece que eu estou falando de um conceito de Jung, parece que eu estou falando meu 2019, sei lá, sabe? Isso se tornou uma coisa interessante, mais real.

Para ver esse trecho e muito mais, assista ao vídeo na íntegra logo abaixo ou clicando aqui!

TMDQA! Entrevista Scalene

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