Julio Secchin
Crédito: divulgação
 

Depois de transitar entre o samba e o funk, o cantor e compositor Julio Secchin cruzou o caminho de Psirico e apostou no pagodão baiano com o single “Bambolê”, que ganhou um clipe dirigido pelo carioca Matheus Senra.

O vídeo teve cenas gravadas no Rio de Janeiro e também em Salvador, trazendo muita cor, leveza e animação, elementos tão representativos em se tratando de um objeto lúdico como o bambolê.

“O Márcio Victor sempre foi uma referência pra mim, tanto no Psirico quanto no trabalho dele como percussionista, por exemplo nos álbuns do Caetano. Ele representa um Brasil que tem orgulho das nossas raízes, cultura e gente. Mesmo sendo um cara extremamente reconhecido e com uma carreira sólida teve grande carinho e generosidade comigo durante o processo todo. Vou levar esse exemplo para o resto da minha vida,” afirma Julio, que contou no clipe com um time de atores, dançarinos e artistas circenses.

“Selecionamos cinco personalidades cariocas e cinco de Salvador para trazerem a chancela de cada cidade. Em termos de direção a orientação era sempre igual: seja você mesmo. Trata-se de um clipe em que o ingrediente pessoal de cada um é o que agrega. O humor de cada um, a ideia de cada um, o jeito de dançar, o jeito de errar. Em meio a tantas notícias negativas e a toda ansiedade, trata-se de um clipe alegre, criativo e colorido que sem dúvidas me ajudou em outros aspectos da minha vida, para além do profissional,” justifica o diretor.

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Apoio e projetos

Com distribuição da multinacional Believe, a gestão de lançamento de “Bambolê” é assinada pelo laboratório MangoLab. O vídeo, que já soma quase 100 mil visualizações no YouTube, recebeu o apoio da plataforma TikTok através do challenge #desafiodobambole.

Para 2021, Julio Secchin prepara a finalização do segundo álbum autoral da carreira, enquanto Márcio Victor segue antecipando a chegada do verão com hits para alegrar a quarentena.