Discografia do Rancid

O Rancid será uma das atrações do Lollapalooza Brasil em 2017 e, finalmente, virá ao país pela primeira vez em sua extensa carreira.

Formado em 1991, o grupo nasceu das cinzas do mega influente Operation Ivy, de onde vieram o vocalista e guitarrista Tim Armstrong e o baixista e vocalista Matt Freeman.

Logo após o lançamento do primeiro álbum o grupo contou com a entrada de mais um guitarrista e vocalista na forma de Lars Frederiksen e estava formado um dos grupos mais importantes para a explosão do punk rock nos anos 90, mais precisamente em 1994 e 1995, quando o estilo voltou aos holofotes em todo planeta.

Listamos os oito álbuns da carreira do Rancid em um ranking que entendemos ser do mais fraco para o mais forte, e você pode ver logo abaixo.

Divirta-se! Opine!

 

8…Honor Is All We Know (2014)

O mais recente álbum da banda é o mais fraco de toda a discografia.

Iniciado em 2011 e planejado para lançamento em 2012, …Honor Is All We Know acabou sendo atrasado e lançado em 2014 meio que como forma de afirmar que a banda ainda tinha novos sons, mesmo que isso não fosse necessário porque ela vinha excursionando pelo mundo.

 

7Let The Dominoes Fall (2009)

O primeiro disco do Rancid com o então novo baterista Branden Steineckert tem alguns pontos altos como “East Bay Night”, “Dominoes Fall” e os singles “Up To No Good” e “Last One To Die”, que relembram o bom e velho Rancid.

Aqui já começa a ficar claro que a discografia da banda é consistente, pois mesmo no penúltimo lugar temos um grande disco que peca apenas por ter canções que poderiam ter ficado de fora e gerado um resultado final mais enxuto.

 

6Indestructible (2003)

Indestructible é um disco de renascimento do Rancid.

Tim Armstrong, vocalista e guitarrista, havia se separado de Brody Dalle, hoje esposa de Josh Homme (Queens Of The Stone Age), e isso gerou o single “Fall Back Down”, bem sucedido nas rádios.

Além disso, o álbum é dedicado a ídolos dos integrantes do Rancid que nos deixaram, como Joe Strummer (citado na faixa título) e Joey Ramone.

É um álbum consistente que vai do punk ao ska e tem grandes sons como os já citados acima além de “Red Hot Moon”, “Start Now”, “Ghost Band” e “Stand Your Ground”.

 

 

5Rancid (2000)

Em 2000, apenas dois anos depois de um disco baseado em estilos como o reggae, o Rancid surpreendeu ao mergulhar no hardcore.

Rancid é o álbum mais pesado da carreira da banda, tem a volta do baixista Matt Freeman nos vocais de algumas canções e sons que vão da dobradinha avassaladora de abertura com “Don Giovanni” e “Disgruntled” até músicas que lembram mais as outras fases da carreira do grupo como “Let Me Go” e “GGF”.

 

4Life Won’t Wait (1998)

Após a explosão com …And Out Come The Wolves, sobre o qual falaremos adiante, a banda voltou não apenas ao estúdio, mas a vários deles.

O Rancid gravou Life Won’t Wait em cidades dos Estados Unidos e também na Jamaica, e misturou uma série de elementos diferentes à sonoridade no álbum: do reggae ao rockabilly, tem de tudo um pouco no caldeirão somado ao punk rock e ska do Rancid. É um baita álbum.

 

3Rancid (1993)

A estreia do Rancid em 1993, ainda como um trio, é bastante consistente.

O álbum é voltado ao punk rock e ao street punk e canções baseadas em guitarra, baixo, bateria e vocais alternados entre Tim Armstrong e Matt Freeman.

Foi o disco que logo moldou a base para o que viria no futuro com a adição de Lars Frederiksen à formação e deu origem à sonoridade que consolidaria o Rancid já nos anos seguintes.

 

2Let’s Go (1994)

Em 1994, o ano em que o punk rock voltou a viver uma de suas melhores fases no mundo todo, o Rancid foi fundamental para isso ao lado de nomes como The Offspring, NOFX e Green Day.

Em seu segundo disco a banda contou com a adição do guitarrista e vocalista Lars Frederiksen e Let’s Go tem uma série de canções icônicas da carreira do grupo, como por exemplo “Radio”, escrita em parceria com Billie Joe Armstrong, justamente do Green Day.

 

1…And Out Come The Wolves (1995)

De forma corretíssima, o Rancid percebeu que não poderia perder o embalo e já em 1995 lançou um novo disco, o terceiro da carreira e o terceiro em três anos.

…And Out Come The Wolves traz a banda no auge em um conjunto de canções que revelam as melhores características de cada um dos integrantes do grupo aliadas a uma produção acertadíssima, que faz um balanço quase perfeito entre o punk rock e a música popular.

Canções como “Ruby Soho” e “Time Bomb” viraram verdadeiros hinos, além da abertura com “Maxwell Murder” que mostra a habilidade impressionante de Matt Freeman no baixo.

 

Do pior ao melhor álbum

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