TMDQA! nos EUA
 

Em Junho de 2015 o Tenho Mais Discos Que Amigos! celebrou seis anos de existência e convidou seus leitores a enviarem relatos sobre bandas e artistas que conheceram com a gente.

Desde o começo do TMDQA!, lá em 2009, um dos principais objetivos era mostrar novos nomes para o público brasileiro e servir como uma ponte entre produtores e consumidores de música boa.

Separamos os relatos que recebemos e você pode ver os depoimentos de nossos leitores logo abaixo.

Matheus Schlittler

Dustin Rabin Photography, Refused, Dustin Rabin

O Refused é, o que eu provavelmente diria ser a banda mais importante da minha vida. Fez quem eu basicamente sou. Através deles que eu conheci a ideologia “straight edge”, seguida pelo vocalista Dennis Lýxzen. Quando li as ideias seguidas por ele, me encaixei perfeitamente e desde então (desde meus 15 anos de idade), venho levantado essa bandeira comigo.

Além disso, foi o Refused que me introduziu no mundo do post-hardcore, que futuramente me apresentou ao universo do emo (não esse deturpado pela mídia, mas sim o que a gente chama de “real emo”). Conheci a maioria dos meus grandes amigos de hoje em dia por causa desses dois estilos: ou seja, além deles fazerem eu me sentir bem, foram o que fez meu ciclo social acontecer. Tudo isso graças ao Refused.

Lembro que quando eles anunciaram o disco Freedom, eu fiquei tão eufórico que as pessoas que estavam perto de mim acharam que eu estava passando mal. É um amor incondicional que eu tenho por eles, nada pode explicar isso.

Além disso, na minha lista de tatuagens a fazer, está a frase “Rather be forgotten than remembered for giving in”, presente na música “Summerholidays VS Punkroutines”. É algo que me marca tanto, que eu vou cicatrizar pra sempre no meu corpo.

E como eu conheci o Refused? Pelo TMDQA!, mesma fonte onde conheci várias outras bandas importantes na minha vida (dentre elas, outra banda tão importante quanto o Refused, o At the Drive-In). Especificamente, no dia 10 de janeiro de 2012, quando o site postou sobre o retorno deles aos palcos.

 

Eduardo Nogueira (colaborador)

the-gaslight-anthem

Depois que entrei para esse site, meus conhecimentos musicais elevaram de forma exponencial. Comecei a acompanhar mais sobre algumas bandas que acabaram me cativando bastante como Far From Alaska, The Gaslight Anthem, Mastodon, Scalene, entre outras.

Sem contar artistas solos como Frank Turner (do qual já virei grande fã), o projeto de estreia de Brody Dalle (amor eterno), Kendrick Lamar, entre muitos outros.

 

Bruno Dourado

Of Monsters and Men se apresenta no World Cafe

Eu conheço o site há muito tempo, mas infelizmente só ultimamente que estou acessando com mais assiduidade.

Meu nome é Bruno Moura Dourado e escuto principalmente Metal e seus sub-gêneros, porém em uma das minhas acessadas no TMDQA! eu descobri uma banda não metal que eu gostei muito, a banda é o Of Monsters And Men, que ultimamente estou escutando todos os dias.

 

Kenderson Tadeu

Black Drawing Chalks

Foi o Black Drawing Chalks, desde que descobri no TMDQA!, acompanho tudo sobre a banda e não perco nada.

 

Guilherme Vieceli

Off!

Que eu me lembro foram 3 (eu acho que houve outras, mas estou meio esquecido).
A primeira foi OFF! Eu já era fã do Keith Morris desde o Black Flag e Circle Jerks, e se não fosse por vocês eu nunca saberia que ele estava com um novo projeto, que na minha opinião foi a melhor banda do Keith. Virei fã no First 4 EPs.

A segunda foi o Screaming Females, da qual também virei fã, e a terceira, mas não menos importante, é o Galinha Preta, que hoje em dia é uma das minhas bandas nacionais (e internacionais) favoritas.

P.S: Também teve o FLAG, mas eu não sei se vale, porque já conhecia o Black Flag. De qualquer forma amei a formação com o Keith, Dez, Chuck, Stephen, Bill (eu amo o Descendents, é uma das minhas bandas favoritas).

Abraços e parabéns pelos 6 anos!

 

Camila Dutra

chula-rock-band

Já fica aqui o meu agradecimento, aliás.
Foi através da publicação dos lançamentos nacionais, sabe?
Chula Rock Band. Achei os moços simpáticos, e, enfim, tinha até cervejas artesanais na descrição do CD dos meninos. Ok. Chamaram minha atenção. Fui dar aquela stalkeada básica no site, e de repente, me vi assim, apaixonada.

Por favor, não se assustem, existe um linha segura na categoria dos fãs, e não, isso não é “tietagem” barata. Eles sabem o que estão fazendo. Comecei a ouvir os outros álbuns também (Já aproveito para dizer que: “2010” fez um x no meu coração e é uma das minhas queridinhas) e então, os danadinhos me lançam um clipe para “Dia de Rock”. E vamos falar bem sério aqui, temos algo redondo rolando nas redes meus senhores, desde a produção, fotografia, som, figurino e enfim, todo o resto.

Hoje acompanho o trabalho da banda pelas redes sociais, e me declaro assumidamente fã! Apesar de estar bem longe e lamentar o fato de não ter tido a oportunidade (ainda) de vivenciar esse show de perto.

Tive a oportunidade de conversar com o guitarrista e agradecer por esse trabalho, feito com tanta responsabilidade e representando a cena.
Banda independente, rock nacional e barbas. Eu, aqui do Sul tenho uma relação bem íntima e romântica com Minas Gerais: com o TMDQA! encontrei a trilha sonora que faltava.

 

Marcos (colaborador)

Já conhecia Os Pedrero de nome, mas acabei conhecendo de verdade mesmo pelo TMDQA! em 2009 ou 2010. E daí, olha o estrago que virou.

Valeu, TMDQA!

marcos-pedrero

 

Leo Barudi