Quais foram os melhores álbuns e músicas de 2010? Parte 3

25 artistas elegem seus melhores álbuns e músicas de 2010

25 artistas elegem seus melhores álbuns e músicas de 2010

Fim de ano chegando e muitas listas sobre o que aconteceu começam a serem feitas. No mundo da música não pode faltar. As de melhores álbuns e música são as que mais aparecem. Tanto que até os próprios músicos arriscam a citar bandas que se encaixam nessas categorias.

A Spin.com ouviu 25 artistas os quais citaram seu álbum e música favoritos deste ano que está acabando. Dentre os que deram suas opiniões estão Hayley Williams do Paramore, Robyn, Rivers Cuomo do Weezer, Joe Trohman do The Damned Things, entre outros. Confira abaixo as opiniões:

  • Brendan Canning do Broken Social Scene escolheu apenas o álbum favorito, “Pigeons” do Here We Go Magic. “Eu gosto de como este disco soa como se não fosse feito por garotos. Há maturidade nele”, comenta Brendan. O fundador do Broken Social Scene conhece o Here We Go Magic desde o primeiro álbum e desde então a banda tem feito os shows de abertura para o BSS. A relação das duas bandas são melhores do que com qualquer outra banda que esteja encaixada na categoria do modern rock.
  • O rapper Redman também escolheu apenas o álbum. “Teflon Don” do, também rapper, Rick Ross. Redman relata que Rick se envolveu em uma confusão com o 50 Cent mas Ross se saiu melhor nessa batalha. Redman escolheu esse álbum pois sentiu uma evolução no som do Ross e ele curte quando rappers e MCs evoluem em suas composições. Para Redman, Ross sabe e curte o que faz.
  • Liela Moss, vocalista da banda inglesa Duke Spirit, foi bem direta em suas escolhas. Melhor álbum: “Teen Dream” do Beach House pois apesa da produção simples, o álbum contém uma sonoridade muito boa com belas harmonias e músicas sólidas. Melhor música: “Dancing on My Own” da cantora Robyn pois Liela ama dançar na cozinha ao som desta canção.
  • A vocalista do Florence and the Machine, Florence Welch, escolheu o “The Suburbs” do Arcade Fire como melhor álbum de 2010. Ela ama a banda e quando ouviu o primeiro álbum do grupo, o “Funeral” de 2004, ela teve que parar pra ouvir tudo. O som do Arcade Fire fez com que Florence parasse pra repensar que tipo de música ela queria fazer.
  • Anand Wilder, membro da banda de rock experimental Yeasayer, escolheu a música “Luv it Mayne” do Das Racist. Anand ouvi a mixtape do grupo de rap junto com sua banda no final da turnê européia. Já o melhor álbum é o “Open Window” do Ken Seeno. Wilder deu uma de DJ e tocou este álbum por completo em um festa de um dos membros do Yeasayer. Para Wilder não é necessário que as músicas tenham vocais. Na festa estava ventando muito, eles estavam na iminência de uma tempestada e de vez em quando parecia que as árvores iam cair. Este álbum foi um belo acompanhamento para tudo isso.
  • Bethany Cosentino faz parte do trio californiano Best Coast e escolheu o “Teen Dream” do Beach House. Ela ouviu este disco durante toda a turnê de sua banda principalmente nos dias mais cinzentos. Victoria Legrand tem uma voz única, segundo Bethany. É como se Victoria fumasse muitos cigaros fazendo com que sua voz fique um pouco rouca. As músicas soam como algo que ninguém tenha tocado até o momento. Já a música do ano para Bethany é a “Up All Night (Feat. Nicki Minaj)” do Drake. Este é o seu rapper favorito e Nicki é a segunda. Minaj sempre foi uma garota que esteve nas músicas das outras pessoas mas agora ela está fazendo suas próprias músicas. Já Drake tem uma bela voz, coisa rara no rap, segundo Bethany.
  • Marnie Stern, cantora e compositora de Nova Iorque, escolheu o “Pentagonian Rats” da Tera Melo. Este disco tem uma sensibilidade pop porém mantém um sentimento experimental. As textura e barulhos utilizados torna-o um álbum coeso sem perder a musicalidade que faz desta uma banda única.
  • Patrick Stickles da banda de punk e indie rock de Nova Jersey, Titus Andronicus, escolheu o “Stuck On Nothing” do quinteto Free Energy.  Neste álbum está também a música do ano para Patrick, “Bang Pop”. O álbum é para Patrick um daqueles discos que contém músicas raras. Cada uma mostra seu próprio peso. Stickles descreve o “Stuck On Nothing” como um daqueles álbuns que serão lembrados daqui a 10 anos e que ao ouvir ele vai lembra de todas as letras assim como o “Blue Album” do Weezer, o “Is This It” do Strokes, entre outros.

 
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