Marilyn Manson diz que teme por sua segurança e carreira após acusações de assédio sexual

Ao se defender de acusações de estupro, assédio e violência sexual, Marilyn Manson disse que está deprimido e não consegue novos trabalhos.

Marilyn Manson no programa de Bill O'Reilly
Reprodução/YouTube

No processo de defesa de uma das muitas acusações de estupro, assédio, cárcere privado e até tráfico humano que vem enfrentando, Marilyn Manson afirmou que tem recebido ameaças de morte e teme pela sua segurança e de sua esposa.

Em documentos obtidos pelo TMZ (via The PRP), os advogados do cantor alegam que ele “está sem dormir, se sentindo ansioso, perturbado, deprimido e frenético”. Manson disse ainda que as acusações contra ele impactaram sua carreira na música e no cinema.

Perante a Justiça, o cantor afirmou que o lançamento de um livro e de uma mostra de arte foram adiados indefinidamente, que seus trabalhos anteriores foram desvalorizados e que ele se tornou “persona non grata” em Hollywood.

Relembre as muitas acusações contra Marilyn Manson

As alegações contra Marilyn Manson começaram em 2021, quando sua ex-noiva, a atriz Evan Rachel Wood, fez diversos relatos de abuso sexual e emocional, chegando a comparar o cantor a um serial killer.

Ela detalhou as acusações em um documentário chamado Phoenix Rising. Depois de Evan, mais de uma dúzia de mulheres revelaram outras situações bizarras vividas com o músico ao longo dos anos.

Um exemplo é a atriz Esmé Bianco, que acusou Manson de estupro e tráfico humano, além da modelo Ashley Morgan Smithline, que alegou cárcere privado, e a ex-assistente do cantor, Ashley Walters, que disse ter sofrido agressão e assédio.

Essa última teve recentemente o seu processo arquivado, depois de o juiz considerar que ela “esperou tempo demais” para entrar com o processo. As acusações feitas por ela teriam ocorrido entre 2010 e 2011.

Até agora, a Justiça não acusou criminalmente Marilyn Manson por nenhuma das alegações.