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O rapper Djonga lançou nas plataformas de streaming o clipe feito para a faixa “Ea$y Money”.

O vídeo foi dirigido por Túlio Cipó e mostra o artista bem à vontade, fazendo coreografia ao lado das dançarinas Aline Mathias e Raquel Cabaneco e interagindo com amigos.

O lançamento é assinado pela própria produtora de Djonga, A Quadrilha. Em Março, ele divulgou o elogiado Nu, seu quinto álbum de estúdio.

Hanniboll Becker

foto: divulgação

Com apenas 21 anos, o rapper paulistano Hanniboll Becker disponibilizou o disco Adolescente.

O álbum apresenta dez faixas que abordam temas como falta de união, autocobrança exacerbada, produtividade tóxica e outros sintomas sociais.

“O disco vem para contar sobre todas as situações que me fizeram chegar até o estado de hoje,” conta Hanniboll, que anteriormente havia lançado os singles “Vida Preta” e “Becos”.

Oscar

foto: divulgação

O rapper catarinense Oscar liberou recentemente nas plataformas digitais o EP Noites, que apresenta duas faixas.

“Sempre tive uma conexão muito grande com o dia por ser fã e praticante do surf. Amo o sol, e a praia é onde gosto de passar a maior parte do tempo. Porém, as noites e todo o seu charme sempre tiveram um grande espaço na minha vida. Por isso, eu quis abordar as nuances desse tempo no meu novo EP,” explica o artista.

O compacto ganhará uma continuação, que tem lançamento previsto para 18 de Junho e trará outras duas músicas.

BK’

foto: divulgação

BK’ se juntou a Tiago Mac para uma parceria com o americano Jim Jones (The Diplomats) e com o venezuelano Akapellah na faixa “She’s Classy (Nasty)”.

A canção conta com produção dos dinamarqueses Esben Es Thornhal e André Saptefrati, promovendo um verdadeiro intercâmbio entre as diferentes leituras do Rap no mundo.

O lançamento ganhou um lyric video feito pela 4555 Produções e que simula a estética dos fliperamas do final do século passado.

Vagnão

foto: Alexandre Gomes

O rapper Vagnão estreou com o clipe da canção “Pikadilha Shabba”, que retrata a vivência do artista enquanto um jovem preto periférico em busca da autoestima e autoconfiança.

“Minha inspiração pra compor foram os funks proibidões. A letra fala sobre o conceito que tinha Shabba Ranks e resume um pouco do estilo de vida e o que já vivi, daí encontrei a possibilidade de contar um pouco disso através do drill, estilo que me foi apresentado pelo qaslu, que ficou responsável pelo beat e pela produção executiva desse visual,” conta Vagnão.