Resenha: Popload Festival (28 e 29 de Novembro)
 

Texto: William Galvão / Fotos: Fabrício Vianna

Com organização e pontualidade, a segunda edição do Popload Festival, que aconteceu na sexta e sábado (28 e 29 de Novembro) na Audio Club em São Paulo, trouxe um novo formato de festival ao público brasileiro/paulista. De médio porte, a organização mostrou ser possível unir conforto e maratona de shows em um único evento.

Ao contrário de festivais maiores, o Popload aconteceu à noite, em local fechado, com três ambientes: palco principal, palco club (música eletrônica) e praça de alimentaçao com Food Trucks oferecendo opções de coxinha doce e salgada, hambúrguer, massas e sanduíches de até R$ 20, chopp Heineken e refrigerante a R$ 10, água a R$ 5, e outras bebidas. Havia também uma instalação do artista carioca Multi Randolph que une luz e som.

A estrutura soube atender bem ao público, sem grandes filas na entrada, para comprar bebida ou ir ao banheiro. E, claro, ninguém precisou ficar preocupado com chuva ou contratempos do tipo.

Ao todo foram 15 atrações entre bandas nacionais e internacionais, divididas nos dois dias. Na sexta-feira, 28, o público conferiu a dupla Fatnotronic, Dj Ulugbenga (baixista do Metronomy) e Icona Pop, no Palco Club; e Pond, Boogarins, Rodrigo Amarante, Cat power e Tame Impala, no Principal. Já no sábado, 29, as atrações foram Nepal, Mixhell e 2 Many Djs, no Palco Club; e Marcelo Jeneci, Cat Power (suprindo o cancelamento do Beirut), The Lumineers e Metronomy, no Principal.

Patrocinado pela Heineken, o Popload Festival 2014 contou ainda com exibição simultânea no Canal BIS e cobertura ao vivo nas redes sociais do TMDQA!. Da primeira edição (2013) para essa, o evento cresceu tanto em tamanho e estrutura quanto em público, e já dá mostras de maturidade. Mesmo com as reclamações iniciais quanto aos preços dos ingressos, que chegaram a R$ 720 (inteira) para os dois dias, o público parece ter saído satisfeito, já cogitando nomes de bandas e o que vem para a próxima edição.