Posts sobre The Flatliners
27 Feb/10
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Arquivado em Chegou!, Ben Nichols, Casey James Prestwood, Chon Travis, Chuck Ragan, Dillinger Four, Fallen From The Sky, Franz Nicolay, Joe McMahon, Johnny Cash, Jon Gaunt, Kudrow, Mike Herrera, MxPx, On Guard, Russ Rankin, The Bouncing Souls, The Dresden Dolls, The Flatliners, The Gaslight Anthem, The Loved Ones, The Sainte Catherines, Tumbledown, Willie Nelson, Yesterday's Ring
Chegou!
Hoje tem mais uma edição da seção chegou com discos que chamam a atenção pelas cores de seu vinil.
Tem uma coletânea ao Johnny Cash em vinil marrom, split de duas bandas alt-country em vinil meio marrom meio caramelo, EP do Kudrow em vinil marrom com manchas e um dos discos mais bonitos da minha coleção, o “Versus God” do Dillinger Four em vinil cinza com manchas pretas.
Clique nas fotos para ampliá-las e aprecie sem moderação!
All Aboard – A Tribute To Johnny Cash
Confesso que eu tenho um certo receio quando o assunto é coletânea, principalmente se for tributo a alguma banda/artista que eu gosto, porque aí corro o risco de ficar totalmente decepcionado, como é o caso do tributo ao Operation Ivy por exemplo.
Quando eu li sobre o “All Aboard” a primeira vez, me chamou a atenção a quantidade de nomes bons e importantes da cena que estavam participando, como o Gaslight Anthem, MxPx, Bouncing Souls, sem contar os artistas solo Chuck Ragan (Hot Water Music) e Joe McMahon (Smoke Or Fire) por exemplo.
Esse disco ainda estava na minha lista de pendências pra ouvir quando a Vinyl Collective resolveu vendê-lo por metade do preço nas loucuras do fim do ano passado que praticamente toda loja fez, aí fui obrigado a comprar, ainda mais levando em consideração que o vinil é marrom.
Resumo: não me decepcionei. Praticamente todas as faixas fazem jus ao grande Johnny Cash e há interpretações lindíssimas como a de Chuck Ragan para “Wreck Of The Old 97″, divertidas como “Hey Porter” pelo MxPx e mais sóbrias, como “God’s Gonna Cut You Down” do Gaslight Anthem. Dos artistas que eu não conhecia todos me surpreenderam positivamente, e o disco passa rapidinho, como todo bom álbum deve ser.
O vinil é marrom combinando bem demais com a arte que traz uma foto envelhecida de um trem e várias “sujeiras” na arte fazendo com que a capa do disco pareça daquelas bem velhas, mal tratadas pelo tempo.
O disco vem dentro de um envelope que de um lado tem uma arte parecida com a da capa em preto e branco e do outro tem todos os detalhes sobre as bandas que participaram do projeto com depoimentos de seus integrantes sobre Mr. Cash e um texto explicativo sobre a ONG beneficiada com a arrecadação da venda desse álbum.
É bom pra quem quer conhecer Johnny Cash, alguma das bandas participantes, ou pra quem é fã, já que agrada a todos.
Clique nas fotos para ampliá-las.





Split Tumbledown / Yesterday’s Ring
Dois projetos paralelos: O Tumbledown é a banda alt-country de Mike Herrera do MxPx e o Yesterday’s Ring é a banda alt-country do pessoal do Sainte Catherines. Não sabia o que esperar, e felizmente fiquei feliz com a surpresa.
A gravadora desse disco é a mesma do tributo acima, a Anchorless Records, fazendo com que ele também estivesse por metade do preço, quando vi que ele era marrom/preto decidi arriscar.
No Lado A temos o Tumbledown com a própria “Homeward Bound”, uma excelente canção alt-country com o vocal pop de Mike Herrera que resultou em uma faixa bem gostosa de se ouvir, principalmente no vinil. A segunda faixa é uma cover da clássica “On The Road Again” do Willie Nelson. Classe!
No Lado B as músicas do Yesterday’s Ring fazem a única parte desse split que poderia ter ressalvas. Achei as faixas apenas razoáveis, e logo acabei virando o disco denovo para ouvir o Tumbledown de Mike Herrera mais uma vez.
A arte é linda. Duas belas fotos, uma de um campo de trigo e a outra com algo “folhas de outono” e o vinil é espetacular. Metade preto, metade caramelo ele combinou bem demais principalmente com a capa do lado B e é um dos 7″ mais bonitos da minha coleção.
Clique nas fotos para ampliá-las.



Kudrow
Esse é o primeiro e único lançamento do projeto paralelo de Jeff Rosenstock do Bomb The Music Industry!, o trio indie Kudrow.
“Lando” traz 3 faixas no Lado A e uma no Lado B, algumas mais orientadas ao indie e outras mais orientadas ao rock. Se você ainda não viu, clique aqui e leia tudo que Jeff falou sobre esse trabalho e sobre a faixa “Blink-182 Reunion” na entrevista exclusiva que o TMQDA! fez com ele.
O disquinho é bem legal, com belas fotos e um disco marrom com algumas manchas de outras cores. O encarte tem uma folhinha, como é normal em 99% dos EPs, com todas as letras (ponto positivíssimo) e os devidos créditos.
Lembrando sempre que você pode baixar esse disco de graça no site da gravadora Quote Unquote Records.
Clique nas fotos para ampliá-las.



Dillinger Four
Sou suspeito pra falar, porque acho Dillinger Four uma das melhores bandas de punk rock/pop-punk de todos os tempos. Os caras são reis em fazer boas músicas, alternar os vocais entre o baixista Paddy e o guitarrista Erik e escrever letras inteligentes.
“Versus God” saiu em 2000, é o segundo disco de estúdio dos caras e saiu pela Hopeless Records após o elogiadíssimo disco de estreia “Midwestern Songs Of The Americas”, não repetindo o sucesso mas chamando a atenção o suficiente para que a Fat Wreck Chords os contratasse pouco tempo depois.
A arte desse vinil é sem dúvida uma das mais bonitas da minha coleção. O discão cinza/prateado/cheio de manchas pretas combinou DEMAIS com a capa, que por sinal combinou DEMAIS com o título do álbum e me agradou em cheio.
Fora isso, o encarte traz várias fotos bacanas da banda, e mais uma vez é possível ver a tatuagem de Paddy, o baixista, que ostenta no peito em letras garrafais “How Much Art Can You Take?”, frase que inspirou Fat Mike na letra de “Seeing Double At The Triple Rock” do NOFX. Aliás, Triple Rock é a casa de shows em Minneapolis cujo dono é Paddy, onde a estória da música se passa e onde o clipe foi gravado. Ufa!
Se você ainda não ouviu o Dillinger Four, faça esse favor a si mesmo.
Clique nas fotos para ampliá-las.





We Are The World com punks suíços
Nossos parceiros do Collector’s Room só pra variar fizeram um post interessantíssimo com um vídeo de bandas punks suíças fazendo uma versão da clássica “We Are The World”, hino beneficente reeditado esse ano para as vítimas do Haiti.
Clica na foto abaixo porque vale a pena!!

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19 Jan/10
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Chegou!
Estou voltando de férias e finalmente colocando as coisas em ordem. Uma delas é tirar e editar fotos de vários discos que eu tenho adquirido pra colocar aqui na seção Chegou!.
Hoje tem a coletânea da Fat Wreck Chords, a Wrecktrospective, um EP raro do NOFX e o último disco do excelente Lawrence Arms.
Espero que gostem das fotos, e cliquem nelas para ampliá-las!
Wrecktrospective
“Wrecktrospective” é a coletânea/retrospectiva da Fat Wreck Chords, gravadora capitaneada por Fat Mike do NOFX e que em seus vinte anos de existência lançou muita, mas muita música boa.
A coletânea vem com 3 CDs. O primeiro é o “Fattest Hits”, uma espécie de “Greatest Hits” com as bandas e as músicas que foram lançadas pela gravadora e mais fizeram sucesso.
O segundo só tem Demos (não à toa ele é chamado “Demos”) e versões raras de bandas do catálogo dos caras. Destaque pra versão demo de “It’s My Job To Keep Punk Rock Elite” do NOFX que mostra um Fat Mike mais desafinado do que nunca. Digamos que é.. interessante!
Por último, o terceiro CD, que contém o “Fat Club” todinho. O Fat Club foi uma iniciativa da gravadora que lançou um programa de assinaturas, e todos que pagassem uma taxa e aderissem ao clube, receberiam um EP de 7″ por mês durante um ano. Foram discos de NOFX, MxPx, Lawrence Arms, Vandals, Randy, e mais.
Esses EPs estão esgotados e fora de catálogo há um bom tempo, e pela primeira vez ganham a luz do dia em CD.
A arte é um show à parte. Vários desenhos bacanas e pôsters de shows que me fizeram chorar, como a performance de divulgação do Rock Against Bush que contava “só” com NOFX, Alkaline Trio, Lawrence Arms, Dillinger Four e Against Me!. Se UMA banda dessas vem ao Brasil eu já surto, imagina todas na mesma noite.
Outra coisa que me chamou a atenção foi o Fat Mike contando a história da gravadora e como a partir de 2005, quando baixar MP3 de graça tornou-se algo corriqueiro ele teve que demitir gente, parar de contratar bandas e reduzir todo e qualquer tipo de custo para não ficar no prejuízo. É a primeira vez que eu vejo uma declaração honesta e não-chorona sobre o assunto, e confesso que gostei bastante, além de ter ficado pensando sobre a indústria da música.
Por último, um pôster duplo, de um lado com as capas de todos os lançamentos da FAT até hoje, desde o EP “The P.M.R.C. Can Suck On This” do NOFX até a própria Wrecktrospective e de outro lado depoimentos de membros de algumas bandas que passaram pela FAT como o Lagwagon, Strung Out, MxPx, Less Than Jake, Rise Against e Screeching Weasel sobre como foi estabelecido o contato entre banda e gravadora e como seus discos foram lançados.
É tudo muito bacana, e resume muito bem uma grande parcela da história do punk rock/independente nos últimos anos. Vale a pena! Tudo que eu falei aí em cima pode ser visto nas fotos, é só clicar e ampliar.









Don’t Call Me White
Esse EP do NOFX foi lançado em 1994 e desde então quando suas cópias acabaram ele nunca mais foi relançado e está fora de catálogo. Nem preciso dizer que foi um trabalho árduo consegui-lo, mas ele tá aqui!
Os quase 16 anos de idade ficam claros em alguns lugares como o selo no meio do vinil que deveria ser branco e já está amarelado, mas isso é normal. A capa é sensacional, combina demais com o nome da música, que é um dos hinos do NOFX.
O lado negativo fica pelo lado B, que não é inédito, mas sim uma música que saiu no “Punk in Drublic”, a inteligente “Punk Guy”.



Oh! Calcutta!
Se esse disco tivesse saído em 2009, ele seria disparado o melhor do ano pra mim. Mas ele saiu em 2007 e eu só conheci agora, então pra reparar o erro tive que conseguir rapidinho uma versão lindona dele em vinil.
Esse é um daqueles exemplos que, na minha opinião, deixa bem claro a preferência por discos de vinil.
A capa é linda, uma releitura da bandeira de Chicago com o logotipo do Lawrence Arms, e é quase obrigatório pendurá-la na parede. Além disso, todo o resto da arte segue a mesma linha e conta com ilustrações belíssimas e fotos muito legais do trio formado por Chris, Brendan e Neil.
Por último, aonde mais você poderia ter um encarte gigantesco, que na verdade é um poster, com fotos, todas as letras, agradecimentos e notinhas a mais? Só em uma caixa de disco de vinil.
Se você ainda não conhece, vá atrás, porque o “Oh! Calcutta!” é um dos melhores discos independentes dos últimos 5 anos, fácil.





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17 Dec/09
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MEGA PROMOÇÃO DE NATAL


Está no ar a MEGA-PROMOÇÃO DE NATAL do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Participe e concorra a um dos kits acima! Tem toca-discos, Vinil nacional, Vinil importado do NOFX e Blink-182, camiseta, CD Importado do Funeral For A Friend, Quadro do Green Day, Pen drive de 2GB com um montão de música do Gustavo Macaco e muito mais!!!
Clique aqui para ver o post e como participar dessa mega promoção.

E MAIS! Se a gente levar o prêmio de Melhor Blog (http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com) ou Personalidade do Ano (Tony Aiex) no BEST OF ZONAPUNK 2009, eu sortearei a TODOS que participaram da promoção o melhor disco escolhido por vocês!!!
Então corre e vota!!! É só clicar aqui.
MELHORES DO ANO
De 15 a 24 de Dezembro farei minha lista de melhores discos do ano, com um disco por post. Hoje temos o de número nove. Confere aí!
8 – Green Day – 21st Century Breakdown

Esse é facilmente meu disco menos preferido de toda a carreira do Green Day, ainda assim alcançou um lugar no meu Top 10. Críticas à parte, gostei muito da arte do álbum, da continuidade no foco em dizer que há muitas coisas erradas na sociedade norte-americana e em músicas como “Last Of The American Girls”, “Viva La Gloria!” e “Murder City”.
Só espero que no próximo álbum o trio verde volte a gravar suas boas e velhas melodias e esqueça um pouco a vontade de óperas-rock.
The Clash

No último dia 14 um dos melhores álbuns da história (e o meu primeiro disco de vinil) fez 30 anos de lançamento.
Numa jogada que se confunde com marketing e homenagem merecida, está sendo lançada mais uma versão comemorativa de “London Calling”, do Clash. Enquanto há 5 anos atrás tínhamos a edição Deluxe do álbum com CD extra e DVD, agora vem a edição comemorativa de 30 anos, com vários itens diferentes.
Se liga:
- CD com as músicas originais
- DVD com o documentário de Don Letts “The Last Testament – The Making Of London Calling”, os videos de “London Calling”, “Train In Vain” e “Clapdown”, e por último material caseiro de gravações do Clash em estúdio.
Opinião do blogueiro: Se você já tem o London Calling na edição de 25 anos, nem precisa ir atrás desse. Se não tem, vale a pena!
O link para a edição especial é esse aqui.
V/A – Harvest Of Hope Fest

A Harvest Of Hope é uma ONG baseada em Gainesville, Flórida que auxilia fazendeiros estrangeiros que moram nos EUA e não têm condições de plantar e/ou se sustentar.
Para arrecadar fundos e divulgar a causa, os caras organizarão um festival em Março do ano que vem que contará com mais de 100 bandas, sendo muitas delas nomes conhecidos aqui no blog e nomes que se você ainda não conhece, deveria correr atrás pois são o que há de melhor na música independente atual.
Junto com o festival virá uma coletânea em CD duplo, onde o esquema é termos no primeiro disco só performances ao vivo, e no segundo só performances de estúdio de várias bandas que tocarão no festival.
Ao todo serão 41 faixas distribuídas nos 2 CDs. Dá uma olhada no tracklisting:
Disco 1: Ao vivo
1. Phil and Ed Kellerman Intro
2. Against Me! – Pints of Guinness Make You Strong
3. Bouncing Souls – Gasoline
4. The Casting Out – Lullaby
5. Propagandhi – Anti-Manifesto
6. Bridge and Tunnel – Call To the Comptroller’s Office
7. Joe McMahon (Smoke or Fire) – Cryin’ Shame
8. Virgins – Guitarnageddon
9. Strike Anywhere – Invisible Colony
10. New Bruises – Transmit Transmit
11. No More – Radiation Tower
12. Flatliners- July! August! Reno!
13. Austin Lucas- Go West
14. Fake Problems – Sorry OK Sorry/ Born & Raised
15. Monikers – Over
16. Bomb the Music Industry – Even Winning Feels Bad
17. Gatorface – The Cleaner
18. Assassinate the Scientist – Lorenzo Music Never Made It
Disco 2: Estúdio
1. Less Than Jake – Summon Monsters
2. Anchor Arms – Rusty Nail
3. None More Black – Oh, There’s Legwork
4. Underground Railroad to Candyland – Suey
5. Ninja Gun – Eight Miles Out
6. Cutman – Tough Love
7. Onslaught Dynamo – Stand
8. Rehasher – No Eye In Team
9. This Bike Is a Pipe Bomb – Jack Johnson
10. Spanish Gamble – From the Corazon
11. Tim Barry – Church of Level Track
12. Static Radio NJ – Kill The Harmony Master
13. Grabass Charlestons – Dale
14. Mouthbreather- Daily Bread
15. Coyote Throat – The Cause
16. Whiskey & Co. – A Drink For You
17. O Pioneers – Limp Bizkit’s Greatest Hits
18. Paint It Black – Past Tense, Future Perfect
19. Young Livers – Non Monumental
20. Cheap Girls – Ft. Lauderdale
21. The Shaking Hands – Pave the Planet
22. Laserhead – Overdriver
23. How Dare You – Beacon St.
O link oficial para o festival é esse aqui.
Grateful Dead

Dois dos 500 melhores discos de todos os tempos segundo a Rolling Stone estão ganhando suas respectivas re-edições em vinil, e ambos são da mesma banda, o Grateful Dead.
“Live/Dead” saiu originalmente em 1969 e é o primeiro registro ao vivo da banda. Enquanto a versão original tinha 7 músicas divididas em 2 discos, essa edição trás uma faixa a mais, também dividida em 2 LPs de 12 polegadas.
Já “American Beauty” foi lançado em 1970 e é considerado por muitos um dos melhores trabalhos dos roqueiros de San Francisco. A nova versão tem 10 faixas, como a original e está disponível em um LP com a arte original.
Os links para os 2 discos são esse e esse.
Smoking Popes

O Smoking Popes é uma das bandas mais tradicionais da cena independente de Chicago. Tendo começado em 1991 pela vontade dos 3 irmãos Caterer: Josh, Eli e Matt, a banda já contou com Mike Felumlee (ex-Alkaline Trio) na bateria, que hoje é ocupada por Neil Hennessy, homem das baquetas do excelente Lawrence Arms.
Após idas e vindas, shows com o Green Day em seu auge e até mesmo um contrato com a Capitol Records, a banda assumiu status de cult/influente e decidiu voltar em 2005 após 6 anos parada.
Em Fevereiro de 2010 será lançada “It’s Been A Long Day”, uma coletânea de raridades que promete agradar os fãs da banda e ainda servir de material pra quem não conhece o quarteto.
O disco sairá por um dos selos que mais gosta da rapazeada de Chicago, a Asian Man Records.
The Fake Boys

O Fake Boys é uma banda de pop-punk que está lançando seu mais novo álbum chamado “This Is Where Our Songs Live” em várias edições diferentes de vinil. Pra combinar bem com a capa fofinha-style, os caras prensaram 100 cópias em vinil “baby-blue”, 200 em “verde-espuma-do-mar”, e 200 em amarelo-só-amarelo-mesmo.
Além disso, quem comprar na pré-venda ainda leva um cartão de adesivos e/ou buttons. Por último, o disco vem com um cartão de download para baixá-lo todo em MP3 de alta qualidade.
O link pros vários pacotes é esse aqui.
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07 Nov/09
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Antes de tudo!
A nova seção do TMDQA! está no ar: Dicionário do Vinil trás vários termos e características utilizados quando falamos de vinil que podem ser desconhecidos do grande público.
É um lugar bem bacana pra aprender um pouco e tirar as dúvidas! Confere clicando aqui.
Resumão da Semana
Sábado é dia de Resumão da Semana, então vamos lá!
Segunda-Feira



Segunda-Feira vimos que o The Doors está relançando 3 títulos da carreira em edições especialíssimas de colecionador. O Snow Patrol está com disco novo e lançou um pacote com vinil triplo e CD+DVD Duplos. O Brand New irá relançar um dos maiores álbuns da carreira em vinil de alta qualidade, assim como o Darkest Hour irá fazer com um título seu. O Ryan’s Hope, banda de skate punk bem bacana irá relançar em vinil seu disco de 2007.
Por último, o Gatorface, banda que começou como projeto paralelo de um artista gráfico está lançando um disco em vinil manchado de verde com uma capa belíssima e o Methadones está lançando novo compacto.
Terça-feira


Na Terça-feira, falei sobre o novo do Slayer que está saindo em 3 formatos e o novo do Atreyu. O Fall Of Troy também está de álbum novo e os reggaeros canadenses do Bedouin Soundclash lançaram um EP só com b-sides do seu aclamado último álbum.
Por último o folk-punk do Riot Before lançou uma regravação totalmente acústica/instrumental de antigo EP da carreira e o Pains Of Being Pure At Heart lançou 4 discos de vinil de uma tacada só.
Quarta-Feira


Quarta vimos que será relançado em vinil de alta qualidade o já clássico primeiro álbum do Rage Against The Machine. O Relient K está de álbum novo e o Of Montreal colocou à venda nada mais nada menos do que 9 discos de vinil, e promete mais.
Por último a lendária banda punk The Boys está lançando um compacto em vinil de um single antigo e o Forever The Sickest Kids lançará 3 EPs chamados “The Weekend”, e “Friday” já pode ser encontrado à venda.
Quinta-Feira

Quinta fugimos um pouco do contexto e postamos fotos e resenhas exclusivas do show do Faith No More no Rio de Janeiro.
O material é uma cortesia de Fernando Ribas, parceiraço do excelente Nerd Box que gentilmente nos cedeu as fotos e escreveu uma resenha do show.
Sexta-Feira

Ontem foi dia de seção “Chegou!”, com 37 fotos exclusivas de discos de vinil do Gaslight Anthem, Broadway Calls, Teenage Bottlerocket, Get Up Kids e Pinhead Gunpowder.
As fotos ficaram bem bacanas e os discos são todos coloridos, tem marrom, vermelho, creme, transparente e até disco de 2 cores. Dá uma conferida que ficou bem legal!
Sábado
Cheap Girls

O Cheap Girls, excelente banda de rock/indie lançou em Outubro o disco “My Roaring 20’s”, via Paper+Plastick.
Há edições em Vinil e MP3, e o site oficial do disco é esse aqui.
Dead To Me

O Dead To Me é uma banda que nasceu das cinzas do One Man Army e está lançando na próxima Terça-feira seu mais novo álbum via Fat Wreck.
“African Elephants” tem versões em LP e CD e sua página oficial é essa aqui.
The Flatliners

Quem também está de lançamento novo via Fat Wreck é o Flatliners, mas no caso deles trata-se de um EP.
“Cynics” tem 3 faixas e ganhou uma edição em vinil colorido que não durou nem um dia na loja oficial da gravadora. Agora está disponível a versão em vinil preto, e você pode encontrá-la aqui.
Arctic Monkeys

O Arctic Monkeys lançou o novo single de seu último álbum em 2 formatos diferentes de vinil.
“Cornerstone” ganhou versões em compacto de 7″ e disco de 10″. Dá uma olhada no tracklisting dos dois:
EP 7″
- Cornerstone
- Catapult
Disco 10″
- Cornerstone
- Catapult
- Sketchead
- Fright Lined Dining Room
As duas versões do single podem ser encontradas aqui.
Cloak/Dagger

O Cloak/Dagger é uma banda que mistura hardcore com punk com garage rock, o faz muito bem, e tem conseguido muito sucesso tocando inclusive em festivais de renome como o The Fest, em Gainesville.
O mais novo álbum deles, “Lost Art”, está saindo em vinil e você pode encontrá-lo aqui.
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