Posts sobre Chuck Ragan

Hot Water Music, Rise Against/Tom Morello/Public Enemy, Metallica/Megadeth/Slayer/Anthrax, Trilha Sonora Scott Pilgrim, Polar Bear Club

25 Jun/10 2 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Hot Water Music

Hot Water Music - Fuel For The Hate Game

Sim, é verdade! Fãs de Hot Water Music, comecem a chorar de emoção.
Chuck Ragan, líder de um dos quartetos mais influentes do post-hardcore/emo de todos os tempos e o resto da banda confirmaram que eles estão se reunindo para gravar um novo disco, o primeiro desde 2004 quando foi lançado “The New What Next” via Epitaph Records.

Em 2008 a banda havia retomado as atividades e pouco a pouco estava dando sinais de que voltaria, ao tocar em alguns shows pelos EUA e até mesmo lançar um compacto de 7 polegadas no Record Store Day desse ano.

Enquanto novas informações sobre o disco não surgem, você pode comemorar essa bela notícia ouvindo os outros trabalhos dos membros da banda. Enquanto Chuck Ragan tem uma carreira solo invejável com suas músicas folk, o baterista da banda George Rebelo acabou de gravar um dos melhores discos do ano com o Against Me!, o “White Crosses”.

Assim que tivermos novos detalhes, eles serão postados aqui, sem dúvidas.


Rise Against, Tom Morello, Public Enemy

Public Enemy - Disco novo com Rise Against e Tom Morello

O Public Enemy, nome importante da história da música politizada está arrecadando fundos através do site sellaband.com para gravar seu próximo disco.
A ideia é conseguir $75.000 e eles já estão com quase 60 mil, através de doações de 2225 pessoas. Vou confessar que não conhecia o site e achei essa ideia excelente, e uma bela alternativa para o modelo tradicional das gravadoras.

Outra notícia relacionada a esse lançamento é que o Rise Against e Tom Morello, do Rage Against The Machine (quanto against!) irão participar desse novo trabalho.

Por último, os caras gravaram uma música criticando o derramamento de óleo causado pela BP nos Estados Unidos, e você pode ouvi-la aqui.

Só pra lembrar, o Rise Against acaba de gravar uma cover de “Sliver” do Nirvana, e de reunir membros do Refused e Bad Religion para uma cover de Minor Threat na Suécia.


Big Four (Metallica, Slayer, Anthrax e Megadeth)

Big Four - Anthrax, Metallica, Slayer e Megadeth

Quatro das maiores bandas de metal do mundo tiveram uma bela ideia: reunir-se para shows gigantescos, em lugares lotados, cheios de metaleiros ensandecidos com um dos maiores espetáculos que eles podem oferecer.

Metallica, Anthrax, Slayer e Megadeth embarcaram nessa turnê e o primeiro show acabou de acontecer na Polônia, para um público de 81.000 pessoas e o baixista do Megadeth, David Ellefson disponibilizou algumas fotos e deu depoimento para o site da Roadrunner Records.

Ellefson disse que o Anthrax soou bem demais com a volta de Joey Belladona nos vocais, que o Slayer fez o de sempre e aniquilou o lugar e que o Metallica e seu público de quase 100.000 pessoas (na verdade eram 81.000) fizeram com que estar ali fosse uma experiência espetacular.

Além disso, ele ainda confessou que esse é um sonho das 4 bandas se tornando realidade.

O próximo show da série será na Suíça e você pode encontrar mais detalhes e fotos aqui.

Pra completar, no vídeo abaixo você vê as 4 bandas juntas tocando “Am I Evil?” do Diamond Head, e segundo o próprio vocalista do Metallica, James Hetfield, diz no vídeo, a história está sendo escrita.

Assista:


Trilha Sonora Scott Pilgrim Vs. The World

Scott Pilgrim Vs. The World

O rei das comédias românticas adolescentes, descoladas e indie Michael Cera está de volta.
Após arrebatar os corações de 9 em cada 10 meninas alternativas com suas performances em Juno e Nick And Norah’s Infinite Playlist ele interpreta Scott Pilgrim, em “Scott Pilgrim Vs. The World” na adaptação aos cinemas desse personagem dos quadrinhos.

Como quase todo filme que ele participa tem um caráter totalmente indie envolvido, a trilha sonora não poderia ser diferente, e como aconteceu com “Juno”, que tem Belle & Sebastian, Sonic Youth, Cat Power, entre outros, a trilha desse novo trabalho foi divulgada e não fica atrás, com nomes como Metric, Broken Social Scene, Frank Black e T. Rex.
Dá uma olhada na tracklisting:

1. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘We Are SEX BOB-OMB’
2. Plumtree – ‘Scott Pilgrim’
3. Frank Black – ‘I Heard Ramona Sing’
4. Beachwood Sparks – ‘By Your Side’
5. Black Lips – ‘O Katrina!’
6. Crash And The Boys (Broken Social Scene) – ‘I’m So Sad, So Very, Very Sad’
7. Crash And The Boys (Broken Social Scene) – ‘We Hate You Please Die’
8. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘Garbage Truck’
9. T. Rex – ‘Teenage Dream’
10. The Bluetones – ‘Sleazy Bed Track’
11. Blood Red Shoes – ‘It’s Getting Boring by the Sea’
12. Metric – ‘Black Sheep’
13. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘Threshold’
14. Broken Social Scene – ‘Anthems for a Seventeen-Year-Old Girl’
15. The Rolling Stones – ‘Under My Thumb’
16. Beck – ‘Ramona (Acoustic)’
17. Beck – ‘Ramona’
18. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘Summertime’
19. Brian LeBarton – ‘Threshold 8 Bit’

O CD sairá no dia 10 de Agosto e já pode ser encontrado em pré-venda aqui.

Polar Bear Club

Polar Bear Club Ao Vivo

O site AlexIsLegend, especializado em disponibilizar shows completos de bandas independentes acaba de subir os vídeos de um show inteirinho do Polar Bear Club em Providence, Estados Unidos.

Nesse link aqui você pode assistir o show completo do quinteto de post-hardcore/emo que tem sido uma das bandas mais elogiadas do estilo e tem lançado discos apreciadíssimos por público e crítica.

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Gogol Bordello, Jesse Malin & The St. Marks Social, Kevin Seconds, Have Heart

26 Apr/10 2 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Gogol Bordello

Os gypsy punks do Gogol Bordello (formado em Nova Iorque, em 1999) estão de volta em 2010 com um novo álbum!

Há dois anos o frontman da banda, Eugene Hütz, mudou-se para o Brasil e parte de suas experiências vividas por aqui, podem ser escutados no “Trans-Continental Hustle”: Um álbum totalmente influenciado por essas vivências novas e pelas riquezas do nosso país.

Produzido por nada mais nada menos do que Rick Rubin, “Trans-Continental Hustle” é o quinto álbum da banda; o primeiro de estúdio desde “Super Taranta!”, lançado em 2007 e o sucessor do ao vivo “Live from Axis Mundi”, lançado em 2009.

O álbum já está disponibilizado NA ÍNTEGRA no myspace oficial. Clique para ouvir!

Tracklisting:

01. “Pala Tute”
02. “My Companjera”
03. “Sun on My Side”
04. “Rebellious Love”
05. “Immigraniada (We Comin’ Rougher)”
06. “When Universes Collide”
07. “Uma Menina”
08. “Raise The Knowledge”
09. “Last One Goes The Hope”
10. “To Rise Above”
11. “In The Meantime In Pernambuco”
12. “Break The Spell”
13. “Trans-Continental Hustle”

“Trans-Continental Hustle” será lançado via American Recordings em versão digital, CD (com versão CD + camisa) e vinil duplo 180 gramas (com versão LP + camisa), amanhã, dia 27 de abril.

Para comprá-lo em versão digital, clique aqui.

Para comprá-lo em vinil, clique aqui.

Para comprá-lo em CD + camisa, clique aqui.

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A faixa “Pala Tute”, que abre o registro, foi também escolhida para ser o novo single. Clique aqui para fazer o download gratuito da música.

Jesse Malin & The St. Marks Social

Após lançar três bem aclamados álbuns solo, Jesse Malin (ex membro das bandas Heart Attack D Generation) assume o The St. Marks Social como banda de apoio e lança o seu álbum de estreia com a banda e o quarto de sua carreira.

“Love It To Life” será lançado amanhã, dia 27, via SideOneDummy Records, em CD e LP e foi produzido por Ted Hutt (que já trabalhou com Lucero, Flogging Molly e The Gaslight Anthem).

A julgar pelas prévias postadas no msypace, “Love It To Life” parece ser um excelente álbum e sem deixar nada a desejar.

Tracklisting:

01 “Burning The Bowery”
02 “All the way from Moscow”
03 “The Archer”
04 “St. Mark’s Sunset”
05 “Lowlife in a High Rise”
06 “Disco Ghetto”
07 “Burn the Bridge”
08 “Revelations”
09 “Black Boombox”
10 “Lonely at Heart”

Para comprar o álbum em CD [vem com quatro buttons de graça], clique aqui.

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O processo de composição e gravação do álbum contou com alguns amigos de Jesse: Ryan Adams (parceiro de longa data), Brian Fallon (do The Gaslight Anthem) e Mandy Moore (cantora pop e esposa de Ryan Adams).

Antes desse álbum sair e por ter se sentido “perdido”, Jesse chegou a levar em consideração voltar a estudar, se tornar um comediante de standup ou um DJ de casamentos em Las Vegas. Ele chegou até a começar a fazer um filme documentário sobre a banda Bad Brains (que inclusive, é muito fã). Por cerca de um ano, ele não quis tocar ou gravar. Mas quando foi convidado por um roteirista de Hollywood para compor algumas músicas para um filme sobre o autor  J.D. Salinger. Malin, que é fã do filme “Catcher in the Rye” e de outros trabalhos escritos por Salinger, não pensou duas vezes e foi até Cornish, NH esperando trocar algumas palavras com o autor que seria homenageado.

Só que ao invés de conseguir a entrevista, Jesse foi parar na delegacia local por invasão e foi liberado somente após os policiais terem assistido ao seu vídeo com Bruce Springsteen no Youtube e se convenceram que ele era apenas um compositor fazendo pesquisas.

Embora ele nunca tenha conhecido Salinger (que faleceu em janeiro deste ano), Malin escreveu parte da sua experiência nas músicas “The Archer” e “Lonely at Heart” – essas duas foram as músicas que fizeram com que ele tivesse vontade de trabalhar com música de novo e foram a base para esse novo álbum.

Jesse Malin já dividiu o palco com várias bandas conhecidas: De The White Stripes a Counting Crows, The Hold Steady a Lucinda Williams e agora com a sua banda de amigos The St. Marks Social, já vez uma sequência de shows com Gogol Bordello, DeVotchKa e em maio fará um show com Angels And Airwaves.

Sobre a formação da banda Jesse Malin & The St. Marks Social, Jesse comentou:

Para mim, rock ‘n’ roll é um exorcismo que começa toda noite quando o som se põe, quando a música começa a ser toca e quando o espírito começa a flutuar. Isso ajuda a dizer coisas em público, propagadas por microfones sujos. É uma forma de cuspir o veneno.

Kevin Seconds

Kevin Seconds, fundador (em parceria com o seu irmão, Steve Youth) e vocalista do 7 Seconds, banda de hardcore punk que está na ativa desde 1979 e também vocalista / guitarrista da Ghetto Moments, lançará novo trabalho folk.

“Good Luck Buttons” é o segundo álbum da carreira solo de Kevin (seu primeiro havia sido “Stoudamire”, de 1997) e está programado para sair no dia 11 de maio deste ano, via Asian Man Records, em CD, vinil 12 polegadas e versão digital.

Tracklisting:

01 “Random Harm”
02 “Slights And Snickers”
03 “New And Beautiful”
04 “Message To KV”
05 “Be Your Witness”
06 “Hello Square One”
07 “Sunday Afternoon Bicycle Polo”
08 “There’s A Hole”
09 “No Good Eggs”
10 “Big Important Place”
11 “Happy Beginning”

A demo de “Random Harm” pode ser ouvida no seu myspace oficial.

Para reservar sua cópia em vinil ou CD e ainda ganhar um patch e um button, clique aqui.

Se preferir a versão digital, é só ficar ligado aqui, já que ainda não está disponível.

Mike Park, dono da Asian Man Records, comentou sobre esse lançamento:

Ter passado uns tempos com o Kevin ao longo dos últimos anos tem sido mais inspirador. Ver um homem de verdade em vez de algum roqueiro punk velho cansado; encontrei um verdadeiro artista que amava demais a música.
Esse segundo lançamento pela Asian Man traz música mais sincera e honesta que é difícil não gostar. Definitivamente tem aquela vibe folk no estilo de punk acústico, como o feito pelo Chuck Ragan, mas permanecendo nova e única.

Assista ao vídeo de “There’s A Hole”, faixa que também compõe esse novo álbum:

Have Heart

No dia 16 de março deste ano a excelente banda de hardcore punk Have Heart, formada em New Bedford, Massachusetts em 2002 e que terminou no ano passado, relançou uma nova prensagem do seu segundo e último álbum (e sexto registro) em vinil 12 polegadas via Bridge Nine Records.

Semelhante ao Refused há uma década atrás, Have Heart tomou o gênero hardcore e redefiniu o que significa ser uma banda de hardcore.

“Songs To Scream At The Sun”- que foi originalmente lançado no dia 8 de junho de 2008 – foi gravado por Kurt Ballou (multi-instrumentista do Converge, banda de mathcore também nascida em Massachusetts) no Godcity Studios.

O álbum, que tem 21min02s de duração, foi lançado em diversas prensagens:

Prensagem teste (limitada a dezoito cópias);

1ª prensagem:

Vinil amarelo (limitado a 531 cópias);

Vinil azul sólido (limitado a 1395 cópias) [nessa versão a embalagem é gatefold];

Vinil transparente (limitado a 112 cópias);

Vinil branco (limitado a 1000 cópias).

2ª prensagem:

Vinil verde (limitado a 1000 cópias).

3ª prensagem (atual):

Vinil azul transparente (limitado a 1000 cópias).

Tracklisting:

01 “The Same Son”
02 “Bostons”
03 “Pave Paradise”
04 “On The Bird In The Cage”
05 “Brotherly Love”
06 “No Roses, No Skies”
07 “The Taste Of The Floor”
08 “Reflections”
09 “Hard Bark On The Family Tree”
10 “The Same Sun”

Para comprá-lo em azul vinil azul transparente [vem com cartão para fazer download], clique aqui.

Patrick Flynn (vocalista) e Kei Yasui (guitarrista) comentaram respectivamente sobre o álbum:

‘Songs to Scream at the Sun’ é sobre o processo de crescimento de um jovem garoto sacudindo as correntes de egoísmo, mas é sobre tudo, o que você perde e ganha nesse processo de crescimento.

Esse álbum é algo que eu vinha sonhando em fazer há muito tempo, desde quando eu tinha treze anos e dava moshs nos shows do Reach the Sky.

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Entrevista com Jair Naves

03 Mar/10 Nenhum comentário | Arquivado em Entrevistas, , , , , , , , , , , ,

Jair Naves

Você já deve ter visto Jair Naves rolando pelos palcos a frente da extinta banda Ludovic. Depois de uma pausa de 2 anos, Jair retorna com projeto solo, trocando as distorções por um instrumental detalhista e sutil. A poesia e melodia agora são mais cativantes e agradam fácil aos ouvidos mais delicados. Se existe um candidato a “Renato Russo 2″, Jair ultrapassa todos os requisitos. (Felipe Eterno)

Entrevista por Felipe Eterno e Vinicius Paes

Você tem algum parentesco com os “Irmãos Naves”? A polêmica dos irmãos ocorreu em Araguari, servindo até de tema para o filme “O Caso dos Irmãos Naves”. Você tem sobrenome Naves e passou sua infância em Araguari, é pura coincidência?

Não sei, não sei mesmo. Perguntei sobre isso para alguns parentes mais velhos e o máximo que eu consegui descobrir é que havia alguma proximidade entre a família de Sebastião e Joaquim (os tais “irmãos Naves”) e a da minha avó paterna. Por tudo o que você ressaltou na pergunta, acho muito provável que exista alguma espécie de parentesco sim, mas não posso afirmar nada. Independentemente disso tudo, mesmo na hipótese dessa coisa do sobrenome ser uma imensa coincidência, é uma história muito forte, que não pode ser esquecida, muito representativa no que diz respeito às inúmeras monstruosidades cometidas na época da ditadura militar. Além disso, o filme do Luis Sérgio Person sobre o ocorrido me influenciou imensamente quando eu estava escrevendo as músicas desse EP. Perdi as contas de quantas vezes assisti “O Caso dos Irmãos Naves”, e toda vez que o revejo me surpreendo com a elegância e a sensibilidade com que eles conseguiram contar um dos episódios mais escabrosos da história do Brasil. Está na minha lista de dez melhores filmes nacionais de todos os tempos, sem dúvida alguma.

Na musica que dá nome ao EP “Araguari I (Meus amores Inconfessos)” você canta: “saudade da nossa banda e dos palcos que pisei”, essa banda é o Ludovic?

É inegável que se trata de uma referência a essa e a outras bandas em que eu toquei, mas a idéia para esse verso não veio somente daí. Tenho amigos que já trabalharam com música e que em determinado momento se viram inclinados a abandonar essa atividade, como se isso representasse uma espécie de ritual de entrada na vida adulta, sabe como é? Como se de repente chegasse a hora investir em casamento, filhos, um emprego “de gente grande” e desistir da fantasia que querer ser reconhecido por seus dotes artísticos, como se insistir nisso fosse um sinal de adolescência tardia. O curioso é que quase todos esses meus conhecidos parecem meio amargurados, alguns até falam da época em que tocavam com um saudosismo de cortar o coração. Como essa música é basicamente sobre saudade, sobre travar confrontos com aspectos mal-resolvidos do passado, achei que seria interessante falar também sobre isso.

Nos shows você será acompanhado pelos mesmos músicos que gravaram o EP? Eles também são de Araguari?

Não. Como meus planos de contratar músicos araguarinos não vingaram, tive que me contentar com pessoas de outros lugares (risos). Bom, sobre a banda que vai me acompanhar, infelizmente não poderei contar com todos que me ajudaram nas gravações, mas a espinha dorsal daquela equipe continua comigo: Marco Paschoal (bateria), Alexandre Xavier (piano) e Júlia Frate (voz). Completam a banda Ali Junior (baixo) e D. Guedes (guitarra).

Hoje vemos inúmeros músicos de bandas nacionais e internacionais se dividindo entre a suas bandas e seus projetos solo como Chuck Ragan (Hot Water Music), Greg Graffin (Bad Religion), Marcelo Camelo, Carlos Dias (Polara) ,Tor (Zumbis do Espaço), onde apresentam uma sonoridade bem diferenciada que varia entre o rock e o folk/country sucessivamente. No seu caso a idéia de um projeto solo já existia durante o Ludovic ou surgiu somente após o término da banda?

Eu nunca tinha cogitado a possibilidade de trabalhar dessa forma, foi preciso que a banda terminasse para que eu considerasse esse caminho como uma opção. Até então eu jamais tinha sequer pensado em mim mesmo com um “artista solo”, continua sendo um pouco estranho me enxergar dessa maneira. Decidi tentar continuar por conta própria para evitar alguns dos problemas que eu tinha enfrentado enquanto líder ou integrante de outras bandas, situações problemáticas que eu também vejo acontecer com enorme freqüência em grupos de conhecidos.

E qual a diferença entre estar em uma banda e tocar um projeto solo?

Ainda é um pouco cedo para dizer, já que nem começamos a fazer show com esse projeto. Por enquanto, está sendo ótimo. É uma exposição bem maior, isso me desagrada um pouco, mas tudo funciona de forma bem mais prática. A responsabilidade pelo trabalho é praticamente toda sua, você se sente muito mais a vontade para explorar o tema que bem entender e há uma abertura maior para colaborações com terceiros. Definitivamente não me arrependo de ter seguido por esse lado.

No Ludovic todo o sentimento estava presente de forma mais agressiva e agora continua presente de maneira mais suave e harmônica. Isso já aconteceu com muitos dos grandes ícones musicais, você acha que está seguindo o mesmo trajeto de um grande nome da música naturalmente?

Não sei, sinceramente. Eu tento fazer o melhor possível dentro das minhas limitações, fico feliz em ver que consigo evoluir de uma maneira ou de outra e que existem pessoas que acolhem com carinho minhas músicas. Acho que ainda tenho muito que melhorar, sempre penso que a minha melhor música ainda está por vir.

A internet foi um grande trampolim para o reconhecimento do Ludovic, porém mesmo com grandes seguidores, a banda manteve-se dentro do eixo underground. Com a carreira solo já percebemos que você também estará usando a internet como forma de divulgação. Você tem a intenção de atingir um público diferenciado ou mesmo até ser inserido comercialmente no meio musical?

É muito difícil prever quem vai gostar do que você escreve, toca ou canta. Eu nem me preocupo muito a esse respeito porque acho que é prejudicial ao processo de composição, cai numa mentalidade de “agora eu tenho que fazer as coisas de tal forma que eu consiga agradar mais gente e ganhar dinheiro” e etc. Eu só posso torcer para que outras pessoas além de mim gostem das coisas que eu escrevo, não me importo se é alguém entendido em música ou não.

Você já tem em mente algum roteiro de vídeo clipe para uma dessas musicas?

Tenho algumas ideias sim, mas não sei se faremos um clipe para alguma dessas quatro ou para uma das faixas que estamos gravando atualmente. Seja como for, a intenção é lançar um clipe ainda nesse semestre.

Gravar 4 músicas acaba deixando todo mundo com gostinho de quero mais, além desse EP já existem novas composições a caminho?

Sim. Já estamos gravando material novo, se tudo correr conforme o previsto ainda em 2010 sai um disco “cheio”, que deverá ter de 10 a 12 músicas inéditas.

Outra coisa que destaca muito na beleza do “Araguari” são as letras de cada faixa. O que você lê que te inspira tanto assim?

Obrigado pelos elogios, fico realmente feliz em saber que você gostou. Essa é sempre a parte que mais me preocupa, onde eu mais perco tempo e que mais me dá dor de cabeça. Sou mais preguiçoso do que eu deveria para escrever as letras, então eu fico rascunhando durante um tempão e só finalizo na véspera de gravar as vozes – em muitos casos, já terminei somente alguns minutos antes da gravação. Não acho que livros, filmes e discos funcionem exatamente como fonte de inspiração, eu diria que eles influenciam mais na parte de construção do texto e lapidação das idéias do que exatamente no tema ou no sentimento que os versos transmitem. A inspiração vem especialmente da convivência com outras pessoas, de conversas, histórias, situações marcantes e coisas assim.

Respostas Rápidas:

Amor: O que faz todo o resto valer a pena.
Morte: Um assunto enlouquecedor, sobre o qual eu prefiro não pensar muito.
Filhos: Responsabilidade demais. Não recomendo para todo mundo, sinceramente.
Ludovic: Um grande aprendizado.
2010: Muito, mas muito trabalho.
Palco: Quase dois anos longe dos palcos. Não vejo a hora de voltar.
Melhor amigo: Essa é difícil. Teria que ser no plural, eu acho. 

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Chegou! Com Tributo a Johnny Cash, Tumbledown de Mike Herrera, Yesterday’s Ring, Kudrow e Dillinger Four, “We Are The World” versão punk

27 Feb/10 1 comentário | Arquivado em Chegou!, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Chegou!

Hoje tem mais uma edição da seção chegou com discos que chamam a atenção pelas cores de seu vinil.
Tem uma coletânea ao Johnny Cash em vinil marrom, split de duas bandas alt-country em vinil meio marrom meio caramelo, EP do Kudrow em vinil marrom com manchas e um dos discos mais bonitos da minha coleção, o “Versus God” do Dillinger Four em vinil cinza com manchas pretas.

Clique nas fotos para ampliá-las e aprecie sem moderação!

All Aboard – A Tribute To Johnny Cash

Confesso que eu tenho um certo receio quando o assunto é coletânea, principalmente se for tributo a alguma banda/artista que eu gosto, porque aí corro o risco de ficar totalmente decepcionado, como é o caso do tributo ao Operation Ivy por exemplo.

Quando eu li sobre o “All Aboard” a primeira vez, me chamou a atenção a quantidade de nomes bons e importantes da cena que estavam participando, como o Gaslight Anthem, MxPx, Bouncing Souls, sem contar os artistas solo Chuck Ragan (Hot Water Music) e Joe McMahon (Smoke Or Fire) por exemplo.

Esse disco ainda estava na minha lista de pendências pra ouvir quando a Vinyl Collective resolveu vendê-lo por metade do preço nas loucuras do fim do ano passado que praticamente toda loja fez, aí fui obrigado a comprar, ainda mais levando em consideração que o vinil é marrom.

Resumo: não me decepcionei. Praticamente todas as faixas fazem jus ao grande Johnny Cash e há interpretações lindíssimas como a de Chuck Ragan para “Wreck Of The Old 97″, divertidas como “Hey Porter” pelo MxPx e mais sóbrias, como “God’s Gonna Cut You Down” do Gaslight Anthem. Dos artistas que eu não conhecia todos me surpreenderam positivamente, e o disco passa rapidinho, como todo bom álbum deve ser.

O vinil é marrom combinando bem demais com a arte que traz uma foto envelhecida de um trem e várias “sujeiras” na arte fazendo com que a capa do disco pareça daquelas bem velhas, mal tratadas pelo tempo.

O disco vem dentro de um envelope que de um lado tem uma arte parecida com a da capa em preto e branco e do outro tem todos os detalhes sobre as bandas que participaram do projeto com depoimentos de seus integrantes sobre Mr. Cash e um texto explicativo sobre a ONG beneficiada com a arrecadação da venda desse álbum.

É bom pra quem quer conhecer Johnny Cash, alguma das bandas participantes, ou pra quem é fã, já que agrada a todos.

Clique nas fotos para ampliá-las.



Split Tumbledown / Yesterday’s Ring

Dois projetos paralelos: O Tumbledown é a banda alt-country de Mike Herrera do MxPx e o Yesterday’s Ring é a banda alt-country do pessoal do Sainte Catherines. Não sabia o que esperar, e felizmente fiquei feliz com a surpresa.
A gravadora desse disco é a mesma do tributo acima, a Anchorless Records, fazendo com que ele também estivesse por metade do preço, quando vi que ele era marrom/preto decidi arriscar.

No Lado A temos o Tumbledown com a própria “Homeward Bound”, uma excelente canção alt-country com o vocal pop de Mike Herrera que resultou em uma faixa bem gostosa de se ouvir, principalmente no vinil. A segunda faixa é uma cover da clássica “On The Road Again” do Willie Nelson. Classe!

No Lado B as músicas do Yesterday’s Ring fazem a única parte desse split que poderia ter ressalvas. Achei as faixas apenas razoáveis, e logo acabei virando o disco denovo para ouvir o Tumbledown de Mike Herrera mais uma vez.

A arte é linda. Duas belas fotos, uma de um campo de trigo e a outra com algo “folhas de outono” e o vinil é espetacular. Metade preto, metade caramelo ele combinou bem demais principalmente com a capa do lado B e é um dos 7″ mais bonitos da minha coleção.

Clique nas fotos para ampliá-las.

Kudrow

Esse é o primeiro e único lançamento do projeto paralelo de Jeff Rosenstock do Bomb The Music Industry!, o trio indie Kudrow.
“Lando” traz 3 faixas no Lado A e uma no Lado B, algumas mais orientadas ao indie e outras mais orientadas ao rock. Se você ainda não viu, clique aqui e leia tudo que Jeff falou sobre esse trabalho e sobre a faixa “Blink-182 Reunion” na entrevista exclusiva que o TMQDA! fez com ele.

O disquinho é bem legal, com belas fotos e um disco marrom com algumas manchas de outras cores. O encarte tem uma folhinha, como é normal em 99% dos EPs, com todas as letras (ponto positivíssimo) e os devidos créditos.

Lembrando sempre que você pode baixar esse disco de graça no site da gravadora Quote Unquote Records.

Clique nas fotos para ampliá-las.


Dillinger Four

Sou suspeito pra falar, porque acho Dillinger Four uma das melhores bandas de punk rock/pop-punk de todos os tempos. Os caras são reis em fazer boas músicas, alternar os vocais entre o baixista Paddy e o guitarrista Erik e escrever letras inteligentes.
“Versus God” saiu em 2000, é o segundo disco de estúdio dos caras e saiu pela Hopeless Records após o elogiadíssimo disco de estreia “Midwestern Songs Of The Americas”, não repetindo o sucesso mas chamando a atenção o suficiente para que a Fat Wreck Chords os contratasse pouco tempo depois.

A arte desse vinil é sem dúvida uma das mais bonitas da minha coleção. O discão cinza/prateado/cheio de manchas pretas combinou DEMAIS com a capa, que por sinal combinou DEMAIS com o título do álbum e me agradou em cheio.

Fora isso, o encarte traz várias fotos bacanas da banda, e mais uma vez é possível ver a tatuagem de Paddy, o baixista, que ostenta no peito em letras garrafais “How Much Art Can You Take?”, frase que inspirou Fat Mike na letra de “Seeing Double At The Triple Rock” do NOFX. Aliás, Triple Rock é a casa de shows em Minneapolis cujo dono é Paddy, onde a estória da música se passa e onde o clipe foi gravado. Ufa!

Se você ainda não ouviu o Dillinger Four, faça esse favor a si mesmo.

Clique nas fotos para ampliá-las.


We Are The World com punks suíços

Nossos parceiros do Collector’s Room só pra variar fizeram um post interessantíssimo com um vídeo de bandas punks suíças fazendo uma versão da clássica “We Are The World”, hino beneficente reeditado esse ano para as vítimas do Haiti.

Clica na foto abaixo porque vale a pena!!


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Iron Maiden, Yeah Yeah Yeahs, Califone, Jefferson Airplane, Chuck Ragan

14 Dec/09 Comentários desabilitados | Arquivado em Notícias, , , ,

MEGA PROMOÇÃO DE NATAL



Mega-promoção - Toca-Discos Mega-promoção - Compactos de 7" CAMISETA Tenho Mais Discos Que Amigos! Blink-182 - They Came To Conquer... Uranus

Mega-promoção - Quadro do Green Day Mega Promoção - Laja Records Funeral-For-A-Friend-BR---Promoção1 Gustavo-Macaco


Está no ar a MEGA-PROMOÇÃO DE NATAL do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Participe e concorra a um dos kits acima! Tem toca-discos, Vinil nacional, Vinil importado do NOFX e Blink-182, camiseta, CD Importado do Funeral For A Friend, Quadro do Green Day, Pen drive de 2GB com um montão de música do Gustavo Macaco e muito mais!!!

Clique aqui para ver o post e como participar dessa mega promoção.

Mega Promoção - Melhor Disco de 2009!

E MAIS! Se a gente levar o prêmio de Melhor Blog (http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com) ou Personalidade do Ano (Tony Aiex) no BEST OF ZONAPUNK 2009, eu sortearei a TODOS que participaram da promoção o melhor disco escolhido por vocês!!!
Então corre e vota!!! É só clicar aqui.

Iron Maiden

Iron Maiden - Flight 666

“Flight 666″ é um documentário/disco ao vivo lançado pelo Iron Maiden esse ano com músicas gravadas ao redor do mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil.
Originalmente lançado em uma versão com 2 CDs e 2 DVDs, o documentário ganhou também uma edição especial com 2 LPs no formato Picture Disc (clique aqui para saber o que é um picture disc) com arte inédita impressa no próprio vinil, pôster, encarte completo e fotos exclusivas.
A tracklist é mantida nessa versão em LP duplo e ficou divida assim:

Disco 1

1. “Churchill’s Speech” (Recorded live in Mumbai, India, Bandra-Kurla Complex; Feb 1, 2008)
2. “Aces High” (Recorded live in Mumbai, India, Bandra-Kurla Complex; Feb 1, 2008)
3. “2 Minutes to Midnight” (Recorded live in Melbourne, Australia, Rod Laver Arena; Feb 7, 2008)
4. “Revelations” (Recorded live in Sydney, Australia, Acer Arena; Feb 9, 2008)
5. “The Trooper”  (Recorded live in Tokyo, Japan, Tokyo Messe Hall; Feb 16, 2008)
6. “Wasted Years” (Recorded live in Monterrey, Mexico, Arena Monterrey; Feb 22, 2008)
7. “The Number of the Beast” (Recorded live in Los Angeles, USA, The Forum; Feb 19, 2008)
8. “Can I Play with Madness?” (Recorded live in Mexico City, Mexico, Foro Sol Stadium; Feb 24, 2008)
9. “Rime of the Ancient Mariner” (Recorded live in New Jersey, USA, Izod Center; Mar 14, 2008)

Disco 2

1. “Powerslave” (Recorded live in San Jose, Costa Rica, Saprissa Stadium; Feb 26, 2008)
2. “Heaven Can Wait” (Recorded live in Sao Paulo, Brazil, Palmeiras Stadium; Mar 2, 2008)
3. “Run to the Hills” (Recorded live in Bogotá, Colombia, Simon Bolivar; Feb 28, 2008)
4. “Fear of the Dark” (Recorded live in Buenos Aires, Argentina, Ferrocaril Oeste Stadium; Mar 7, 2008)
5. “Iron Maiden” (Recorded live in Santiago, Chile, Pista Atletica; Mar 9, 2008)
6. “Moonchild” (Recorded live in San Juan, Puerto Rico, Coliseo De Puerto Rico; Mar 12, 2008)
7. “The Clairvoyant” (Recorded live in Curitiba, Brazil, Pedreira Paulo Leminski; Mar 4, 2008)
8. “Hallowed Be Thy Name” (Recorded live in Toronto, Canada, Air Canada Centre; Mar 16, 2008)

O link para a caixa é esse aqui.


Yeah Yeah Yeahs

Yeah Yeah Yeahs - Zero Yeah Yeah Yeahs - Heads Will Roll

Os dois primeiros singles do aclamado último álbum do Yeah Yeah Yeahs chamado “It’s Blitz!” saíram em várias versões diferentes cada um.
“Zero” ganhou 2 compactos em disco de vinil de 7 polegadas e mais uma terceira em CD. Se liga:

7″ A:
A. Zero
B. Zero (Animal Collective Remix)

7″ B:
A. Zero
B. Zero (Erol Alkan Remix)

CD:
1. Zero
2. Zero (MSTRKRFT Remix)


“Heads Will Roll” ganhou uma versão em 7″ e uma em CD, mas as 2 faixas são as mesmas em ambos formatos.

1. Heads Will Roll
2. Heads Will Roll (Passion Pit Remix)


Os links para comprá-los são respectivamente esse aqui e esse aqui.

Califone

Califone - All My Friends Are Funeral Singers

O Califone é uma banda indie daquelas que os chamados críticos especializados adoram elogiar.
Seu penúltimo disco, “Roots & Crowns”, de 2006 recebeu comentários positivos de vários veículos, inclusive o famigerado Pitchfork que deu nota alta ao álbum e o escolheu como algo que representa algo que há de melhor nos últimos tempos.
“All My Friends Are Funeral Singers” é o mais novo trabalho dos caras e saiu em Outubro desse ano, em CD e LP, sendo que a versão em vinil tem 2 discos e ainda é complementada com uma faixa bônus.

Vale citar ainda que junto com o novo disco sairá também um filme de mesmo nome, que a banda pretende divulgar a partir do ano que vem, fazendo com que ele entre no circuito de festivais de cinema mundo afora.

O link para a loja dos caras onde é possível encontrar todas as versões do disco é esse aqui.


Jefferson Airplane

Jefferson Airplane - Thirty Seconds Over Winterland

A Iconoclassic Records é uma gravadora que está fazendo algo meio “contra a maré” da maioria dos selos que têm mexido com títulos antigos. Enquanto a onda é relançar versões em vinil de discos clássicos, eles trabalham exclusivamente com CDs remasterizados e cheios de arte/encarte/letras extras, agindo como um bônus ao lançamento original dos títulos.

Um bom exemplo do trabalho da gravadora é “Thirty Seconds Over Winterland”, disco de faixas ao vivo do Jefferson Airplane, lendária banda pioneira do rock psicodélico que foi ícone do estilo nos anos 60 e 70.
A versão da Iconoclassic trás as 7 faixas do disco original mais 5 faixas bônus, todas remasterizadas diretamente das fitas originais por Vic Anesini, que a gravadora gosta de ressaltar, é um engenheiro de som vencedor do Grammy.

O link para o disco é esse aqui.


Chuck Ragan

Chuck Ragan - Rotterdam

Como eu havia anunciado há um tempo atrás, Chuck Ragan lançou um disco novo esse ano chamado “Gold Country”, e havia um pacote na loja oficial da Side One Dummy que vendia o disco acompanhado de um Picture Disc de 7″ bônus.
Esse picture disc se tratava de “Rotterdam”, que agora está sendo vendido sozinho.
No total foram prensadas 1.000 cópias, e a Vinyl Collective, loja que está fazendo a venda ainda tem cerca de 100 disponíveis, mas quando elas acabarem, não serão prensadas novamente.
O link é esse aqui, e nunca é demais lembrar que Chuck Ragan é o ex-vocalista do Hot Water Music.

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Spinnerette, Chuck Ragan, Dinosaur Jr., Bikini Kill, Elvis Costello

30 Nov/09 2 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , ,

Hoje vou com notícias rapidinhas já que estou com quase todo o meu tempo tomado à organização da mega-promoção que vai pro ar essa semana. ;)

Spinnerette

Spinnerette - All Babes Are Wolves

O mais novo single do Spinnerette, novo projeto de Brody Dalle (ex-Distillers e esposa de Josh Homme) é “All Babes Are Wolves” e está sendo lançado em vinil de 7″.
No lado A temos a faixa-título e no lado B, a cover de “I Will Refuse”, música de um projeto paralelo de Ian Mackaye chamado Pailhead.
O link para o disquinho é esse aqui.


Chuck Ragan

Chuck Ragan - Live From Rock Island: The Daytrotter Sessions

O Daytrotter é um site que conta com várias apresentações no estilo “ao vivo em estúdio” de bandas independentes e muito bacanas. Chuck Ragan passou por lá há pouco tempo e resolver além de gravar 7 faixas, disponibilizá-las em um belo vinil de 10″ lançado via Side One Dummy.
Curiosidade: No site Daytrotter é possível encontrar uma música inédita do Get Up Kids gravada quando eles fizeram a sessão para o site.
O link para comprar o disco é esse aqui.


Dinosaur Jr.

Dinosaur Jr. - Pieces

O Dinosaur Jr. está lançando o segundo single do seu último álbum de estúdio chamado “Farm”. Trata-se de “Pieces”, que mantém a arte de “Farm” e trás no lado B a exclusiva “Houses”.
Link direto: aqui.


Bikini Kill

Bikini Kill - New Radio

As riot girls do Bikini Kill disponibilizaram no site da sua gravadora um kit do single “New Radio” em vinil de 7″ mais uma camiseta da banda por apenas 15 dólares.
Para aproveitar a barganha o link é esse aqui.


Elvis Costello

Elvis Costello - Armed Forces

O terceiro álbum do meu Elvis favorito, o Costello, está sendo relançado em vinil de altíssima qualidade e 180 gramas. “Armed Forces” trás sucessos do cara como “Oliver’s Army” (regravado por Raimundos inclusive) e “(What’s So Funny ‘Bout) Peace, Love & Understanding?”, além de uma bela gravura na capa.
O preço tá meio salgado, mas não muito acima do que normalmente é cobrado quando o assunto é vinil de 180 gramas. O link tá aqui.

2 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , ,
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