quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Guns n’ Roses e Måneskin são confirmados no Rock in Rio 2022; saiba mais

Guns N Roses no Rock In Rio 2017
Foto do Guns N' Roses via Shutterstock

Temos mais atrações Rock and Roll para o Rock in Rio 2022! O Guns n’ Roses e o Måneskin acabam de ser oficialmente anunciados no line-up e tocam no dia 8 de setembro, que até então estavam sem qualquer banda confirmada.

O anúncio vem como uma confirmação de especulações que circulavam há algum tempo, em especial com relação à banda italiana — dona do hit “Beggin'”, um dos maiores sucessos ligados ao Rock nos últimos tempos. Já o Guns retorna com sua formação clássica, com Slash Duff McKagan ao lado de Axl Rose.

A organização do evento aproveitou também para anunciar a entrada de Djavan na escalação do dia 10 de setembro, completando o line-up do Palco Mundo que ainda terá Bastille, Camila Cabello e Coldplay.

Ainda falta um headliner para o dia 9 de setembro, que deve ser anunciado nas próximas semanas.

Guns n’ Roses e Måneskin no Rock in Rio 2022

No festival também tocam Dua LipaPost MaloneJustin BieberDemi Lovato, Iza e mais. Já para os lados do Rock, foram anunciados Iron MaidenMegadethSepultura e Dream Theater.

Isso tudo, claro, falando apenas de Palco Mundo! No Palco Sunset, já temos a programação completa do dia 8, que contará com Joss StoneCorinne Bailey RaeGloria Groove Duda Beat. Nos outros dias, tocam Cee Lo Green, Ludmilla e outros.

Rock in Rio está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022. Saiba tudo sobre o festival clicando aqui.

LEIA TAMBÉM: The Town, novo festival dos organizadores do Rock in Rio em São Paulo, anuncia IZA e Criolo como primeiras atrações

Para afogar as mágoas: Radiohead anuncia jogo de porcelana de KID A MNESIA

Radiohead merchan
Crédito: divulgação

No início do mês, o Radiohead lançou o projeto comemorativo KID A MNESIA, que reúne reedições dos álbuns Kid A (2000) e Amnesiac (2001), além de um terceiro disco intitulado Kid Amnesiae com versões alternativas, raridades e faixas inéditas da banda.

Agora, o grupo liderado por Thom Yorke liberou uma linha de merchandise nada convencional para o lançamento, como um jogo de xícaras de chá com direito a bule e pires.

De acordo com a NME, os itens estarão disponíveis em edição limitada a partir de Fevereiro e o pacote citado, por exemplo, custará £185 (aproximadamente R$1.400).

Os produtos são decorados com artes associadas aos discos clássicos e também serão comercializados artigos tradicionais, como roupas, lençóis e bottons. Você pode ver todos aqui.

Radiohead e KID A MNESIA

O KID A MNESIA celebra os 20 anos dos aclamados álbuns relacionados ao título do trabalho. Nele, está ainda a inédita “If You Say The Word”, lançada em Setembro pela banda junto com o anúncio do projeto.

Além disso, o terceiro disco conta com a rara “Follow Me Around”, que o público conhece dos shows ao vivo mas que foi disponibilizada como uma gravação de estúdio pela primeira vez.

As canções “Fog” e “Morning Bell”, também divulgadas pelo Radiohead em diferentes formatos, mais uma vez ganharam novas versões, assim como “Like Spinning Plates” e “Fast Track”.

O relançamento traz ainda as versões instrumentais das músicas “Pyramid Song” e “How To Disappear Completely”.

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Foo Fighters cancela show após estádio se recusar a seguir protocolo contra COVID-19

Dave Grohl no Rock In Rio 2019 com o Foo Fighters
Foto Stock via Shutterstock

O Foo Fighters tomou a decisão de cancelar um dos shows de sua recém-anunciada turnê pela América do Norte.

Nesta terça-feira (30), a banda soltou um comunicado dizendo que não poderá se apresentar no Huntington Bank Stadium, em Minneapolis, no dia 3 de agosto do próximo ano. De acordo com Dave Grohl e companhia, o estádio está se recusando a seguir o protocolo de segurança contra a COVID-19 que a banda quer ter em todos os shows.

No texto, o grupo diz (via CoS):

Pedimos desculpas por qualquer inconveniente e estamos trabalhando para encontrar um substituto adequado — um que priorize a saúde e segurança de todos que trabalham e participam do show.

A imprensa internacional apurou que o estádio não exige máscaras, prova de vacinação ou resultado negativo de um teste de COVID-19. Elvis Costello, que também tinha um show marcado por lá, já o transferiu para a First Avenue, casa de shows vizinha.

Errado não está, né?

Foo Fighters no Brasil

Vale lembrar que, em março do ano que vem, a banda volta ao país para se apresentar no Lollapalooza Brasil. Novamente como headliner, os Foos retornam ao festival pela primeira vez desde 2012, quando tocaram na edição de estreia.

Até agora, nenhuma outra data em terras brasileiras está confirmada.

Pitty pede que fãs se vacinem contra a COVID-19 e reflete sobre Carnaval e Réveillon: “parece imprudência”

Pitty - Tempo de Brincar - promo 7
Divulgação

A Ômicron, nova variante do coronavírus, tem despertado preocupação em todos nós, já que ela chegou ao país e as autoridades agora estudam medidas de segurança e saúde pública para que não haja nenhum retrocesso no controle da pandemia.

Diante disso, a cantora Pitty foi ao Twitter neste final de semana para pedir aos fãs que se vacinem contra a COVID e também refletir sobre os perigos que chegam com a Ômicron.

Para ela, é importante retomar todas as atividades que fazem a economia girar no país, mas a cautela precisa continuar:

Tô bem feliz com a volta aos palcos ano que vem e em ver vocês de novo, minha equipe, tudo. Dois anos sem show! Mas, uma preocupação: precisamos chegar até lá com segurança. Se vacine, não vacile, se proteja. Vamos evitar um retrocesso.

Na sequência, Pitty lembrou que eventos como Réveillon e Carnaval de 2022 podem causar grandes transtornos e que estas grandes comemorações e festas podem trazer o caos novamente, deixando o questionamento em aberto aos fãs:

Penso em grandes aglomerações como Réveillon e Carnaval, aeroportos abertos sem exigir vacinação e me parece uma grande imprudência no momento. O que vocês acham?

O retorno de Pitty aos shows está marcado para 15 de Janeiro, quando ela sobe ao palco em Salvador. A cantora divulgou outras datas da nova turnê em sua página no Instagram.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa formado por G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e Uol, 62,25% da população brasileira está vacinada com as duas doses contra a COVID. Segundo as informações repassadas no último domingo (28), o número total de imunizados atualmente é de 132.789.239.

OMS considera Ômicron variante de preocupação

A Ômicron, também conhecida como B.1.1.529, foi classificada como variante de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por isso, é fundamental que todos sigam com os cuidados básicos (uso de álcool em gel, máscaras e distanciamento social), além de procurar seu posto de vacinação para receber a dose de reforço do imunizante, assim que for possível fazê-lo.

Dessa forma, as chances de manter a queda no número de casos e de mortes por coronavírus aumentam. A nova cepa, inclusive, pode facilitar a reinfecção e apresenta grande número de mutações. No entanto, ainda não há registro de morte associada a Ômicron.

Como Pitty bem disse: se vacine, não vacile, se proteja!

LEIA TAMBÉM: Agridoce, de Pitty e Martin, lança versões de Beatles e The Rolling Stones

Neil Young irá lançar músicas de 1987 que não se lembra de ter gravado

Neil Young
Foto via Wikimedia Commons

Neil Young encontrou uma coleção de demos de 1987, intitulada Summer Songs, e vai lançá-las em breve — mesmo que, por incrível que pareça, ele não se lembre de ter gravado as canções.

Através de uma publicação no blog Neil Young Archives feita no último sábado, 27 de Novembro, o icônico músico revelou alguns detalhes sobre a origem desse material (via NME).

Apontando que todas as gravações foram rotuladas com a mesma data, Young destaca que “todas elas têm um som único muito semelhante”. Ele acrescentou:

Para se ter uma ideia de lugar e tempo, o Farm Aid e os shows da Bridge School tinham acabado de começar.

Neil se refere aos festivais beneficentes dos quais eles foi cofundador. O primeiro a ser realizado foi o Farm Aid, em 1985.

Demos encontradas por Neil Young

No texto divulgado, o cantor apontou que a coleção encontrada tinha sido escrita e gravada em um estúdio, “até onde podemos imaginar”. Porém, ele afirma que não consegue se lembrar das sessões de forma alguma.

A publicação ainda revela que as demos originais foram introduzidas pela primeira vez em suas versões finais em seu aclamado disco Freedom (1989) e também estão presentes em trabalhos como American Dream (1988), Harvest Moon (1992) e Psychedelic Pill (2012).

A novidade é que as gravações serão incluídas em sua próxima compilação, Neil Young Archives Volume III, e ainda existe a possibilidade das demos serem lançadas como um “álbum de arquivo separado antes disso”. Ele destacou:

As letras desses originais são significativamente diferentes dos lançamentos subsequentes do álbum finalizado em muitos casos. Vários versos completamente novos e inéditos são encontrados nas canções desta coleção.

Uma possível data de lançamento ainda não foi divulgada e, segundo Young, uma pesquisa está sendo realizada para “verificar completamente o histórico de gravação” das demos.

Essa dificuldade para se lembrar não é à toa — afinal de contas, no dia 10 de Dezembro, Neil Young irá lançar seu 41º álbum de estúdio, chamado Barn. Ele já disponibilizou os singles “Song Of The Seasons” e “Heading West”.

Confira abaixo a tracklist da coleção de demos, Summer Songs. 

Neil Young – Summer Songs

  1. “Heading West”.
  2. “The Last of His Kind”
  3. “For the Love of Man”
  4. “American Dream”
  5. “Name of Love”
  6. “Someday”
  7. “One of These Days”
  8. “Hangin on a Limb”
  9. “Wrecking Ball”

Iron Maiden e Marvel lançam linha de roupas que une Eddie a Wolverine, Deadpool e mais

Iron Maiden e Marvel se unem em nova colaboração
Divulgação

O Iron Maiden e a Marvel se uniram para uma nova colaboração especial.

Através do encontro entre o icônico mascote da lendária banda de metal, Eddie, e alguns personagens da companhia de entretenimento como Wolverine, Thanos, Deadpool e Venom, será lançada uma coleção de roupas e acessórios com artes que destacam os álbuns Fear Of The Dark, Killers e o single “The Trooper”.

Sobre a nova parceria, o empresário do Maiden, Rod Smallwood, disse (via Kerrang):

Eddie há muito tempo está ombro a ombro com os maiores super-heróis e também estamos muito orgulhosos dos mundos que criamos para suas muitas encarnações – de campos de batalha a tumbas egípcias a paisagens congeladas de gelo ou cidades futuristas.

Ver personagens tão icônicos ao lado de Eddie é algo que nossos fãs têm discutido há anos e achamos que a reviravolta de colocar Venom, Thanos, Thor ou Deadpool em nossos mundos Maiden vai empolgar os fãs de ambas as culturas.

O vice-presidente sênior da Marvel Licensing, Paul Gitter, aponta que a empresa vem inspirando grandes artistas, músicos e criadores por mais de 80 anos. Ele declarou:

Esta colaboração é outro exemplo interessante de como a marca Marvel continua a explorar os limites das áreas de lifestyle, com a música sendo uma prioridade, e a coleção permite que os fãs prestem homenagem aos nossos personagens icônicos ao comemorar o lendário Iron Maiden.

A nova coleção chega através da loja online do Iron Maiden, mas até o momento não está disponível para vendas no Brasil. Vamos torcer pra chegar logo!

Confira abaixo algumas imagens dos produtos da parceria.

Nova parceria entre Iron Maiden e Marvel

Iron Maiden e Marvel se unem em nova colaboração
Divulgação
Iron Maiden e Marvel se unem em nova colaboração
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Vito Velasso lança compacto digital com releituras de clássicos do Los Hermanos

Trazer um olhar novo para algo que já está marcado no imaginário coletivo é um desafio que o cantor, compositor e produtor musical Vito Velasso está disposto a participar.

Após mergulhar no cancioneiro de Zé Ramalho com covers cheias de personalidade, ele se volta para a banda carioca Los Hermanos, que influenciou toda uma geração de músicos. Vito escolheu “A Flor” e “Último Romance” para recriar com clima rock alternativo e trip hop.

Respeitando a obra original do quarteto, o músico usou sintetizadores, backing vocals e efeitos com sonoridade suave. O processo de produção das músicas passou pela pesquisa de timbres e o estudo das obras originais, que têm versões ao vivo e em estúdio. Ele conta:

Tentei retratar a potência dos Los Hermanos ao vivo e também a sutileza das gravações da banda em estúdio, tudo isso mesclado à minha forma de fazer música. O resultado é uma combinação de arranjos em referência às músicas originais e também novas frases de baixo, guitarra e teclados.

O artista, que é também compositor, lançou neste ano um EP visual com uma trilogia de videoclipes onde retrata o começo, meio e fim de um relacionamento. E, depois deste projeto com releituras, o músico prepara seu próximo álbum de estúdio, composto de canções do EP e uma gama de faixas inéditas que atestam a versatilidade do artista, passeando por indie, música brasileira e timbres eletrônicos.

Confira abaixo as versões e as originais, além de outros trabalhos do artista.

Lançamentos nacionais: LoreB, Getúlio Abelha, homeninvisivel e Ladrilho

Crédito: Woulthamberg Rodrigues

A cantora e compositora alagoana LoreB lançou nas plataformas digitais o single “Se Fosse Normal Ser Louco?”, que antecipa seu primeiro álbum completo.

A faixa, que traz a participação especial de Cris Braun, mistura tons de bossa e elementos eletrônicos para questionar padrões sociais.

“Durante uma conversa com Gustavo Granja, um amigo músico, eu o questionei: ‘se fosse normal ser louco?’. A conclusão que tivemos foi que não existe normal e que o mundo seria muito mais diverso, não haveria régua para medir a normalidade das pessoas. A personalidade da Cris fala por si só, ela não tenta se enquadrar em nenhuma caixa, foge de todos os padrões possíveis. Além de tudo isso, é uma mulher que sempre fui fã, e que tem uma história incrível na música brasileira. Por ter a sorte de ser conterrânea dela, resolvi fazer o convite e ela topou!,” relembra a artista, que já integrou o grupo Ô.seis e a Bandinha.

Em 2019, LoreB disponibilizou o EP de estreia Etéreo e, de lá para cá, também fez parcerias com nomes como Wado e Júnior Almeida.

Getúlio Abelha

Getúlio Abelha
foto: reprodução

O músico Getúlio Abelha liberou o clipe de “Tapuru”, faixa que abre o álbum Marmota (2021).

Dirigido por Gian Allegretti e produzido pelo coletivo paulistano Hiperatividadeh, o vídeo apresenta uma estética trash, repleta de humor e conceitos associados ao gênero horror gore.

Com sonoridade marcada pelo Brega Pop, a música usa na letra uma metáfora para falar a respeito de sobrevivência e resistência em uma sociedade moralista e conservadora.

homeminvisivel

homeminvisivel
foto: divulgação

O grupo paulistano homeninvisivel divulgou nas plataformas digitais o single “corpofechado”, segunda música lançada pelo quinteto depois de seu recente hiato.

Com elementos de post-hardcore e melodias complexas, a canção marca a nova formação e fala sobre o processo de desapego e amadurecimento após rupturas nas relações interpessoais.

“Uma vez que mesmo as situações mais densas acabam sendo inevitáveis, precisamos estar preparados para mudanças caóticas para nos mantermos estáveis,” conta o guitarrista Eduardo Pavanel.

Influenciado por bandas como Title Fight, Balance and Composure e Nothing, o grupo também conta com o vocalista Vinicios dos Anjos.

Ladrilho

Ladrilho
Crédito: divulgação

A banda sergipana Ladrilho divulgou recentemente no YouTube o lyric video da canção “Culpa de Ninguém”. Feito por Louise Victória, o vídeo mostra uma mão feminina passando a letra para o papel com uma caneta preta.

O grupo é formado por Thales Sader (voz e violão), André Fabiano (guitarra), Érico Augusto (guitarra), Arthur Augusto (baixo), Leo Airplane (teclados) e Elder Santos (bateria).

Rihanna se torna Heroína Nacional de Barbados, que rompeu com a monarquia britânica

Rihanna é homenageada como heroína nacional de Barbados
Reprodução / Twitter

Enquanto Rihanna não retorna ao mundo da música, a cantora vem sendo aclamada em outros aspectos de sua vida.

Nesta terça-feira (30), a artista foi nomeada Heroína Nacional de Barbados durante as celebrações que marcaram o país se tornando oficialmente uma República.

Rihanna esteve em sua cidade natal Bridgetown para comparecer na cerimônia de posse da presidente eleita Sandra Mason, que foi definida para se tornar chefe de estado depois que Barbados anunciou que iria encerrar seus laços com a monarquia britânica.

No evento, foi a primeira-ministra Mia Mottley que concedeu a honra de Heroína Nacional de Barbados à cantora e empresária. Citando a famosa música “Diamonds”, lançada em 2012 por Rihanna, ela disse (via NME):

Que você possa continuar brilhando como um diamante e honrando sua nação com suas palavras, ações, por onde quer que você vá.

Merecido demais, hein!

Rihanna se torna Heroína Nacional de Barbados

A talentosa artista, que nasceu em Barbados em 1988, foi criada em Bridgetown e se mudou para os Estados Unidos na adolescência após ser descoberta pelo produtor musical americano Evan Rogers.

Em 2008, já tendo dado início à sua carreira como cantora, ela recebeu o papel de Embaixadora pela cultura de Barbados. Dez anos depois, Rihanna foi nomeada Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária de seu país natal, um cargo que envolve a promoção da educação, turismo e investimento.

No ano passado, depois que o governo de Barbados anunciou seus planos de “deixar totalmente” seu “passado colonial” em 2021 para se tornar uma república, os fãs movimentaram as redes sociais pedindo de brincadeira para que a cantora substituísse a rainha Elizabeth II como chefe de estado.

Rihanna na música

Em Setembro deste ano, Rihanna criou novas expectativas em seus fãs — que estão aguardando ansiosamente um novo lançamento musical — ao afirmar que seu público poderia esperar um som diferente em seu próximo trabalho. Saiba mais aqui.

Até o momento, ela não compartilhou nenhuma novidade sobre seu possível nono álbum, sucessor de ANTI, de 2016.

Veja Rihanna recebendo o título de Heroína Nacional de Barbados pelo vídeo abaixo.

Família de vítima mais jovem do Astroworld rejeita oferta de Travis Scott para cobrir custos de funeral

Travis Scott em 2014
Foto de Travis Scott via Shutterstock

Travis Scott segue tentando ajudar as famílias das vítimas da tragédia que ocorreu em seu festival Astroworld, no dia 5 de Novembro. Porém, não são todas que estão aceitando o apoio do artista.

Um exemplo disso é a família do pequeno Ezra Blount, garoto de nove anos que foi a vítima mais jovem e recente a falecer após o acontecimento desesperador que terminou com 10 pessoas mortas e centenas de feridos.

Scott se ofereceu para cobrir as despesas do funeral do menino mas, através de uma carta comovente, a família de Blount recusou a oferta. Em um trecho do comunicado obtido pela Rolling Stone na última segunda-feira (29), o advogado da família de Ezra, Bob Hilliard, diz:

A oferta do seu cliente foi recusada. Não tenho dúvidas de que o Sr. Scott sente remorso. Sua jornada à frente será dolorosa. Ele deve enfrentar e, com sorte, ver que tem parte da responsabilidade por esta tragédia.

Travis Scott oferece apoio às vítimas

Hillard e seu co-advogado Ben Crump receberam a proposta de Scott através do novo advogado do rapper, Daniel Petrocelli, na última quarta-feira (24), um dia após o sepultamento do garoto no Texas. No documento, Petrocelli escreveu:

Travis está arrasado com a tragédia que ocorreu no Astroworld Festival e lamenta as famílias cujos entes queridos morreram ou ficaram feridos. Travis está empenhado em fazer sua parte para ajudar as famílias que sofreram e iniciar o longo processo de cura na comunidade de Houston. Para isso, Travis gostaria de pagar as despesas do funeral do filho do Sr. Blount.

O atual advogado de Travis é conhecido por ter representado Fred Goldman no polêmico julgamento de homicídio culposo que considerou OJ Simpson responsável pelas mortes de Ron Goldman e Nicole Brown Simpson.

Na carta enviada aos advogados da família Blount, Petrocelli afirmou que a aceitação da oferta de Scott “não teria efeito” no processo movido pelo pai do garoto, Treston Blount, contra o rapper e outras empresas e pessoas.

Mas Hilliard foi incisivo em sua resposta ao dizer que, “por enquanto”, Travis Scott “deve respeitar” que sua própria “devastação” não tem comparação com a da família de Ezra. Ele declarou:

Pode haver, e espero que haja, redenção e crescimento para ele do outro lado do que será este processo doloroso – e talvez um dia, uma vez que o tempo permita alguma cura para as vítimas e aceitação da responsabilidade pelo Sr. Scott e outros, Treston e o Sr. Scott podem se encontrar, pois também há cura nisso.

Tragédia no Astroworld

Em outro momento da carta, o advogado Bob Hilliard comparou a morte de Ezra a “uma torneira de dor inimaginável que não tem saída” e descreveu que Treston, pai do garoto, “não pode deixar de se agonizar com a terrível ideia de que os últimos minutos de Ezra foram cheios de terror e sofrimento”.

Na última segunda-feira (19), Hilliard disse à Rolling Stone que os representantes de Scott já haviam entrado em contato com Ben Crump para averiguar a possibilidade de marcar uma reunião presencial. Sobre o desejo do rapper, Bob disse:

Fomos muito firmes. Com todo o respeito, não. Esta não é uma história fotográfica aqui. Este é um tipo de investigação do tipo ‘quem é o responsável e por quê’. E ele está na lista.

Como compartilhamos aqui anteriormente, os avós do menino relataram que Ezra estava nos ombros de seu pai no festival antes dos dois ficarem presos na multidão. Infelizmente, o garoto acabou sendo pisoteado e teve lesões no cérebro, no fígado e no rim e, após ficar em coma induzido, ele não resistiu.

Polícia invade casa de Marilyn Manson por acusações de abuso sexual

Marilyn Manson em 2015 no Rock on the Range
Foto de Marilyn Manson via Shutterstock

Após Marilyn Manson ser acusado de abuso sexual e outros comportamentos violentos por diversas mulheres ao longo deste ano, o Departamento de Polícia do Condado de Los Angeles invadiu a casa do artista em West Hollywood na última segunda-feira (29).

De acordo com o TMZ (via CoS), o mandado de busca realizado pelos detetives tem conexão com uma investigação de agressão sexual que está em andamento.

Nos últimos meses te contamos que, desde que a atriz e ex-noiva de Manson Evan Rachel Wood compartilhou em Fevereiro fortes relatos sobre seu relacionamento abusivo com o cantor, pelo menos 15 mulheres, incluindo a atriz Esmé Bianco, também o acusaram de coisas terríveis.

Um representante do Departamento de Polícia confirmou à Rolling Stone que Marilyn Manson foi o alvo da investigação desta segunda-feira. “Era um mandado de busca para os pertences dele”, disse a autoridade.

Supostamente, os bens apreendidos pela polícia incluem discos rígidos e unidades de armazenamento de mídia, que devem ser analisados antes que o caso do cantor seja submetido ao promotor público do Condado de Los Angeles.

Defesa de Marilyn Manson

Diante de tantas acusações, Manson chegou a dizer anteriormente que as alegações feitas por várias mulheres contra ele são parte de um “ataque coordenado” e apontou que elas estão buscando “monetizar e explorar o movimento #MeToo”.

Porém, o advogado do astro do Rock, Stephen D. Rothschild, indicou recentemente que o cantor estaria aberto a fazer um acordo financeiro para encerrar os casos de abuso.

Na última semana, o cantor foi alvo de mais uma polêmica após seu nome aparecer na lista de indicados ao Grammy de 2022.

O músico fez parte do álbum mais recente de Kanye West, DONDA, que está concorrendo a Álbum do Ano e, mesmo com muitas pessoas reclamando da visibilidade oferecida ao cantor, o CEO da Academia responsável pela premiação defendeu a indicação do mesmo. Saiba mais aqui.

Teyana Taylor é internada após “corpo desligar” por exaustão; entenda

Teyana Taylor no hospital
Reprodução/YouTube

Teyana Taylor passou por um susto no último sábado (27).

A cantora foi internada em Mashantucket, Connecticut, horas antes de um show que faria na cidade. Teyana foi levada às pressas ao pronto-socorro local após seu corpo “desligar” por conta da exaustão.

No Instagram, Taylor compartilhou uma foto na cama do hospital e escreveu aos fãs:

Obrigado por serem tão compreensivos. Vocês sabem que [eu] não perco nenhum show e o mais importante, sabem que estou dando 1000% de mim no palco durante esse mês inteiro. Estou muito triste por não ter sido capaz de fazer o mesmo por vocês na noite passada.

Ela continua:

Minha equipe e eu tentamos de tudo até o último segundo para me colocar naquele palco, mas meu corpo simplesmente cedeu, o que na verdade começou há alguns dias. ELE DESLIGOU, meu corpo na verdade me traiu porque essa vadia estava tentando subir naquele palco. Vocês sabem que estou na merda! Vocês todos me viram com um pé quebrado e todos os tipos de outros problemas, mas ainda assim subi no palco e me entreguei. Mas, honestamente, você tem que ouvir seu corpo e saber quando parar; ou com certeza ele vai parar é no pronto-socorro.

Teyana Taylor ainda disse que vai tirar uns dias de folga da turnê Last Rose Petal… Farewell Tour. A cantora pretende se aposentar assim que terminar os shows.

Melhoras!

Teyana Taylor

Hey Ho, Let’s Go: Dave Grohl assume a bateria e canta hit dos Ramones

Dave Grohl Hanukkah Greg
Reprodução/YouTube

Dave Grohl e Greg Kurstin atacam novamente!

Agora agradando os fãs do Punk, a dupla segue com sua segunda edição das Hanukkah Sessions mandando ver em uma cover de “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones.

Seguindo a proposta da primeira edição do projeto, o líder do Foo Fighters, que não é judeu, e Kurstin, que é, estão lançando novas versões de grandes clássicos da música mundial escritos por bandas e artistas ligadas ao judaísmo. A versão do sucesso dos Ramones vem após a dupla tocar “Stay (I Missed You)”, hit dos anos 90 de Lisa Loeb, com direito a Grohl de vestido.

Na descrição do novo vídeo, os dois escrevem:

Era uma vez dois simpáticos meninos judeus do Queens, chamados Jeffery Hyman e Thomas Erdelyi, [que] mudaram o mundo para sempre com sua música… como Joey e Tommy Ramone! GABBAI GABBAI HEY! Senhoras e senhores… é o Ramones! Blitzkrieg Bop.

Confira logo abaixo.

Dave Grohl x Greg Kurstin e as Hanukkah Sessions

No ano passado, Grohl e Kurstin disponibilizaram uma série de covers incríveis incluindo “Sabotage”, clássico do Beastie Boys, “Hotline Bling”, mega hit de Drake, “Mississippi Queen”, do Mountain e “Fuck the Pain Away”, do Peaches.

A dupla encerrou o projeto com sons do The Knack, Elastica e The Velvet Underground. Confira os vídeos dessas covers aqui.

Policial que encerrou último show dos Beatles diz que não se arrepende

Beatle último show policial
Reprodução/YouTube

O policial responsável por acabar com o último show dos Beatles, em 30 de janeiro de 1969, não se arrepende de nada.

Ray Shayler, que liderou a ação para retirar a banda do telhado da Apple Corps em Londres, deu uma recente entrevista ao Daily Mail (via Ultimate Classic Rock) para falar sobre o dia. Na época, ele tinha apenas 25 anos mas já era o líder do grupo que encerrou a festa.

Para a surpresa de Ray e de seus colegas, o diretor Michael Lindsay-Hogg, que transformou o show em documentário no ano seguinte, já estava preparado para a aparição. Ele até instalou um espelho no saguão do prédio só para acompanhar a entrada da polícia, além de instruir seus operadores de câmera para focar na ação no momento certo.

Shayler conta:

Eu não diria que sou um fã. Eu não gostava muito dos Beatles quando eles entraram na fase Hare Krishna, mas tínhamos alguns discos e LPs [deles] em casa. Eu gostava da música deles. Mas quando cheguei ao telhado, tinha um trabalho a fazer e pensei: ‘Bem, temos que tentar parar com isso’.

Ray ainda relembra que, ao perceberem a presença da polícia, os membros da banda não pararam de tocar. “Por mais que apreciássemos o que eles estavam fazendo, aquilo não poderia continuar, pois era um distúrbio da paz”, conta o policial aposentado.

Beatles e a polícia

Ainda revelando que a discussão nunca subiu de tom, ele conta que George Harrison e John Lennon preferiram não falar com a polícia. Isso porque, anos antes, eles foram pegos com maconha e ainda tinham pendências criminais. Já Paul McCartney se desculpou pelo trabalho, enquanto Ringo Starr “tirou um sarro”.

Aos 77 anos de idade, Shayler relembra o quão discreto o incidente foi, e conta sua própria reação:

Não acho que me decepcionei com a maneira como lidei com a situação, mas pareço meio severo… eu culpo o capacete. […] Alguém me perguntou como eu me sentia sendo o homem que interrompeu o show dos Beatles — mas eu não diria que isso foi verdade. Eu não parei os Beatles. Eu apenas sugeri que seria uma boa ideia se eles não continuassem. Se eles tivessem ficado irritados ou estivessem determinados a continuar, as coisas poderiam ter sido diferentes. Mas não era assim que trabalhávamos naquela época, e sempre tentei resolver os problemas sem prender as pessoas.

Confira o momento abaixo!

Rod Stewart diz que foi trancado em hotel para evitar “sexo e álcool” até trabalhar

Rod Stewart
Foto de Rod Stewart via Shutterstock

Rod Stewart relembrou uma situação no mínimo curiosa que aconteceu durante sua carreira.

O músico, que integrou as bandas Faces e Jeff Beck Group nos anos 70, precisou ser trancado em um quarto de hotel para poder compor canções. Isso porque, além de ser “preguiçoso”, Stewart ainda estava ocupado com “muito sexo e bebidas”.

Em entrevista para o programa Time Crisis, da Apple Music 1, o veterano falou sobre sua primeira tentativa de escrever ao lado de Ronnie Wood:

Eu nunca havia encostado a caneta no papel… até me juntar ao Jeff Beck Group. E então Jeff disse que deveríamos começar a escrever nossas próprias canções para um dos dois álbuns dele.

Em seguida, Rod foi à casa de Ronnie durante um dia de inverno:

Acendemos a lareira elétrica, e ela tinha três barras [lenhas elétricas]. E então sua mãe entrou e disse: ‘Você só pode usar uma, porque isso é caro’. Estava muito frio. Tínhamos um caderno, um pedaço de papel e um lápis. E tentamos escrever uma música do Jeff Beck e não saiu nada. E então dissemos: ‘Bem, vamos tomar uma taça de vinho’. Matamos uma garrafa de vinho entre nós dois e mesmo assim não saiu nada.

Apesar do “fracasso” da sessão, a faixa “Plynth (Water Down the Drain)” nasceu após muito esforço. E então, Rod Stewart contou sobre a forma como eles o obrigavam a escrever canções:

Os Faces costumavam me trancar em um quarto do Holiday Inn; me davam uma garrafa de vinho, um gravador e um pedaço de papel, e eles trancavam a porta até eu começar a escrever, porque eu era preguiçoso. Nos anos 70, havia muito sexo e bebidas para beber. Festa! Porque os Faces eram a banda da festa.

Rod Stewart e a composição

Depois daquela época, porém, Stewart começou a achar o processo de composição “agradável”, e hoje diz que realmente ama fazê-lo. O músico completa: “Não estou dizendo que todo mundo deveria fazer assim, mas faço tudo no meu laptop — faço alterações dessa maneira. […] Eu gosto do processo de composição agora mais do que em toda a minha vida”.

A gente amadurece, né?

Yoko Ono compartilha artigo que refuta seu papel como “destruidora dos Beatles”

John Lennon e Yoko Ono em Amsterdam, 1969
Foto via Wikimedia Commons

Quem já assistiu a The Beatles: Get Back, série documental dirigida por Peter Jackson para o Disney+ que estreou em 25 de Novembro, sabe que a presença de Yoko Ono durante os ensaios da banda era diária.

A companheira de John Lennon sempre estava lá, não importasse o dia, horário, nada. Como a fama de “destruidora” do grupo sempre lhe perseguiu, a gente já esperava por isso, mas o que muitos não imaginavam era que, apesar de estar a todo momento entre os integrantes, a participação de Yoko era completamente passiva.

Um artigo do Los Angeles Times observou justamente essa questão e foi compartilhado por ela no último sábado (27) no Twitter, rede social em que Ono acumula mais de 4,5 milhões de seguidores.

A manchete do jornal diz:

O documentário de Peter Jackson sobre os Beatles com quase 8 horas de duração refuta o papel de Yoko como destruidora da banda e nos lembra do que foi perdido quando Paul e John seguiram caminhos diferentes.

A avaliação do artigo é justificada pelo fato de Yoko aparecer nas imagens entretida com suas próprias tarefas durante os ensaios, alheia às situações de conflito entre a banda. O que é visto em cena contraria os boatos que existem sobre uma possível interferência dela na dinâmica do grupo, que teria levado os Beatles a se separarem em 1969.

Será que a redenção de Yoko finalmente chegou?

The Beatles: Get Back e registros históricos

The Beatles: Get Back foi criada a partir de um material de 56 horas de imagens inéditas e 140 horas de áudio das sessões de gravação do último disco lançado pelo lendário grupo, Let It Be (1970).

A produção de três partes que estreou nesta quinta (25) no Disney+ e não censurou linguagem inapropriada mostra cenas que nunca foram vistas dos integrantes da banda, inclusive dos músicos interagindo nos bastidores da criação das canções do famoso álbum.

Você pode clicar aqui para conferir a publicação original que foi compartilhada por Ono.

LEIA TAMBÉM: Beatles quase fizeram musical de “O Senhor dos Anéis” para o cinema, diz Peter Jackson

Pesadelo: 61 pessoas ficam presas em nevasca com banda cover do Oasis na Inglaterra

Oasis, Noasis, Nevasca
Reprodução/Facebook

61 clientes, uma banda e uma equipe de funcionários viveram um (quase?) pesadelo ao som de Oasis na última sexta-feira (26).

Um pub e hotel chamado Tan Hill Inn em Yorkshire, na Inglaterra, ficou soterrado pela neve após uma nevasca que tomou conta da cidade. É por lá que o Noasis, banda cover do lendário grupo britânico, tocava e estava programada para seguir viagem logo em seguida. Bem, isso não aconteceu.

Os clientes e o grupo ficaram presos ali, já que as estradas foram fechadas e até a luz do bairro caiu. Enquanto alguns conseguiram sair de lá com ajuda de locais e outros hóspedes com carros maiores, pelo menos 50 deles tiveram que ficar no mesmo lugar. Além de ouvirem muito Oasis, eles também “assistiram a Grease e Mamma Mia!” e beberam e comeram muito bem.

Nesta segunda-feira (29), o pessoal finalmente foi liberado, e a banda Noasis virou Snowasis (brincadeira com a palavra “snow”, que significa “neve” em inglês). De acordo com a gerente da pousada, só mais dois hóspedes continuam por lá, e são “garotas que não estão confiantes para dirigir nas estradas cheias de neve”.

Banda cover do Oasis e nevasca na Inglaterra

No Twitter, a banda celebrou a “liberdade” e avisou que vai seguir em turnê. Eles disseram:

O Noasis saiu do prédio! Obrigado a todos por suas mensagens de apoio, obrigado a Mike, Nicola e toda a equipe, Kendal Mountain Rescue e obrigado a todos pela camaradagem dentro do local — foi emocionante!

Que bom que tudo terminou bem, hein? Pelo jeito vai ter um pessoal que vai ficar um tempinho sem escutar Oasis…

Lollapalooza Brasil 2022 anuncia abertura de lote extra de ingressos

Lollapalooza Brasil
Crédito: Diego Padilha

Quem não conseguiu ingressos para a próxima edição do Lollapalooza Brasil, marcada para os dias 25, 26 e 27 de março de 2022, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, terá uma nova oportunidade.

A organização do festival anunciou a reabertura das vendas para que mais fãs de música possam estar presentes e celebrar o retorno dos shows ao vivo dentro do festival. O lote extra será comercializado em 1º de Dezembro, a partir do meio-dia, tanto pelo site (com taxa) quanto pela bilheteria oficial (sem taxa).

Somente estarão disponíveis convites válidos para um dia de evento, não sendo possível adquirir o modelo de convite que dá direito aos três dias de festival. Por isso, é possível comprar apenas o Lolla Day, que dá acesso à pista, e/ou o Lolla Comfort Day, que possibilita a entrada em uma nova área chamada Lolla Comfort by next.

Por lá, são oferecidas ao comprador várias comodidades como local de descanso e de sombra, bares, food trucks, estrutura de banheiro, lockers e transmissão de shows. Além disso, quem adquirir o Lolla Comfort Day terá um cashback válido para alimentos, bebidas e merchan do Lollapalooza Brasil.

“Sabemos que a saudade de festivais e a ansiedade para esse reencontro é muito grande, por isso estamos abrindo um lote extra de Lolla Day e Lolla Comfort Day, dando oportunidade para quem não conseguiu comprar o ingresso,” comenta Francesca Brown Alterio, diretora de marketing e da área de festivais da Time For Fun.

Line-up com Foo Fighters, Miley Cyrus, The Strokes e mais

O Lollapalooza Brasil receberá diversas atrações internacionais e nacionais em quatro palcos. Entre os artistas da música escalados para a edição de 2022 estão Foo Fighters, Miley Cyrus, The Strokes, Doja Cat, A$AP Rocky e Martin Garrix, além dos brasileiros Emicida, Alok, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Djonga e Fresno.

Vale lembrar que os organizadores do festival estão em contato constante com os órgãos locais de saúde e de segurança pública para garantir os cuidados necessários diante da pandemia.

Todas as recomendações vigentes serão seguidas e o público receberá atualizações regulares pelas redes sociais do Lollapalooza Brasil com informações importantes sobre os procedimentos e políticas de segurança para entrar no evento.

Confira abaixo a programação completa do Lollapalooza Brasil 2022 e acesse o site oficial para comprar ingressos ou ter mais informações.

25 de março, sexta-feira

The Strokes, Doja Cat, Machine Gun Kelly, Alan Walker, Chris Lake, Jack Harlow, LP, Marina, Turnstile, Caribou, The Wombats, Pabllo Vittar, Ashnikko, Matuê, 070 Shake, Jetlag, VINNE, jxdn, Beowülf, Detonautas, Edgar, Meca, Barja

26 de março, sábado

Miley Cyrus, A$AP Rocky, A Day To Remember, Alok, Alexisonfire, Alessia Cara, Deorro, Emicida, King Gizzard & the Lizard Wizard, Remi Wolf, Silva, Jão, Boombox Cartel, Chemical Surf, Terno Rei, DJ Marky, Victor Lou, Clarice Falcão, Jup do Bairro, MC Tha, Ashibah, Fatnotronic, WC no Beat and Kevin o Chris + Haikaiss + PK + Felp 22 + MC TH + Hyperanhas

27 de março, domingo

Foo Fighters, Martin Garrix, Alesso, Jane’s Addiction, Black Pumas, Kaytranada, Phoebe Bridgers, Idles, Kehlani, Goldfish, Gloria Groove, Djonga, Cat Dealers, Rashid, Fresno, Evokings, Planta & Raiz, Lagum, Fancy Inc, MALIFOO, menores atos, FractaLL x Rocksted

SERVIÇO:

Lollapalooza Brasil
Dias 25, 26 e 27 de março de 2022
Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo
Informações: https://www.lollapaloozabr.com/
Siga nas redes: @lollapaloozabr

DJ Glen revela os 5 discos de vinil mais “preciosos” de sua coleção de mais de 2000 obras

DJ Glen
Divulgação

Por Ágatha Prado

Dono de uma assinatura que quebrou os padrões do Tech House clássico e convencional, DJ Glen é um dos artistas que segue na reinvenção e na busca por sonoridades que impactam pela ousadia.

Hoje considerado um dos grandes nomes da música eletrônica nacional, com trabalhos frequentes nas consagradas Dirtybird, Armada e Spinnin’, além de passagens pelos principais festivais do país e afora como Dirtybird Campout, Burning Man, Universo Paralello e Só Track Boa, Glen possui uma bagagem musical profunda e diversa, que inclui uma boa quantidade de títulos raros que brilham dentro de sua coleção.

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Aqui ele vem para nos apresentar algumas peças raras e pérolas que se destacam em seu acervo de mais de 2000 discos. Conheça o que ele trouxe para nós!

Underworld – Born Slippy (NUXX) (2002)

Este é um disco que em 2002 era muito popular e a maioria dos DJs da época tinha. Pra mim foi importante pois foi o primeiro disco que comprei na vida, me lembro até hoje: chegando na loja, que ficava na galeria Ouro Fino, em SP, e estava bonitão na prateleira olhando pra mim.

Esta track, além de ser lendária, pra mim significa algo que atravessou épocas e se manteve atual, pois foi lançada em 1996 e só fez sucesso de fato por volta de 2002. Para mim, ela é um grande consolo quando minhas próprias tracks são lançadas e acabam bombando anos depois.

Abe Duque – What Happened (remixes) (2010)

Eu tinha pensado em não mencionar meus próprios discos lançados, mas é inevitável. Este contém um remix que eu produzi e acabou ganhando o contest do Resident Advisor/DJ Mag, o prêmio justamente era ter o som lançado em vinil. Comprei 5 cópias e fiz quadros para meus familiares, hahaha.

Art Department – The Drawing Board (2011)

Este é um dos álbuns favoritos da minha vida, marcou um momento de renovação muito grande pra mim e foi o ápice de uma mudança muito grande no underground da música dance global.

Os BPMs extremamente baixos abriram novos grooves, frequências e sensações que descobri, inclusive, estando numa pista de dança. Foi depois deste álbum que fiz meu primeiro EP lançado em vinil, o Bone System, e me fez sair do Brasil pra ver o que o resto do mundo estava curtindo, vindo na sequência minha primeira tour européia com várias gigs, já de vida nova.

The Prodigy – The Fat of the Land (1997)

Este disco não comprei na época que foi lançado, mas tive a felicidade de encontrá-lo em uma loja de Londres alguns anos atrás. O Prodigy foi a primeira banda de big beat que realmente curti, é minha base no mundo da dance music e este álbum foi algo que, quando criança ainda, abriu uma janela na minha mente. Até hoje ouço e penso que fodástico este trabalho é, só orgulho de ter uma cópia original aqui comigo (duplo viu!)

DJ Glen, Bruno Furlan – Another Planet (2019)

Ta aí um disco que chorei quando chegou, esta realmente é a música que fez eu me sentir alguém importante no meio musical.

Estava tudo tranquilo e do nada vem um som que me levou pra tocar em diversos eventos nos EUA, desde a Space em Miami ao Campout na Califórnia. Vi David Guetta tocando ela e achei engraçado, multidões agachadas no drop em Londres, Seoul, Los Angeles e quase todas as outras cidades. Eu mesmo fiz o Estádio do Mineirão lotado cantar a letra maluca que escrevi: “Where is my brain? I can’t explain / It must be lost, in Another Planet”. Ouvir da boca de um dos meus maiores ídolos que esta era a melhor track do ano (Claude Vonstroke) é uma bela história para os meus netinhos.

Seguindo a lógica e o aprendizado com meu primeiro disco, Born Slippy, estamos beirando 2022 e ainda vejo DJs gigantescos como Fisher, Chris Lake, Vintage Culture, Shiba San, Wade e dezenas de outros tocando Another Planet como se fosse novidade.

 

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Silk Sonic, de Bruno Mars e Anderson .Paak, encanta com apresentação no BET Soul Train Awards; vídeos

Silk Sonic
Crédito: reprodução

Grande vencedor do BET Soul Train Awards 2021, realizado neste domingo (28) no Apollo Theater, em Nova York, o Silk Sonic apresentou duas músicas na premiação que celebra a música negra.

O supergrupo formado por Bruno Mars e Anderson .Paak mostrou ao vivo as faixas “Fly As Me” e “Smokin’ Out The Window”, ambas presentes no recém-lançado e elogiado álbum An Evening With Silk Sonic.

O cenário da performance dupla foi idêntico ao do Soul Train nos anos 1970, maior programa dedicado à música negra da história da televisão americana. Na cerimônia, o Silk Sonic conquistou os três prêmios aos quais concorria: Melhor Música, Vídeo e Composição do Ano (todos por “Leave The Door Open”).

Quem também se destacou no BET Soul Train foi Jazmine Sullivan, que levou a melhor nas categorias Álbum do Ano (com Heaux Tales) e Artista Feminina de R&B e Soul.

A edição de 2021 ainda coroou Yung Bleu (Revelação), Kirk Franklin (Artista Gospel), GIVEON (Artista Masculino de R&B e Soul), Wizkid (Melhor Colaboração, por “Essence”), Charlie Wilson (com o “Soul Train Certified Award”) e Normani (Melhor Performance de Dança, por “Wild Side”).

An Evening With Silk Sonic

O álbum de estreia do projeto, An Evening With Silk Sonic, saiu dias atrás. O disco conta com extensa colaboração do lendário baixista de funk Bootsy Collins, definido pelos artistas como um “anfitrião-convidado especial” do trabalho.

Além disso, a dupla chamou o baixista Thundercat para participar da música “After Last Night” e apresenta nos créditos do trabalho a ajuda do baterista Homer Steinweiss (Dap-Kings) e de nomes como Kenny “Babyface” EdmondsJames Fauntleroy e D’Mile.

Silk Sonic

A primeira performance ao vivo do Silk Sonic aconteceu no Grammy 2021, em Março, quando estrearam no palco da cerimônia o single “Leave The Door Open”.

Na ocasião, Bruno e Anderson ainda realizaram uma homenagem ao saudoso Little Richard, ídolo do Rock And Roll. A dupla também se apresentou recentemente no iHeartRadio Music Awards e no American Music Awards.

Assista abaixo às performances do Silk Sonic no BET Awards 2021!

LEIA TAMBÉM: Bruno Mars e um mash-up incrível de Nirvana e Michael Jackson

Mês da Consciência Negra: 5 artistas que você precisa conhecer hoje mesmo

Haru Cage
Divulgação

O mês de Novembro tem no dia 20 uma de suas datas mais importantes, o Dia da Consciência Negra. Pensando nisso, o TMDQA! tem trazido uma programação especial que continua a se expandir, dessa vez com uma lista que vai te apresentar artistas que vêm chamando muita atenção na cena mais pesada, do Rock e do Metal.

Aproveitamos também para conversar com alguns deles, que contaram mais sobre suas relações com o Metal e os preconceitos enfrentados dentro dessa cena.

Confira a seguir!

Victor Emeka (Hibria)

Victor Emeka (Hibria)
Divulgação

Completando 25 anos em 2021, a Hibria já tem um público mais do que fiel e, não à toa, chegou até a constar em uma lista da publicação britânica Metal Hammer que elegeu as 10 melhores bandas brasileiras de Metal.

Victor Emeka é o atual vocalista do grupo, usando sua voz marcante e potente ao melhor estilo do Power Metal para conquistar multidões mundo afora. Falando sobre a relação das suas raízes com a música que faz em papo exclusivo com o TMDQA!, Emeka explicou:

Tudo parte do princípio de buscar sua verdade artística e se sustentar nela. Muitas das coisas que trago das minhas raízes se tornaram assinaturas artísticas pessoais, as quais trago como valores inegociáveis. Acredito que, quando você tem consciência do indivíduo que é, suas verdades acabam sendo imprimidas de forma legítima independente dos projetos em que está. No meu caso não é somente a música, mas também a carreira que sigo na comunicação. [Emeka também é publicitário]

Para mim, é impossível não trazer meus valores e lutas para quem eu sou artisticamente, principalmente pelas barreiras impostas no estilo que atuo, o Heavy Metal.

Enfrentar as barreiras da estética esperada para um frontman de uma banda de Rock sempre foi muito marcante pra mim. Quando falamos de um cantor à frente de uma banda de Heavy Metal/Rock, a imagem que nos vem à cabeça automaticamente é de um homem branco, cabelos grandes, corpo magro e olhos claros. Essa série de signos definitivamente nunca foram os encaixes do padrão de homem que eu sou e essas coisas muitas vezes se tornaram barreiras de invalidez da minha capacidade artística dentro do estilo.

A arte é uma das ferramentas humanas essenciais mais potentes e transformadoras. No meu caso, a possibilidade de transmitir uma mensagem através do canto é a minha melhor forma de resistência e reflexão.

O cantor ressalta ainda que o Heavy Metal “se tornou muitas vezes um estilo exclusivista e que tinha como base muitos códigos de estereótipo”, o que adiciona ainda mais dificuldades à sua missão artística.

Principais influências: Cresci em uma família que absorvia muito a cultura preta e africana. Stevie Wonder, Michael Jackson, James Brown, Billie Holiday eram nomes muito presentes na trilha sonora da casa. Mestres do swing, interpretação e resistência.

Siga Victor Emeka e a banda Hibria.

Hanna Paulino (Vennecy)

Hanna Paulino
Foto por Iza Rodrigues (Menina Headbanger)

Nascida no Rio de Janeiro mas amapaense de coração, Hanna Paulino ganhou notoriedade por participar do Programa do Ratinho, do SBT, e levar o maior prêmio da competição “Dez ou Mil” após cantar o hit “Sweet Child o’ Mine”, do Guns N’ Roses.

Para além disso, entretanto, Hanna é vocalista da Vennecy, banda de Hard Rock de Macapá que está gravando seu primeiro EP. A cantora já tem uma trajetória bem interessante, tendo inclusive cantado ao lado de nomes como Edu Falaschi Andre Matos (ambos ex-Angra) em 2012 e 2013, respectivamente.

Ainda dentro do assunto Angra, ela se juntou a outros grandes nomes do Metal nacional para gravar “Never Understand”, do disco Angels Cry, na época do lançamento do livro do baixista Luis Mariutti. Pra fechar com chave de ouro, ela também participa do canal do YouTube Guitarrista de Atena, cantando temas de animes.

Siga Hanna Paulino e a banda Vennecy.

Haru Cage (Corja!)

Haru Cage
Divulgação

Lésbica, negra e nordestina, Haru Cage é vocalista da banda Corja!, do Ceará, que acaba de lançar seu disco de estreia Insulto e se prepara para encabeçar o show de abertura da rainha do Metal, Doro Pesch, em Fortaleza.

Considerada uma das maiores promessas do vocal extremo no Brasil, em especial quando se trata das mulheres, Haru não tem nenhuma vergonha de levantar as três bandeiras que carrega diante do cenário da música pesada. Para ela, aliás, “é essencial” se lembrar das suas raízes:

Eu tenho que mostrar o que sou e na música é onde ganho voz, onde eu apareço e posso expressar minhas lutas. Acredito que é aí que várias pessoas se identificam comigo.

Cage explica ainda que “alinhar minhas músicas aos meus posicionamentos é algo bastante natural”, já que a música é sua “ferramenta de expressão” e onde ela coloca seu ponto de vista e busca a verdade — “seja ela bonita ou não”. Ela explica o poder da música de um maneira belíssima:

A música e a arte me ajudam a bater de frente com coisas que não concordo, que acho injustas e covardes. A música é uma ferramenta muito poderosa de divulgação, ela aflora sentimentos e ajuda a despertar o pensamento e o senso crítico. A arte é revolução e busca transformação!

Ser natural, no entanto, não significa ser fácil. Ela conta também que escutou coisas horríveis quando começou sua trajetória, mas encontrou força na cena underground do Ceará:

No começo da minha trajetória eu escutei coisas como ‘uma neguinha fazendo Metal?’ e lembro de ficar insegura, porque era padrão a branquitude no Rock, ainda mais no Metal. O padrão para vocalistas era ser branca, ruiva e coisas assim. Mas eu estava muito focada em fazer meu som e o que ajudou bastante é o fato do ambiente do rock underground cearense ser periférico.

Principais influências: Alexis Brown, do Straight Line Stitch, a mulher quebra demais! Pegou bem na minha veia adolescente. Killswitch Engage na época em que Howard Jones estava nos vocais e Fallon Bowman, do Kittie.

Siga Haru Cage e a banda Corja!.

Matheus Merari (Mountain Chicken)

Matheus Merari (Mountain Chicken)
Divulgação

Com apenas 21 anos de idade, Matheus Merari é baterista da banda de Rock instrumental Mountain Chicken, um trio de Brasília que busca uma mistura única de Bossa Nova e Choro com o Prog Metal — carinhosamente, o grupo se define como “Prog Choro”.

A ideia é justamente trazer o contraste entre o virtuosismo e o bom humor dos músicos, o que fica evidente, por exemplo, quando a banda apresenta uma cover Prog de “Hoje”, faixa de Ludmilla. O disco de estreia do grupo, You’re Going to Brazil, já está disponível.

Matheus conta que sempre tenta “fazer alguma referência [às suas raízes] nas músicas que toco ou gravo”, algo que pra ele “tem grande importância e é ponto de resistência”. Ele revela também que suas busca “ignorar comentários maldosos” e explica que o preconceito pode acabar acontecendo “de forma velada e até mesmo passar despercebido”, mas nada tira sua visão artística de um foco muito certo:

Penso, em primeiro lugar, que é lamentável quem encara a música como um espaço para ‘competição entre cores’. Minha forma de tocar diz muito sobre mim e assim me dedico a entregar uma música de qualidade a quem ouve.

Principais influências: Tina Turner, Michael Jackson, Tony Coleman e Chris Coleman.

Siga Matheus Merari e a banda Mountain Chicken.

Bruno Teixeira (Desalmado)

Bruno Teixeira (Desalmado)
Foto por Igor Ferreira

Grande nome do Metal e prestes a chegar aos 20 anos de estrada, a banda Desalmado acabou de lançar o disco Mass Mental Devolution, no qual investe em sonoridades densas e cadenciadas para além do Grindcore que os jogou na estrada.

Por lá, o baixista Bruno Teixeira vem deixando sua marca e usando sua posição para fazê-lo também de outras formas. No ano passado, por exemplo, ele encabeçou o projeto Papo Reto pelo site Hedflow, que buscava discutir a negritude ao lado de outros músicos negros como Caio Augusttus (Desalmado), Thiago Sonho (Mano Brown) e Ed Chavez (Crexpo).

Felizmente, Bruno vê uma certa evolução no comportamento da cena mais pesada. Mas ele relembra a primeira situação em que enxergou o preconceito dentro do Rock:

Hoje em dia eu vejo que a situação tem mudado um pouco, mas quando comecei a ouvir Metal extremo eram poucas pessoas negras que faziam parte do cenário. Mas a primeira situação que eu sofri preconceito foi na primeira tentativa de banda que eu tive, na qual o guitarrista perguntou por que eu não deixava de tocar Metal para tocar Samba e Rap, que tinha ‘mais a ver’ com a minha cor. Me recusei a entrar na banda e segui meu caminho.

O baixista explica que, até hoje, acha “muito importante celebrarmos a história de quem pavimentou o caminho que nós percorremos hoje em dia”, destacando os “heróis e heroínas” que tornaram tudo possível. Ele também oferece uma perspectiva pra lá de interessante no que diz respeito ao viés político da arte e como ele se relaciona à sua vivência:

Eu acho que a arte é e sempre foi um espaço para manifestações dos mais diversos tipos de questão. Percebo que muita gente pede para não misturar arte com política, por exemplo, mas isso é algo quase impossível, pois, o fato de convivermos em sociedade já é algo político. Nem toda arte é panfletária ou partidária, mas devemos respeitar quem deseja fazê-la desta forma. No caso da minha banda, o Desalmado, falar destes temas nas letras é algo natural, pois vivemos estas questões pessoalmente de forma profunda.

Principais influências: Itamar Assumpção, Mano Brown, Nina Simone, Bad Brains e Manu Dibango.

Siga Bruno Teixeira e a banda Desalmado.

Castello Branco revela experiência traumática com a COVID-19

Castello Branco
Foto por Thiago Takeshi

O sempre incrível Castello Branco é um dos convidados do Podcast Papo Reto.

O programa tem produção do Tenho Mais Discos Que Amigos! e apoio da distribuidora Tunecore.

Nele, Tony Aiex e Bruno Martins entrevistam artistas independentes que falam sobre carreira, dificuldades, glórias e experiências.

Castello Branco, COVID, R. Sigma e mais

No episódio de Castello Branco, o músico fez relatos bastante fortes a respeito de como foi infectado pelo Coronavirus.

Cantor, ele inclusive chegou a temer pela vida e, posteriormente, pela voz, já que a COVID-19 mexeu bastante com a sua saúde:

Eu peguei COVID trabalhando. Eu fui fazer um clipe em Portugal […] em Novembro, e de todas as pessoas que pegaram, eu fui o único que me ferrei mesmo. A sorte foi que eu consegui voltar pro Brasil — eu não sabia que eu estava com COVID. Porque se eu estivesse lá, eu ia dançar. Lá não tem nada, não tem sistema público, não tem saúde, não tem nada. Eu ia ter que pagar tudo e é caríssimo.

Eu voltei, cheguei em São Paulo, deu dois dias e eu acordei com uma febre descomunal, similar à que eu tive quando tive pneumonia. […] Eu fui indo pro SUS, até o momento em que eu tive que ficar internado por questões de respiração. Não tava conseguindo mais respirar. Fiquei no soro, no oxigênio, todo o processo. Um monte de gente morrendo do lado… Doideira. […] Teve vezes que eu pensei que fosse morrer — fiz várias declarações de término pra várias pessoas, tá ligado?

Porque eu realmente achei que eu fosse. […] Aí voltei pra casa. O mais importante da gente pensar aqui, porque eu estudei muito sobre isso, é que às vezes as pessoas pensam que a COVID é só a onda. Você teve COVID e você saiu da COVID. Não é assim. Mexe no seu sistema nervoso, então muitas vezes você tem uma série de sintomas ‘pra sempre’, até as pessoas saberem o que é ou a gente virar essa página. […] É a chamada COVID longa, que é o que eu tive, que é o que muita gente teve.

O músico conta ainda que fez vários tratamentos alternativos, que aliviaram seus sintomas mas não lhe curaram completamente:

Nada me tira os sintomas que eu ainda tenho de COVID longa. Eu não posso fazer muito esforço — eu faço um show, um showzinho voz e violão, canto um negocinho e já era. No dia seguinte eu tô chumbado. […] Às vezes eu estava no restaurante, assim, sentei pra comer, conversando assim e — do nada — nada faz sentido. Some tudo. Uma sensação absurda de vazio de vida, e você fala assim, ‘Eu quero morrer, eu não quero viver assim’. E aí dá 20 minutos e isso passa. […] São vários sintomas que a gente não imagina.

Tendo lançado um novo disco recentemente chamado Niska: Uma Homenagem Para Tempos de Emergência, ele ainda falou sobre como se recuperou. No álbum, Castello Branco conta com participações de Duda Beat, Rubel, Mahmundi, Lazúli e mais.

Além de falar sobre o presente, ele também relembrou seus tempos de underground com a aclamada banda R. Sigma, que arrebatou legiões de fãs nos Anos 2000.

Ao responder sobre qual conselho daria para o seu eu do passado, brincou:

Cara, cuidado que o microfone quebra dente, velho! [risos] Microfone quebra dente. Rachei várias vezes. [risos]

Você pode assistir ao episódio através do canal do Tenho Mais Discos Que Amigos! no YouTube, dando play logo abaixo.

Também pode ouvi-lo em todas as plataformas de streaming e podcast através do Podcast Tenho Mais Discos Que Amigos!

“Alerta Vermelho” tem melhor estreia de filme na história da Netflix, diz The Rock

Alerta Vermelho
Crédito: divulgação

Dono da quinta conta mais seguida no Instagram, The Rock aproveitou toda a sua popularidade na rede social para revelar no último sábado (27) que o filme Alerta Vermelho já se tornou o filme com a melhor estreia na história da Netflix (via Polygon).

Disponibilizada no início do mês na plataforma de streaming, a produção bateu todos os recordes e acumula mais de 290 milhões de horas assistidas mundialmente em apenas 19 dias.

Com o feito, Bird Box está oficialmente desbancado pois, em um mês, o thriller pós-apocalíptico de 2018 protagonizado por Sandra Bullock havia alcançado a marca de 282 milhões de horas transmitidas.

Foi revelado ainda que, após o boom da estreia, os números de Alerta Vermelho na Netflix vem caindo somente 14%, o que significa que o filme pode rapidamente chegar a 400 milhões de visualizações.

Entusiasmado com o sucesso do longa, o ator de 49 anos também conhecido como Dwayne Johnson postou no Instagram:

Aqui estou ao lado de Ryan Reynolds, dando um gostinho de por que ‘Alerta Vermelho’ se tornou oficialmente O MAIOR FILME DA HISTÓRIA DA NETFLIX!!! Em menos de duas semanas, quebramos todos os recordes e ainda temos muitas semanas pela frente. OBRIGADO, GALERA, e aproveitem ‘Alerta Vermelho’ neste final de semana ao redor do mundo.

Uau!

Alerta Vermelho

Atuando ao lado de Gal Gadot e Ryan Reynolds, The Rock interpreta na trama o agente do FBI John Hartley, que assume um novo caso depois que a entidade recebe um alerta vermelho da Interpol.

Na caçada, ele se vê diante de um assalto ousado e é forçado a se aliar ao maior ladrão de arte da história, Nolan Booth (Reynolds), para capturar a ladra de arte mais procurada do mundo atualmente, Sarah Black (Gadot).

Também produzido por The Rock, o filme é dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Um Espião e Meio, Arranha-Céu: Coragem Sem Limite).

Confira abaixo a postagem de The Rock no Instagram!

LEIA TAMBÉM: Gorillaz ganhará filme da Netflix, diz Damon Albarn

 

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Sebastianismos apresenta o ótimo “Tóxico” em São Paulo no dia 03 de Dezembro

Sebastianismos
Foto por Rodrigo Gianesi

Dono de um dos grandes discos nacionais de 2021, Sebastianismos está prestes a levar as ótimas faixas de Tóxico aos palcos do país.

O show do álbum vai ter sua estreia no próximo dia 03 de Dezembro, em uma apresentação marcada para o Cine Joia, em São Paulo. A performance marca também um primeiro encontro com os fãs paulistas, já que o músico — que também faz parte da Francisco, el Hombre — lançou o projeto solo durante a pandemia.

Para chegar em grande estilo, Sebastián Piracés-Ugarte irá receber alguns grandes nomes do Emo brasileiro no palco. Além de Malfeitona, artista visual que comanda o after com uma discotecagem especial na Malfestona, o show contará com participações de Dani Weks (NX Zero), Badauí (CPM 22) e DAY, ótima representante dessa nova cena de Pop Punk/Emo nacional.

O show acontece dois dias depois da primeira apresentação da turnê “Tóxico” no Brasil, que será em 01/12 no Bar Opinião, em Porto Alegre. Confira mais informações e adquira os ingressos abaixo.

Sebastianismos no Cine Joia

03 de Dezembro de 2021
20h30 – Abertura da casa
21h30 – DJ Gui Tintel
23h30 – Show Sebastianismos
01h00 – 03h00 Malfestona

Ingressos
Lote 1 (300)
MEIA / MEIA SOCIAL – R$25
INTEIRA – R$50

Lote 2 (400)
MEIA / MEIA SOCIAL – R$35
INTEIRA R$70

Lote 3 (500)
MEIA / MEIA SOCIAL – R$45
INTEIRA R$90

*Meia Social mediante a doação de 1kg de alimento não perecível.

Classificação Etária: 18 anos acompanhado de responsável legal

Cine Joia
Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade – São Paulo/SP

Clique aqui para comprar ingressos

Brian May (Queen) se desculpa por falas polêmicas sobre pessoas trans: “fui emboscado”

Brian May, do Queen, em 2014
Foto de Brian May via Shutterstock

Brian May, guitarrista do Queen, decidiu se desculpar após fazer algumas declarações polêmicas sobre a comunidade trans.

Na semana passada, te contamos que May deu uma entrevista ao The Mirror criticando uma decisão do BRIT Awards. A premiação não vai mais dividir categorias entre masculino e feminino e o guitarrista teria afirmado que isso é um “ataque a liberdade e aos direitos humanos”.

Na mesma conversa, o músico ainda teria dito temer que o Queen não seria considerado diverso o suficiente para ser aceito hoje em dia, apontando:

[Temo que o Queen] seria forçado a ter pessoas de diferentes cores e sexos, e teríamos que ter uma [pessoa] trans.

Naturalmente, o músico de 74 anos foi bastante criticado nas redes sociais por suas declarações e isso o levou a utilizar sua conta do Instagram para se pronunciar sobre seus comentários e afirmar que não teve a intenção de ofender ninguém.

Brian May se desculpa por falas polêmicas

Na nova publicação, ele escreveu:

Fui emboscado e completamente costurado por um jornalista no recente evento da ITV. E isso levou a uma grande confusão de histórias na imprensa que me fizeram parecer hostil para pessoas trans. Nada poderia ser mais longe da verdade. Minhas palavras foram sutilmente distorcidas. Eu deveria ter pensado melhor do que falar com esses predadores espertalhões da imprensa.

Sinceras desculpas a todos que ficaram magoados com as histórias. Meu coração está aberto como sempre para os humanos de todas as cores, todos os credos, todos os sexos e sexualidades, todas as formas e tamanhos – e todas as criaturas. Todos nós merecemos respeito e um lugar igual neste mundo. E meus agradecimentos a todos vocês que se apresentaram para me defender nos últimos dias. Significa muito que vocês tenham fé em mim.

Apesar disso, Brian não deixou claro quais partes de sua fala teriam sido distorcidas e qual foi o real significado de suas palavras.

Na mesma entrevista ao The Mirror, inclusive, May destacou que se preocupa com a cultura do cancelamento e indicou que “algumas coisas são boas, mas também [há] coisas ruins e injustiças”. Saiba mais aqui.