terça-feira, 13 de abril de 2021

Raimundos: relembre show de 1994 onde Rodolfo sentiu “presença maligna”

Raimundos no Monsters of Rock de 1994
Reprodução/YouTube

Em 1994, o vocalista Rodolfo Abrantes teve um dia cheio de emoções quando o Raimundos se apresentou no palco do Monsters of Rock.

À época um dos festivais mais importantes do Rock nacional e mundial, o evento sediado no estádio do Pacaembu recebeu um showzasso da banda que vinha se tornando cada vez mais.

Contando até com participação de João Gordo em “Rapante”, o setlist passa por clássicos como “Palhas do Coqueiro”, “Deixei de Fumar” e “Puteiro em João Pessoa” e faz a apresentação se tornar uma das melhoras da história da banda, sendo intensa do começo ao fim.

Acontece que, naquele mesmo evento, o vocalista teve uma experiência bem curiosa — para dizer o mínimo.

Rodolfo Abrantes e a “presença maligna” do Slayer

Como te contamos aqui no TMDQA! há algum tempo, o cantor revelou em entrevista recente (anos após sua conversão ao cristianismo) que naquele dia sentiu uma forte “presença maligna” quando o Slayer subiu ao palco. Ele relatou:

Cara, eu senti uma presença maligna tão forte [durante o show do Slayer] que eu saí da torre de som [onde assistia ao show] e fui me esconder, praticamente me esconder no camarim. Não era muito comum eu ter esse tipo de experiência, mas eu estava ’em trevas’ e pude discernir que uma presença terrível chegou naquele lugar.

Rodolfo também comentou nesse mesmo vídeo que sentiu algo parecido quando assistiu a um show de Marilyn Manson, e você pode ver mais detalhes sobre essas situações clicando aqui.

Tanto o show do Raimundos quanto o do Slayer no evento de 1994 estão disponíveis logo abaixo. Infelizmente, ambos não estão na melhor qualidade possível, mas são registros históricos pra lá de importantes do Rock no Brasil.

Raimundos no Monsters of Rock 1994

Steven Van Zandt, lenda da E-Street Band, fala ao TMDQA! sobre show no Cavern Club, ativismo na música e mais

Steven Van Zandt
Divulgação

Steven Van Zandt é uma daquelas entidades da música.

Conhecido por seu trabalho com a E-Street Band de Bruce Springsteen, o guitarrista e ocasionalmente vocalista tem boa parte de sua carreira associada ao seu trabalho como a “mão direita” de The Boss. Ainda assim, quem conhece sua história sabe que, sob o pseudônimo de Little Steven, ele também tem uma carreira solo sensacional.

Mais focado em um estilo de música que une o Soul e o Rock and Roll quando assume o papel principal, Steven resolveu celebrar justamente essa grande parte de sua história com um novo relançamento da coleção Soulfire Live!, que está disponível para streaming e reúne algumas de suas melhores apresentações com sua banda, o Disciples of Soul.

Por lá, também está incluso um especial de covers dos Beatles — que são quase uma religião para Steven — gravado no lendário Cavern Club no horário do almoço, remetendo às origens do quarteto de Liverpool. E tem até participação especial de Paul McCartney!

Em um papo onde esbanjou simpatia, Van Zandt conversou com o TMDQA! sobre todos esses assuntos e detalhou esses pontos altos de sua carreira. Confira logo a seguir!

Entrevista com Steven Van Zandt

TMDQA!: Oi, Steven! Que grande prazer falar contigo. Como você está?

Steven Van Zandt: Eu estou bem, cara. E você?

TMDQA!: Por aqui também. Muito legal poder conversar sobre um projeto tão interessante e claramente tão especial pra você. Então eu queria começar te perguntando logo de cara: como foi tocar no Cavern Club? Deu pra sentir aquela magia dos Fab Four por lá?

Steven: [risos] Você sente, mesmo. E é engraçado porque… e olha, eu digo isso a minha vida inteira, o Rock and Roll é a minha religião. Então, sabe, Liverpool é a minha Meca, e o lugar mais sagrado possível. É uma atmosfera incrível; a cidade inteira meio que voltou à vida nos últimos dez, vinte anos, e eles têm uma universidade maravilhosa lá agora que é apoiada pelo Paul McCartney. E eu falei com o Paul sobre dar algumas aulas por lá, e sempre que eu passo por Liverpool — essas últimas três turnês — eu dou uma aula por lá. E aí você passeia pela Matthew Street e tem um Museu dos Beatles e, sabe, há muita ação por lá agora, o que é ótimo. E tudo isso vai voltar, eu tenho certeza, quando esse apocalipse zumbi acabar. [risos]

Mas é, sabe, é tão especial… A gente só viu aquele pequeno vídeo, quando crescíamos, deles tocando “Some Other Guy”, do Ritchie Barrett, canção que fizemos também durante nosso set. Era o único videozinho que eu tinha visto do Cavern! Esse vídeo curto, e você vê esses arcos por cima do palco e, sabe, é muito estreito; você consegue ver no [nosso] DVD. Então tivemos que colocar os [músicos de] sopro e as garotas no corredor, perto do palco. [risos] Onde tem uma parede! Tipo uma partição. E aí não conseguíamos vê-los. [risos] Estávamos esperando que desse pra terminar as músicas do jeito certo, mas, sabe, foi simplesmente divertido. Muito divertido. Eu acho que ninguém tinha feito um show na hora do almoço [por lá] em muitas, muitas décadas, como os Beatles costumavam fazer sempre. Eles tocaram no Cavern quase 300 vezes, sabia? Às vezes à noite, às vezes no almoço! As pessoas traziam seus almoços e os Beatles tocavam por meia hora. Temos que amar essas coisas excêntricas, não é? Eu amo.

TMDQA!: É inacreditável, né? E realmente, fazer um show desse porte no Cavern Club foi algo espetacular. Aliás, você sempre faz alguns shows incríveis, cheios de belos arranjos e músicos por todo lado. Tirando de lado o fato do espaço em si ter deixado tudo mais desafiador, quão complicado é montar esses arranjos e ensaiar tudo e quão satisfatório é estar ali no palco vendo tudo funcionando como deve?

Steven: É magia. É muito mágico. Por algum motivo, bem no começo, eu comecei bem cedo com o Southside Johnny and the Asbury Jukes, então bem desde cedo a gente curtiu esse som bem grande. Essa coisa meio Soul se encontrando com o Rock and Roll. E nós tínhamos sopro, tudo mais. Então eu comecei a curtir isso desde muito cedo, e meio que isso reviveu há uns 3 anos, por acidente — é uma história mais longa do que temos tempo para falar, infelizmente — mas, enfim, por circunstâncias que me fizeram voltar a curtir isso.

E eu tinha feito há alguns anos um disco com a Darlene Love, que é uma das maiores vocalistas de todos os tempos, e nunca tinha feito um disco! Então finalmente fizemos seu disco de estreia aos 73 anos de idade e ela, sabe, se você ouve o disco — se chama Introducing Darlene Love — eu tinha o sopro ali, tinha cordas, e ela também tinha as cantoras de fundo. Então eu realmente me apaixonei por elas. E, sabe, eu realmente amo fazer arranjos; agora, estamos arranjando os sopros, as cordas, os vocais de fundo… tudo pra fazer isso um maravilhoso quebra-cabeça. Então quando eu voltei com a minha coisa, eu adicionei as vocalistas de fundo. Era uma coisa totalmente nova pra mim.

E, sabe, eu subi ao palco dessa vez como um apresentador, na verdade. Eu estava curtindo o show tanto quanto qualquer outra pessoa, porque, sabe, eu não estou realmente em forma pra ser um frontman como eu costumava ser nos Anos 80. Você vê meus vídeos nos Anos 80, sabe, eu virei um frontman de verdade, e eu era bem bom nisso, ainda que não fosse minha inclinação. Eu gosto de ficar por trás das câmeras, ser a “mão direita”, ser o produtor, eu gosto. Eu não preciso dos holofotes, mas eu fiquei bem bom nisso nos Anos 80. E eu sabia que eu não conseguiria fazer isso agora; eu levaria vários anos para voltar àquela forma, se é que eu vou voltar algum dia.

Então eu disse a mim mesmo: eu não vou ser o entretenimento, a banda vai ser o entretenimento. A música vai ser o entretenimento. E eu vou só apresentar, mesmo. Vou ser tipo um MC, um mestre de cerimônias.

Little Steven e Soulfire

TMDQA!: E realmente, você sempre introduz as músicas, fala um pouco antes de tocá-las… É bem divertido, é bem legal de ouvir! Faz com que a gente se sinta em uma festa na qual você é o anfitrião.

Steven: É isso. E o disco Soulfire é um resumo de toda a minha vida. Eu decidi, sabe, eu não estava realmente no clima para escrever um novo disco depois de 20 anos. Então eu pensei, deixa eu fazer um disco com músicas que eu escrevi para outras pessoas — e então virou um resumo de toda a minha vida, e eu até joguei algumas coisas ali que eu nunca joguei em álbuns antes, tipo uma música doo-wop, “City Sleeps Tonight”, e o show virou meio que uma história do Rock and Roll, sabe. Rock and Soul, eu diria!

Não era como se estivéssemos tentando fazer isso, mas foi o que virou. Virou um museu móvel da história do Rock e do Soul. [risos] E as pessoas realmente curtiram isso. E aí, de novo, por conta das circunstâncias e por voltar a me familiarizar com as minhas próprias músicas por conta da turnê Soulfire, finalmente voltaram a surgir novas músicas pra mim. E isso virou um novo álbum, Summer of Sorcery, meu primeiro disco de material totalmente novo em 25 anos, sei lá quanto tempo. E foi tudo muito acidental, mas foi a primeira vez na minha vida que fiz dois discos em seguida com a mesma banda. Então eu fiquei bem, bem interessado em ver onde isso chegaria. E Summer of Sorcery realmente virou algo bem significativo na minha vida por conta disso.

TMDQA!: E imagino que tenha sido um alívio, por assim dizer, reencontrar essa paixão depois de tanto tempo nessa carreira.

Steven: Eu concordo… [risos]

TMDQA!: E, bom, grande parte dessa carreira está intimamente ligada ao Bruce Springsteen, né? Não tem como escapar de falarmos disso. [risos] Ainda mais dado que ele está nesse disco, tocando com você. Como é recebê-lo no palco para “inverter os papéis” — ao invés de tocar uma música do Bruce, é ele tocando uma música sua?

Steven: [risos] É divertido. A gente sempre fez isso, sabe? Quando éramos jovens, às vezes eu estava na banda dele, às vezes ele estava na minha banda. Ele cantou todas as harmonias no meu primeiro álbum; a gente não deu créditos a ele porque ele estava brigando com a gravadora na época, então eles não estavam deixando ele cantar em qualquer outro disco. [risos] E nós dissemos, “Que se dane isso! Você vai cantar no meu primeiro disco, vem”. [risos] Então ele cantou todas as harmonias no primeiro álbum e a gente sempre vai e vem. Tem sido muito divertido, nós continuamos sendo os melhores amigos depois de tantos anos.

O que foi realmente de explodir minha mente foi o Paul McCartney subindo no meu palco!

TMDQA!: Bom, essa era minha próxima pergunta!

Steven: É, isso… o Bruce é uma coisa, mas eu cresci com ele! O Paul McCartney… se o Rock and Roll é a minha religião, você pode imaginar o que o Paul McCartney significa pra mim. [risos] Ele já havia subido ao palco com a E-Street Band, no Hyde Park [em Londres], o que foi maravilhoso. Ele então convidou o Bruce e eu para cantarmos com ele no Madison Square Garden, quando tocou em Nova York, e isso foi divertido. Mas para ele estar no meu palco… Uau! Que moral. Foi de explodir a minha mente. Realmente fez minha vida se fechar, sabe.

O primeiro álbum que eu comprei na minha vida foi o Meet the Beatles, que nós pensávamos [nos EUA] que era o primeiro álbum mas, na verdade, era o segundo álbum. Foi o primeiro álbum que eu comprei, e foi o que me fez curtir o Rock and Roll. E agora ele está no meu palco, dizendo que o que eu faço tem valor. Meu Deus, que emoção.

TMDQA!: Teve algum motivo específico para você escolher “I Saw Her Standing There” como a música que vocês iam apresentar?

Steven: Bom, sabe, é a que ele curte fazer jams. É a mesma que fizemos no Hyde Park e no Madison Square Garden. Então foi a terceira vez que tocamos juntos, mas uma vez que eu tinha a seção de sopros ali, eu adicionei uma coisa meio Little Richard ali no arranjo. E eu sabia que ele era um fã do Little Richard, porque foi ele quem me contou sobre o Little Richard! Eu nunca tinha ouvido falar do Little Richard quando estava crescendo, sabe. Não tínhamos como! Não ouvi falar do Chuck Berry, do Buddy Holly, são pessoas que os Beatles me fizeram curtir.

Então eu sabia que o Paul era fã e achei que isso ia funcionar. E na verdade a gente só teve um pequeno ensaio disso, mas nunca com ele; a gente ensaiou na passagem de som, cinco minutos antes de acabar. Porque as pessoas estavam tentando entrar [na casa de shows], era uma plateia bem, bem grande naquele dia. E eu não esperava que ele fosse tocar. Eu falei pra ele antes, “Olha, você nunca mais sai [para se divertir], você está tocando o tempo todo, está em turnê o tempo todo, você está aqui com sua belíssima esposa Nancy, sente-se com minha maravilhosa esposa Maureen e curta o show, nem pense em subir no palco”.

E eu acho que ele ficou feliz em ouvir isso, mas aí quando estávamos agradecendo a plateia antes do bis, meu roadie chega em mim e diz, “O Paul está subindo”. [risos] E eu fiquei tipo, “Meu senhor…”. [risos] E aí chega o Paul, com sua guitarra, ele nunca ouviu o que íamos fazer, ele só tinha fé em mim e fizemos lá; o que você ouve é o que aconteceu. [risos] Foi o momento mais extraordinário da minha vida.

Carreira como ator e ativista

TMDQA!: Eu imagino! Com certeza seria o da minha também. [risos] Steven, além do seu trabalho na música, você também tem uma carreira incrível como ator. Mais recentemente você participou de O Irlandês, e imagino que isso tenha te lembrado dos seus tempos de Sopranos. Como foi isso, estar ali com o Al Pacino e tudo mais?

Steven: Foi uma cena incrível! O Pacino estava nela, o Joe Pesci estava nela, o Bobby [Robert] de Niro estava nela… trabalhar com o Martin Scorsese, claro, era um sonho da vida. Na ocasião, eu achei que era o maior evento da minha vida. E aí na noite seguinte foi quando o Paul McCartney subiu no meu palco. [risos] Então, digamos, eu tive uma bela sequência de dias. Foram dois sonhos que viraram realidade em um período de 24 horas.

TMDQA!: Steven, outra coisa impressionante que eu descobri recentemente é que lá em 1984 você liderou um movimento anti-Apartheid. Obviamente, acho que esse assunto está mais relevante do que nunca hoje em dia e ainda vemos muita controvérsia quando tratamos dele, mas você já estava falando disso tudo lá em 1984. Então, queria saber duas coisas: quão esperançoso você fica com a possibilidade dessa nova geração trazer as mudanças que você e tantos outros tentam trazer há tempos e, também, quão renovadas estão suas esperanças com a troca de presidentes no seu país?

Steven: Eu vejo o futuro com bons olhos. Eu tenho muita fé nos adolescentes de hoje, eu acho que eles são muito naturalmente sem preconceitos, ambientalistas. Eu sou muito, muito extremo com o meio ambiente; eu não uso palavras como [mudanças] climáticas ou aquecimento global, eu uso “veneno”. Sabe? A nossa terra está envenenada, o nosso ar está envenenado, a nossa água está envenenada. E eu gostaria de não ter mais veneno em 2030, esse é o meu sonho. Mas eu acho que vai ajudar quando esses adolescentes crescerem e começarem a votar, porque temos um longo caminho a percorrer.

Eu espero que esses últimos dois anos consigam trazer alguma coisa positiva. A gente ficou cara a cara com o nosso racismo, que nunca foi resolvido e nunca nem chegou perto disso, o que é bom. Começamos a ter alguns movimentos querendo tirar esse veneno da atmosfera, então eu espero que estar no outro extremo nesses últimos 4 anos, a gente finalmente possa acordar e fazer algo a respeito de tudo isso.

E eu sei que vocês têm o mesmo problema por aí, e não somos só nós, é o mundo inteiro. Eu estive no mundo todo nesses últimos três anos e, sabe, há muitos problemas. Muitos, muitos problemas, desde a Indonésia até a Hungria, a Polônia, está em todo lugar. Temos muito nacionalismo, extremismo religioso, e ambos têm que ir embora. Temos que voltar para a estrada de unificação do nosso planeta. Esse deveria ser nosso objetivo, todos os dias: nos unir e não erguer barreiras, quebrar e sair de tratados. Deveria ser o oposto, as barreiras caindo, os tratados em todos os lugares, e nós deveríamos estar desmilitarizando e sendo bem extremos com relação ao clima porque temos que ser agora. E espero que consigamos fazer algumas mudanças antes de algum imbecil queimar a floresta amazônica inteira. A gente resolveu parcialmente o nosso problema e agora temos que controlar os danos. Vamos ver o que vai acontecer.

TMDQA!: Pra fechar esse papo sensacional, Steven, eu achei bem curioso que há algum tempo você fez uma participação em um trabalho do The Hives. Há alguma outra banda dessa nova geração que você curta ou conheça e acha interessante?

Steven: Eu tenho um programa de rádio, chamado Little Steven’s Underground Garage. Estamos em 100 estações nos EUA e em 100 países, talvez até no Brasil, onde estão as nossas Forças Armadas; se tivermos uma base por aí, estamos. [risos] Mas é um grande formato que toca tudo de Rock e Soul e as melhores músicas já feitas desde 1950 até hoje, e nesse formato eu já introduzi mais de 1000 bandas! Como o The Hives, o The White Stripes, por exemplo.

Infelizmente, poucas delas conseguem atingir o sucesso atualmente. É bem difícil, mas nós damos o espaço e isso as ajuda a conseguir shows e, às vezes, os promotores ouvem o nosso programa e colocam bandas em um festival, coisas assim. Fazemos o que podemos para tentar ajudar. Mas há muita gente fazendo música boa hoje em dia, talvez mais do que nunca. Mas, sim, a infraestrutura não está mais presente para o Rock and Roll atualmente. Nós temos que tentar reconstruir essa infraestrutura, e o meu programa de rádio é um começo nisso.

Eu sempre falo com [as pessoas do] Hard Rock Cafe para fazermos um circuito do Rock and Roll. Aqueles que forem grandes o suficiente para receber equipamento, a gente coloca por lá e faz tipo um circuito de Rock and Roll ao redor do mundo. Eles estão em uma posição boa para isso, então nos falamos sempre. Eles são os patrocinadores do meu programa desde o começo, então espero que algo do tipo possa acontecer. Talvez um programa de TV que mostre novas bandas, é algo que sempre tento fazer. Tenho muitas ideias, mas no geral, precisamos trazer de volta a infraestrutura para trazer de volta o Rock and Roll e a música Soul, as ótimas músicas dos Anos 50, 60 e 70. Precisamos achar um jeito de trazer isso de volta de um jeito que as pessoas possam ter acesso.

TMDQA!: Incrível! Bom, espero que da próxima vez que a gente se fale esse sonho já tenha virado realidade. Muito obrigado, Steven! Poderia ficar horas por aqui, mas infelizmente nosso tempo acabou. Foi um prazer conversar contigo e até mais!

Steven: O prazer é meu, meu amigo. Até mais!

O dia em que Frusciante riu dos vocais de Flea em pleno show do Red Hot Chili Peppers

John Frusciante rindo de Flea
Reprodução/YouTube

Apesar de suas idas e vindas do Red Hot Chili Peppers, o ótimo John Frusciante  sempre teve uma relação excelente com o baixista Flea.

Os dois são amigos de longa data e, claro, possuem uma sincronia como poucos em cima do palco. Mas como toda amizade, um pouquinho de zoeira sempre cai bem e durante um show do RHCP o guitarrista não conseguiu segurar o riso ao olhar para o companheiro de banda fazendo um baita esforço para cantar os backing vocals de “Around the World”.

John achou a situação tão engraçada que até mesmo ele — que tem ótimas performances como vocalista principal em algumas ocasiões — perdeu a concentração e gerou uma versão horrível, porém hilária, do hit.

Veja pelo vídeo abaixo e aproveite para dar boas risadas também!

LEIA TAMBÉM: John Frusciante disse que Anthony Kiedis é bom na música porque “não entende de música”

John Frusciante rindo dos vocais de Flea durante show do RHCP

Marcão (Charlie Brown Jr.) divulga vídeo emocionante com os últimos registros em voz de Chorão

Marcão divulga especial sobre Chorão
Crédito: reprodução

Existem músicos que se foram cedo demais e deixaram uma saudade gigantesca no público.

Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, certamente é um deles. O vocalista do Charlie Brown Jr. foi encontrado morto no dia 6 de Março de 2013 em seu apartamento no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Vítima de uma overdose de cocaína combinada com álcool, ele tinha apenas 42 anos. De lá para cá, oito anos se passaram e seu legado continua muito vivo na memória dos fãs.

No último dia 9 de Abril, Chorão teria completado 51 anos. Para celebrar sua obra, Marcão Britto, guitarrista do CBJR, divulgou em seu canal no YouTube um vídeo com quase uma hora de material do saudoso vocalista em estúdio.

Intitulado Especial Chorão – As Últimas Gravações em Studio, o conteúdo, gravado no Electro Sound STUDIO, em Santos, onde o grupo foi formado, mostra as últimas vozes registradas por Chorão antes de morrer.

No vídeo, Marcão apresenta o material ao lado do produtor André Freitas. Juntos, entre faixas do disco póstumo La Famíla 013, eles relembram histórias vividas ao lado de Chorão e compartilham curiosidades sobre um dos cantores mais populares das últimas décadas.

Histórias de Bastidores de Chorão

“Em homenagem ao meu querido e saudoso irmão Chorão compartilho aqui como foram seus últimos momentos em Studio durante a gravação das músicas do álbum ‘La Família 013’, com canções como ‘Meu Novo Mundo’, ‘Fina Arte’ e ‘Um Dia A Gente se Encontra’. Nós vamos mergulhar fundo no seu mundo, escutar detalhes da sua voz e aprender com ele como era seu trabalho de vocalista dentro do Studio, como ele gostava de gravar, de organizar suas vozes na gravação, seu senso de humor e como estava o clima na época dentro do Studio, além de relatos que fui testemunha durante os anos de Charlie Brown!,” diz Marcão na descrição.

Este vídeo é dedicado a todos os fãs, vocalistas, músicos e pessoas que amavam o Chorão e tinham a curiosidade de saber como era o seu trabalho e sua relação com o microfone dentro do Studio. Para este vídeo mais que especial convidei meu irmão e parceiro André Freitas que esteve comigo à frente a sala de controle e mixagens dos três primeiros singles do último disco junto com a banda.

Você pode conferir o especial na íntegra a seguir. Impossível não se arrepiar!

LEIA TAMBÉM: “Não compre, baixe” – Chorão e um momento inesquecível com uma fã

Tom Hunting, baterista do Exodus, revela tratamento contra um câncer no estômago

Tom Hunting, baterista do Exodus, está lutando contra um câncer no estômago
Reprodução / Facebook / Exodus

Tom Hunting, baterista da icônica banda de thrash metal Exodus, infelizmente está com câncer.

O músico que completou 56 anos de idade no último domingo (11) foi diagnosticado em Fevereiro com carcinoma espinocelular no estômago.

Ele publicou uma mensagem na página da banda no Facebook nesta terça-feira (13) para informar seus fãs e conscientizá-los da importância de ficar atento a possíveis sintomas de problemas estomacais e esofágicos.

Hoje vou começar o tratamento para um carcinoma de células escamosas. É um tumor gástrico que foi diagnosticado na parte superior do meu estômago em fevereiro. Estou tornando isto público para aumentar a conscientização para que as pessoas prestem atenção aos sintomas de problemas estomacais e esofágicos. Se persistirem, vá dar uma olhada.

Não vou ficar envergonhado em falar sobre isso. Acho que se puder ajudar alguém com o que aprendi, ou se alguém por aí tem informações para compartilhar comigo, é uma situação ganha-ganha! Quando você pode nomear o inimigo, é fortalecedor e você está um passo mais perto de matá-lo!

Hunting afirmou que está se sentindo bem fisicamente e pronto para lutar contra a doença já que conta com ótimos médicos e um “ótimo sistema de apoio que é um exército em si”.

Ao final do comunicado, o baterista disse estar empolgado para o lançamento do próximo álbum do Exodus, Persona Non Grata, que está previsto para chegar no segundo semestre deste ano.

Temos muito o que celebrar este ano com um álbum que irá definir a carreira e as turnês que virão a seguir! Estou animado para todos ouvirem, e mais animado ainda para sair e tocar um pouco. Eu verei todos vocês em breve!

Tom Hunting e Exodus

O artista fundou o Exodus ao lado de Kirk Hammett (que deixou a banda para entrar no Metallica), Keith Stewart e Tim Agnello em 1979. Após idas e vindas no grupo, em 2007 ele retornou para o lançamento do oitavo disco, The Atrocity Exhibition: Exhibit A, e continua na banda até o momento.

Gary Holt, atual guitarrista do Exodus, também compartilhou a mensagem de Hunting e acrescentou mais algumas palavras sobre a situação do colega e o andamento do novo trabalho.

Tom começa sua primeira rodada de quimioterapia hoje, então eu sei que ele vai sentir as vibrações positivas sendo enviadas para ele. O Exodus vai atrasar o lançamento do novo álbum para que, quando Tom derrotá-lo, ele volte com toda a força para pegar a estrada e bater sua bateria como só ele pode!

Quando ele chutar o traseiro do câncer como sabemos que ele fará, nós vamos continuar chutando suas bundas com o recorde mais doentio de todos! Todo amor e positividade ao meu irmão.

Torcemos para que Tom Hunting tenha uma boa recuperação.

Megadeth vende “GIF animado” em NFT por mais de 100 mil reais

Megadeth
Divulgação

O Megadeth é a banda mais recente a arrecadar uma boa quantia com a venda do seu primeiro NFT, um token não-fungível.

De acordo com informações do portal Blabbermouth, a peça digital exclusiva da banda foi vendida por US$ 18 mil, aproximadamente R$ 103 mil.

A arte animada que recebeu o nome de Genesis e tem seis segundos de duração conta com o logotipo da banda e seu mascote, Vic Rattlehead, girando. Sua venda foi anunciada na semana passada e teve o leilão encerrado nesta segunda-feira (12).

Continua após o tweet

NFTs e a indústria da música

O recurso que vem sendo utilizado com cada vez mais frequência realiza o registro de um material em uma rede blockchain, que guarda todos os dados de todas as transações em cima dele e também garante sua autenticidade.

Os NFTs dão acesso a materiais digitais exclusivos e em edições limitadas como artes, áudios, ingressos, capas de discos e outras formas de conteúdo criativo, como esclarecemos melhor aqui.

Nesse caso, por exemplo, o comprador será o único detentor dessa arte digital do Megadeth em todo planeta. Só ele terá acesso ao arquivo original e poderá, se quiser, vendê-lo no futuro.

Megadeth, Kings Of Leon e mais…

No início de Março, o Kings of Leon marcou a história ao ser a primeira banda a lançar um disco vendido como NFT. Com as vendas de When You See Yourself nesse formato, a banda arrecadou mais de R$ 10 milhões (US$ 2 milhões).

Um relatório recente do portal Non Fungible, reproduzido pela PR Newswire, informou que o mercado dos tokens não-fungíveis triplicou em 2020 e que os NFTs pretendem se tornar uma das principais classes de ativos emergentes para a Economia Virtual dos próximos anos.

Site lista 37 músicos e bandas que aparecem no Universo Cinematográfico da Marvel

Capitã Marvel Nine Inch Nails
Foto: Divulgação/Disney

Apesar de ser uma obra de ficção, o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) capricha em sua concepção para ter uma linha bem tênue com a realidade e fazer com que os espectadores se sintam parte daquele mundo.

Para isso, a música tem um papel importantíssimo e é justamente por esse motivo que 37 bandas e artistas já apareceram de alguma forma nas obras da gigante dos quadrinhos.

Seja com Carol Danvers (Brie Larson) usando uma camiseta do Nine Inch Nails durante Capitã Marvel ou o Led Zeppelin sendo mencionado em Homem-Aranha: Longe de Casa, essas pequenas referências definitivamente ajudam a ambientar os longas e dar um gostinho de proximidade para quem os assiste.

Bandas e artistas que existem no Universo Cinematográfico da Marvel

Por isso, o site AltPress reuniu todas essas aparições e, só para citar alguns, estão presentes artistas como GarbageGuns N’ RosesThe Smashing PumpkinsMy Chemical RomanceThe CureAC/DCBlack SabbathAdeleQueen, KISS, Blondie e muito, muito mais.

Você pode ver a lista completa de 37 artistas e bandas, inclusive com fotos/vídeos dos momentos em que tudo isso acontece, acessando a matéria original (em inglês) por aqui!

LEIA TAMBÉM: 10 músicas que fizeram história nos filmes da Marvel

Cientistas transformam teias de aranha em música; confira o resultado

Teia de aranha musical
Foto Stock via Shutterstock

Você já imaginou qual seria o som gerado por uma teia de aranha se ela pudesse ser tocada como as cordas de uma harpa?

Esse questionamento se transformou em um estudo de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que decidiram modelar os fios individuais da teia como se fossem objetos vibrantes.

De acordo com o professor de engenharia do MIT Markus Buehler (via Digital Music News) a pesquisa de sonificação de dados das teias de aranha tem como intuito “expandir a forma como geramos som na música” e como se compõe as canções.

Buehler e sua equipe apresentaram as descobertas em uma reunião da American Chemical Society, uma conferência dedicada a profissionais da indústria química.

Teias de aranha se tornam músicas

O projeto de transformar o “som” das teias em música foi acompanhado por vídeos 3D que ilustram alguns dos resultados apresentados. Um deles foi feito imaginando a perspectiva da própria aranha.

No material disponibilizado o público pode perceber que o som gerado no estudo é semelhante a um constante farfalhar de sinos. Sobre o resultado o professor Markus Buehler disse na conferência:

Você ouve algo que no começo soa bastante dissonante para o ouvido humano. Mas depois de passar algum tempo na web, torna-se estranhamente familiar.

Para chegar ao som apresentado, Buehler trabalhou com um conjunto de sons que podem ser captados pelo ouvido humano. Sua equipe utilizou a física da teia de aranha para atribuir tons audíveis à tensão e vibrações únicas de cada corda.

A partir desses recursos, o tom de cada corda foi criado em um modelo interativo da internet que pode produzir som quando manipulado em Realidade Virtual.

Com a “sonificação” de dados das teias de aranha, Markus Buehler espera que mais pesquisas relacionadas ao áudio sejam exploradas.

Isso mostra que nosso sistema de referência humano não é o único. Para algo como uma aranha, existe uma maneira totalmente diferente de experimentar o mundo, e agora temos a capacidade de ver isso.

O professor planeja voltar ao laboratório após a pandemia junto com um colaborador de longa data para gerar sons de aranha com Inteligência Artificial e testar as reações reais do animal a esses sons.

Confira nos players abaixo alguns exemplos do resultado final desenvolvido pela pesquisa.

DMX tem aumento de 928% em streaming após sua morte

DMX
Foto do rapper DMX via Shutterstock

Nos últimos dias, o mundo do Rap sofreu uma grande perda quando DMX nos deixou aos 50 anos de idade.

O rapper é dono de alguns dos maiores hits do Rap dos anos 90 e isso ficou evidente após seu falecimento, com diversas de suas canções tendo um aumento absurdo de reproduções nas plataformas de streaming e até em vendas digitais/físicas.

Conforme apontam dados da Billboard (via NME), os dias 9 e 10 de Abril tiveram um total de 75,7 milhões de streams sob demanda das músicas e vídeos de DMX. Nos dois dias anteriores (7 e 8), esse número era de “apenas” 7,36 milhões, o que representa um aumento de 928%.

Mais do que isso, os aumentos individuais também são um atestado à importância do rapper. A que mais cresceu foi “Ruff Ryders’ Anthem”, faixa que dá nome à sua empresa de entretenimento, chegando a aumentar 973% e atingindo 9,59 milhões de reproduções.

Os próximos maiores crescimentos foram de “Party Up (Up in Here)” (941% a mais, chegando a 5,20 milhões), “X Gon’ Give It to Ya” (900% a mais, chegando a 5,79 milhões), “Slippin'” (853% a mais, chegando a 5,52 milhões) e “How It’s Goin’ Down”, parceria com Faith Evans (691% a mais, chegando a 3,52 milhões).

Pra fechar, o aumento de vendas também foi substancial. Foram vendidas 101 mil cópias de suas músicas e álbuns entre 9 e 11 de Abril, o que representa 1036% a mais em comparação às 9 mil vendas entre 6 e 8 de Abril. Tudo isso fez com que a compilação The Best of DMX, lançada em 2010, atingisse o 73º lugar das paradas mundiais.

Vai deixar saudade!

Guitarra quebrada por Phoebe Bridgers na TV é leiloada por mais de R$ 580 mil

Guitarra quebrada por Phoebe Bridgers no SNL é leiloada por mais de R$ 580 mil
Reprodução / YouTube | Divulgação / Handbid

A estreia de Phoebe Bridgers no Saturday Night Live em Fevereiro deu o que falar após a cantora realizar uma performance icônica de “I Know the End” e quebrar sua guitarra no palco.

A atitude que foi alvo de críticas e elogios voltou à tona nesta semana pois o instrumento utilizado na apresentação foi vendido em um leilão de caridade por US$ 101.500, aproximadamente R$ 582 mil.

O dinheiro arrecadado será doado para as ações da GLAAD, uma organização sem fins lucrativos que apoia a defesa e aceitação da comunidade LGBTQI+.

Leilão da guitarra de Phoebe Bridgers

A guitarra Danelectro preta danificada por Bridgers foi colocada à venda na última quinta-feira (8) durante o GLAAD Music Awards no qual a cantora, que se identifica como bissexual, estava concorrendo à artista musical inovadora.

De acordo com a Variety (via CoS), inicialmente os interessados pela guitarra gastaram quantias modestas mas no Domingo (11), quando foi se aproximando do fim do leilão, os valores subiram até chegar em um investimento de seis dígitos em dólares, US$ 101.500.

Atualmente uma guitarra nova e idêntica a que foi usada por Phoebe no SNL custa cerca de US$ 500, aproximadamente R$ 2.868.

Os organizadores do leilão se surpreenderam com o valor arrecadado. O produtor do GLAAD Media Awards Anthony Ramos disse à Variety que eles sabiam que a cantora tinha uma “base de fãs leais”, mas eles não esperavam um lance tão alto:

Obviamente, ficamos agradavelmente surpresos. Estou muito grato por alguém ter apoiado o nosso trabalho e querer tanto aquela guitarra.

[O comprador] é alguém que é um grande fã de Phoebe Bridgers ou alguém que realmente gosta de guitarras quebradas ou alguém que realmente quer nos ajudar a acelerar nosso trabalho para a comunidade LGBTQ e, com sorte, é alguém que verifica todas essas três caixas.

O outro lado é que somos muito gratos a Phoebe por doar a guitarra, mas também por ser alguém visível e fora da comunidade na música rock. Ela fez um ótimo álbum, e nós amamos tudo o que ela está fazendo e amamos trabalhar com ela.

Phoebe Bridgers também parece ter ficado chocada com o valor que pagaram por sua guitarra. Ela resumiu sua reação a um tweet em que escreveu “Uh” e compartilhou a notícia da venda.

Phoebe Bridgers

No dia em que a guitarra entrou para o leilão, a dona de Punisher não perdeu a oportunidade de provocar David Crosby, que foi um dos artistas que a criticou duramente nas redes sociais por ela ter quebrado o instrumento durante a performance no SNL.

Em sua conta do Twitter ela marcou o cantor na notícia do leilão e escreveu: “Finalmente ela pode ser sua”.

Após ter recebido diversas críticas por sua atitude clássica do rock ‘n’ roll, Bridgers foi defendida e elogiada por grandes artistas como Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers e Dave Grohl.

Fall Out Boy sertanejo: músico faz versão sensacional de “Sugar, We’re Goin’ Down”

Fall Out Boy -
Reprodução/YouTube

E se o Fall Out Boy fosse uma banda caipira dos EUA ao invés de um ícone do Pop Punk?

Bom, foi exatamente a situação que o YouTuber e músico Alex Melton imaginou ao fazer uma cover espetacular de “Sugar, We’re Goin’ Down”, hit lançado em 2005 pela banda norte-americana como parte do disco From Under the Cork Tree.

Gravada em casa — e no banheiro, inclusive — a versão transforma completamente a faixa e a coloca em uma vibe totalmente Country, que remete ao sertanejo brasileiro. A maior diferença provavelmente fica por conta da performance vocal, que realmente vai te fazer pensar em um cowboy cantando.

Você pode ver pelo vídeo a seguir e aproveite para conhecer mais do trabalho de Alex, que já tem covers parecidas de outras bandas como Paramore, pelo seu canal.

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Versão Country de Fall Out Boy

Gravadora quase fez Van Halen mudar de nome quando trocou de vocalista

Van Halen e Sammy Hagar
Foto: Twitter

É impossível não associar Eddie Van Halen com o Van Halen — afinal de contas, dar seu próprio sobrenome a uma banda é algo que definitivamente coloca uma identificação imediata com a pessoa envolvida.

Por pouco, no entanto, essa história não seguiu um caminho bem diferente depois que David Lee Roth resolveu deixar o grupo. Foi lá em 1985, quando Sammy Hagar foi convocado para a vaga, que a gravadora da época tentou convencê-los a mudar de nome para diferenciar as épocas.

Naturalmente, a ideia foi totalmente rebatida pelos irmãos Van Halen, como contou recentemente o ex-baixista Michael Anthony em uma entrevista no programa de Steve Gorman, do The Black Crowes (via Blabbermouth):

Nós tínhamos todo mundo — [a gravadora] Warner Bros, nossos empresários, nossos advogados — pensando, ‘Ah meu Deus. O David Lee Roth se foi.’ Eles achavam que isso era uma identidade tão forte. A Warner Bros. queria que nós mudássemos o nome da banda. Eu me lembro do Eddie e do Alex [Van Halen, baterista], nós estávamos na Warner Bros., e eles estavam gritando, falando, ‘Ei, ei, esse é o nosso sobrenome. Essas são as nossas carreiras. E nós somos o Van Halen.

A entrada de Sammy Hagar no Van Halen

Naturalmente, as dúvidas partiam em grande parcela das pessoas que não estavam diretamente envolvidas. Anthony conta que ele e Hagar viraram amigos instantaneamente e relata como foi a experiência de perceber que ele era o cara certo para o trabalho:

Nós tocamos por cerca de 10 minutos no máximo, e nós sabíamos que algo estava rolando. Nós tínhamos algumas músicas que acabariam no disco ‘5150’; eu acho que era ‘Good Enough’ e… tinha uma outra; tinha umas duas que estavam praticamente escritas já. E nós tocamos pra ele, e nós dissemos, ‘Só cante. Só cante alguma coisa.’ E houve pedaços que ele cantou que na real acabaram — sem brincadeira — no álbum. A química foi só, tipo, ‘Uau!’

De fato, Sammy teve um período bem prolífico com o Van Halen e participou de quatro discos no total: 5150OU812For Unlawful Carnal Knowledge Balance. Todos chegaram ao topo das paradas dos EUA e deram uma nova cara à banda, mais Pop do que nunca.

Você pode ver esse papo de Michael Anthony e Gorman na íntegra pelo vídeo abaixo.

Com “aula de samba”, Mick Jagger lança inédita com Dave Grohl

Mick Jagger e Dave Grohl

Eita! De surpresa e como quem não quer nada, dois dos maiores ícones do Rock and Roll juntaram forças em uma música despretensiosamente divertida. Falamos de Mick Jagger Dave Grohl, que acabam de lançar a parceria “Eazy Sleazy”.

Nas palavras do próprio Mick, a canção foi escrita sobre “eventualmente sair do lockdown, com algum otimismo muito necessário”. O vocalista dos Rolling Stones assume o papel de sempre, enquanto Grohl vira uma “banda de um homem só” e toca guitarra, baixo e bateria para acompanhar a lenda.

A letra, aliás, dá alguns detalhes sobre como foi a quarentena de Jagger e cita até “aulas de samba” (!):

Essa é uma máscara bonita / Mas nunca assuma uma chance, Tik Tok, dança estúpida / Fiz uma aula de samba, caí de bunda / Tentando escrever um som, é melhor você me ligar no Zoom / Vendo meus livros presunçosos, aprendendo sozinho a cozinhar / Muita TV, estou sofrendo lobotomia / Eu acho que ganhei peso / Vou tomar outro drink e aí vou limpar a pia da cozinha

Bom, tá aí pra quem achava que a vida de Mick é só glamour o tempo todo, né? Gente com a gente, pelo menos na quarentena!

Confira logo abaixo o clipe de “Eazy Sleazy” e já vá decorando a letra para quando toda essa situação acabar!

Mick Jagger e Dave Grohl em “Eazy Sleazy”

Royal Blood lança inédita produzida por Josh Homme, do Queens of the Stone Age

Royal Blood -

Que tal uma baita parceria de Rock and Roll pra alegrar essa tarde de terça-feira? Cortesia do Royal Blood e de Josh Homme, líder do Queens of the Stone Age!

Os dois ótimos nomes do gênero juntaram forças na inédita “Boilermaker”, com Josh assumindo a produção do quarto single do novo disco Typhoons. Previsto para ser lançado em 30 de Abril, o álbum é o sucessor do aclamado How Did We Get So Dark? (2017) e vem mostrando uma sonoridade mais eletrônica.

Na nova canção, não é diferente. Apesar do “toque de QOTSA” oferecido por Homme, a essência da banda britânica continua forte e se você curtiu as faixas anteriores certamente vai gostar da nova.

Curta pela playlist de novidades do TMDQA! logo abaixo (e aproveite para segui-la!) ou assista ao clipe logo depois. Ah, e se ainda não tiver ouvido os singles anteriores, não deixe de conferir “Trouble’s Coming”, “Typhoons” e “Limbo”.

Royal Blood – “Boilermaker”

Vídeo: faça um tour pelo “QG” do Metallica com Lars Ulrich e Brian Johnson

Lars Ulrich mostra QG do Metallica a Brian Johnson
Reprodução/YouTube

Já pensou em conhecer o lugar onde toda a genialidade do Metallica aflora?

Bom, vai ser difícil conseguir vê-lo pessoalmente, mas pelo menos agora você pode dar uma espiadinha no”QG” dos caras. Como parte do primeiro episódio do novo programa A Life on the Road, apresentado pelo vocalista do AC/DC, Brian Johnson, o baterista Lars Ulrich abre as portas da casa recheada de memórias da banda.

Por lá, podemos ver uma sala de ensaio completíssima e diversas recordações de turnê em meio a um baita papo entre duas verdadeiras lendas. Naturalmente, o vídeo está em inglês, mas a boa notícia é que você pode gerar legendas em português pelo próprio YouTube e a qualidade é razoavelmente boa.

É só curtir esse tour logo abaixo!

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Brian Johnson faz tour pelo “QG” do Metallica

“Você é um princeso”: enfermeira se empolga ao vacinar Fábio Jr. contra a COVID-19

Fábio Jr. recebe vacina da COVID-19

Fábio Jr. foi vacinado contra a COVID-19.

Apesar do músico de 67 anos de idade ter ficado feliz com a imunização, quem se emocionou mesmo foi a enfermeira que o atendeu nesta segunda-feira (12).

No vídeo publicado pelo cantor em seus stories do Instagram, a profissional aparece em êxtase por estar vacinando o artista. Extremamente feliz ela disse:

Ai que prazer! Eu tinha que vir hoje na vacina. Você é um princeso. Tira uma foto de mim aqui. Morram de inveja.

O artista riu do elogio e em seguida a enfermeira ainda fez uma “dancinha da vitória” após vaciná-lo.

Fábio Jr. Vacinado Contra a COVID-19

Além dos stories, Fábio publicou em sua conta do Instagram uma foto com a caderneta de vacinação e na legenda agradeceu aos profissionais de saúde.

Hoje o dia foi de muita gratidão! Agradecer aos profissionais de saúde, ao SUS, à ciência, à vida! Que Deus e toda a ‘Moçada de Luz’ nos abençoe e nos proteja! Esperança que todos possam ser vacinados o quanto antes! Brigadúúú sempre! Continuem se cuidando.

No início da pandemia o artista comentou com a revista Quem que sempre foi muito caseiro e por isso não estava fazendo “nada muito diferente” do que já fazia antes.

Mas ele confessou que adotou uma rotina de caminhadas diárias e estava sentindo muita falta dos shows, das viagens, dos palcos e da energia do público.

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Conheça as obras experimentais e desafiadoras de Cao Laru e Josyara

Josyara e Cao Laru

O Festival MUCHO! está chegando com um line-up pra lá de sensacional, e ele conta com os nomes Josyara e Cao Laru dentro de sua escalação. Se você nunca ouviu, chegou a hora!

A cantora e compositora baiana lançou em 2018 seu segundo disco Mansa Fúria — que colocamos na lista de 50 melhores álbuns nacionais daquele ano. Já em 2020, veio o disco conjunto Estreite, com Giovani Cidreira. Desde então, Josyara vem em uma crescente pra lá de interessante na cena nacional.

Ao falar de sua composição, a cantora conta:

É tudo muito natural. Não racionalizo muito quando estou no ápice da criação. A reflexão vem muitas vezes depois que escrevo, como um sonho que ganha significados depois que a gente acorda. Gosto de observar, contemplar com prazer as coisas que vejo beleza. Acredito que a nossa ligação com a beleza e a espiritualidade é ancestral, é esse diálogo entre a nossa natureza intuitiva e o mundo exterior. Conto o que vejo cantando.

Continua após o vídeo

As Viagens de Cao Laru

Já a banda Cao Laru não para em um lugar só… literalmente.

Itinerante, o grupo é formado por cinco brasileiros e uma francesa, além de uma motor home e uma kombi. O projeto nasceu em 2015, quando os membros faziam um mestrado em Pedagogia Musical em Rennes, na França.

A banda é conhecida por viajar o mundo e levar sua música para além de muitas fronteiras. Em 2020 chegou Libre, terceiro disco de estúdio do grupo, que veio em um momento onde a boa música se fez necessária para suprir muitas coisas.

Você pode conhecer esses dois nomes incríveis na Playlist do TMDQA! ao final da matéria.

Continua após o vídeo

Festival MUCHO!

Com nomes lendários e novidades fresquinhas da música brasileira, argentina, uruguaia, cubana e mais, o festival virtual será encabeçado por Lenine, Alceu Valença Jorge Drexler.

Além dessa trinca poderosa, ainda estão confirmados na escalação a banda argentina Perotá Chingó, Yusa (Cuba), Escalandrum (Argentina), Cao Laru (Brasil), Sofia Viola (Argentina) e Josyara (Brasil).

Além dos shows, o evento ainda terá três dias de bate-papos a respeito da importância do mercado cultural e da música no que diz respeito à integração da América Latina.

Saiba mais clicando aqui.

FIRST MOSH AFTER COVID: documentário vai mostrar resiliência da cena independente durante a COVID-19

Mosh Pit

Um novo documentário intitulado FIRST MOSH AFTER COVID vai abordar o impacto da COVID-19 na indústria da música.

O título da obra se traduz m português para algo como “O primeiro mosh depois da COVID” e ela tem direção de Tom Dream, prometendo tratar sobre “a resiliência da indústria musical independente neste país” — no caso, o Reino Unido.

O primeiro teaser do documentário mostra nomes como Lee Kiernan (IDLES), Wu-Lu, Che Lingo, Sports Team, Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs e mais.

Ao falar sobre o filme, Dream revelou ainda intenções maiores com o projeto (via NME):

O objetivo foi reunir uma comunidade dedicada de ‘caça ao mosh’, para ajudar a rastrear e interceptar o primeiro mosh pit oficial no Reino Unido assim que as restrições da COVID forem suspensas.

Ai, que sonho, hein? O diretor ainda completa:

É mais do que um filme sobre mosh. É um filme sobre a resiliência da indústria da música independente neste país; todas as bandas, fãs, fotógrafos, agentes de turnê, roadies, engenheiros de som e casas de show independentes que fazem da indústria da música o que ela é hoje no Reino Unido. É também um filme sobre o que perdemos no ano passado para a COVID e o que passamos mentalmente.

Confira o primeiro teaser abaixo. O documentário deve chegar ainda este ano, mas não tem uma data de lançamento divulgada.

Teaser de FIRST MOSH AFTER COVID

Adolescente deixa jurados de queixo caído ao cantar Soundgarden no American Idol

Casey Bishop Soundgarden American Idol
Reprodução/YouTube

Que homenagem incrível, hein? Casey Bishop, de apenas 16 anos, fez uma cover sensacional de um dos maiores hits do Soundgarden no American Idol.

Mandando ver nos vocais, a jovem cantou “Black Hole Sun”, faixa do disco Superunknown (1994) e deixou os jurados Katy Perry, Lionel Richie e Luke Bryan de queixo caído neste último domingo (11).

Casey está entre os últimos 12 competidores da temporada, e começou sua jornada no programa também no Rock and Roll, cantando “Live Wire”, do Mötley Crüe.

Após aplaudir a adolescente de pé, Luke comentou sua performance:

Por que você escolheu o Rock, eu nunca saberei. Mas é o seu jeito e você pode cantar literalmente qualquer coisa.

Em seguida, Richie ainda a comparou com a saudosa Janis Joplin, e Katy Perry elogiou sua evolução durante o programa. De acordo com a imprensa internacional, essa é a primeira vez que uma música de Chris Cornell é cantada no palco principal da atração.

Confira o vídeo logo abaixo!

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Casey Bishop canta Soundgarden

Vídeo: assista a show em alta qualidade do Genesis no Bataclan em 1973

Genesis no Bataclan
Reprodução/YouTube

As imagens parecem de pouquíssimo tempo atrás, mas esse show do Genesis aconteceu há quase 50 anos.

O site The Genesis Museum restaurou as filmagens de uma apresentação da banda no Bataclan, casa de shows em Paris, que aconteceu em 1973. O resultado é uma gravação impecável em 4K da performance!

Filmado em 16mm no dia 10 de janeiro daquele ano, o concerto mostra o grupo divulgando o disco Foxtrot. O show em si tem meia hora, e apresenta as canções “The Musical Box”, “Supper’s Ready”, “The Return Of The Giant Hogweed” e “The Knife”. Ao fim, ainda há uma entrevista com os músicos.

O time do site declarou (via Louder Sound):

Este foi um projeto realmente grande. Não que a fonte fosse ruim, a fonte era realmente muito boa. No entanto, a gravação original tinha muitas anomalias, mas oferecia material suficiente para moldá-la em algo ainda melhor. Todo o processo teve uma imensa ajuda de Ikhnaton, que forneceu o material bem como sugestões e muitos previews.

Para a produção, decidimos mover as entrevistas para o final, já que elas ficam meio irritantes durante a performance. Também havia apenas uma gravação original de qualidade inferior para a performance de ‘The Knife’, então o brilho e os detalhes estão bastante reduzidos durante o minuto final. Na minha opinião, os resultados que pudemos obter classificam este filme como o melhor do Genesis da era [de Peter] Gabriel.

Assista pelo vídeo abaixo!

O coro comeu! “Chorão: Marginal Alado” estreia como filme mais visto no Brasil

Chorão: Marginal Alado
Divulgação

Já era de se esperar, hein? Chorão: Marginal Alado, documentário sensacional sobre o líder do Charlie Brown Jr., foi o filme mais assistido do Brasil em seu final de semana de estreia.

O trabalho dirigido por Felipe Novaes foi lançado no dia 8 de abril, a última quinta-feira, e tomou de assalto a internet. O documentário ficou em primeiro lugar nas plataformas NOW, Google Play, iTunes e YouTube Filmes, onde se manteve por todo o fim de semana.

Igor Kupstas, diretor da O2 Play, declarou em comunicado de imprensa:

Estamos trabalhando o filme desde 2019 e nossa expectativa era muito grande, mas os fãs foram muito além. É muito gratificante ver uma estratégia de lançamento dando certo e a enorme resposta positiva da galera. São milhares de menções ao filme em stories, tweets, lives, etc. E queremos mais.

Ricardo Falcão, diretor de TV da Claro, também acrescentou que a performance comercial do longa “superou todas as expectativas”:

Além de figurar entre as primeiras posições do ranking de vendas total do NOW, durante os quatros primeiros dias de exibição, ele se tornou o primeiro documentário desse tipo a alcançar as primeiras posições das vendas gerais.

Que massa! Confira o trailer abaixo.

Chorão: Marginal Alado

Antonio de Moraes Neves lança o ótimo disco “A Pegada Agora É Essa (The Sway Now)” – ouça

Antonio de Moraes Neves
Crédito: divulgação

O arranjador e multi-instrumentista carioca Antonio de Moraes Neves, através do selo britânico Far Out Recordings, lançou o disco A Pegada Agora É Essa (The Sway Now).

O álbum apresenta oito canções e está disponível no Bandcamp do artista. O trabalho reúne diversas participações especiais, como os também instrumentistas Hamilton de Holanda, Leo Gandelman e Eduardo Neves, além do percussionista Marcos Esguleba e das intérpretes Alice Caymmi, Ana Frango Elétrico e Leda.

Antonio, que estreou em 2017 com o álbum Antonio Neves PA7 pelo Selo Rock It, afirma que ao longo dos anos passou por um amadurecimento musical.

“Eu entendi que era difícil passar a música e comandar os músicos sentado atrás da bateria. Foi aí eu decidi que ia gravar um disco como trombonista. Assim nasceu o PA7,” lembra Antonio.

Nos dois discos, o clarone da Joana Queiroz e o meu trombone unidos formam a ‘voz’ do disco. Em ‘A Pegada Agora É Essa’, eu mantive a mesma ‘voz’ do PA7, mas acrescentei uma rapaziada da piração. Eu mudei do baixo elétrico para o acústico, dos teclados e synths para o piano acústico e o Fender Rhodes; variei os percussionistas a cada faixa, pra trazer a identidade ideal das músicas, como eu as imaginei, como eu queria que soasse.

Antonio dedica o novo disco a Maria Leda de Oliveira, que cuidou dele na sua primeira infância, e também aos músicos Chico Oliveira e Serginho Trombone, falecidos em 2020.

Gojira dá mais uma aula com a inédita “Into the Storm”; assista ao vídeo

Gojira - Fortitude

A banda francesa de metal progressivo Gojira liberou nas plataformas de streaming o lyric video da música “Into the Storm”.

A faixa antecipa o lançamento do novo disco o grupo, Fortitude, que sairá no dia 30 de Abril através da Roadrunner Records.

O vocalista e guitarrista Joseph Duplantier falou sobre a mensagem da composição: “Esta música é inspirada no conceito de desobediência civil. Agindo de acordo com nossa mais profunda sabedoria e defendendo o que é precioso e bom neste mundo”.

Gojira e o Brasil

O single anterior do quarteto, “Amazonia”, lançado em Março, também tinha um propósito social. A música trata da tragédia que os povos indígenas encaram no Brasil e o Gojira reverteu fundos para a iniciativa The Articulation of Indigenous Peoples of Brazil (APIB).

Em breve, a banda deve entrar em turnê pelos Estados Unidos junto com o Deftones, excursão que foi adiada por conta da pandemia da COVID-19.

Ouça a nova música do Gojira tanto no vídeo abaixo quanto na playlist oficial do TMDQA! no Spotify, que você pode (deve!) seguir para não perder nenhuma novidade musical aqui e lá fora.

Incrível: artista recria capa de disco do blink-182 com personagens de “Os Simpsons”

blink-182 e Simpsons

Se você estava curtindo Rock e era adolescente no início dos anos 2000, provavelmente o disco ao vivo do blink-182 The Mark, Tom and Travis Show (The Enema Strikes Back) passou pela sua vida.

Pois bem, mais de 20 anos depois, um artista londrino conhecido como Thumbs decidiu recriar a capa do álbum, dessa vez com inspiração em Os Simpsons.

O resultado ficou super legal e o cara postou a arte batizada como Blinky-742 no Instagram, acompanhado de um textão na legenda para contar sua relação pessoal com o álbum e também com o trio californiano.

Não esquece de arrastar para o lado para ver as outras fotos!

Continua após a foto

blink-182 e Os Simpsons

Tenho trabalhado há muito tempo na recriação desta lendária capa de álbum do blink-182 com uma pegada de Springfield (cidade que fica no estado de Oregon e onde se passa a trama de Os Simpsons)! Este álbum foi lançado quando eu tinha 13 anos e eu fiquei surtado. Não apenas pela música mas também pela arte da capa. Eu e meus amigos tocávamos repetidamente e o disco passava de mãos em mãos até ficar desgastado. Acho que esta foi minha introdução na cena de punk rock americana e ajudou a moldar minha adolescência, então isso foi absolutamente uma paixão. Eu passei muito tempo trabalhando nesta arte para garantir que ficaria do jeito certo e que também fizesse justiça ao @instaglenhanson, responsável pela icônica capa original.

Sensacional, né?

Kirk Hammett usa super-herói para dizer que está trabalhando em novos riffs do Metallica

Kirk Hammett
Reprodução/YouTube

Após alguns meses sem novidades sobre o aguardado disco do Metallica, o guitarrista Kirk Hammett deixou os fãs um pouco mais confiantes de que o novo trabalho está em andamento.

Na última sexta-feira (9), o músico utilizou sua conta do Twitter para compartilhar com seus seguidores que ele está trabalhando em novos riffs para o grupo de metal.

Para ilustrar a sucinta mensagem, Hammett escolheu um gif do desenho animado Super Mouse em que o personagem aparece soltando raios pelas mãos.

Continua após o tweet

Novo disco do Metallica

Em Janeiro deste ano, o baterista Lars Ulrich anunciou que o Metallica estava empolgado com o sucessor de Hardwired… To Self Destruct (2016), e afirmou em uma entrevista que este será o “melhor e mais pesado disco” da carreira da banda.

Entretanto, no final do mesmo mês o artista compartilhou notícias não tão animadoras com os fãs. Ulrich disse em uma chamada de vídeo que o ritmo da produção do disco estava “glacial” e explicou que era difícil trabalhar à distância sem reunir todos os membros.

Espera-se que esse recente tweet de Kirk seja um bom sinal sobre o encaminhamento do novo disco.

Ficamos na torcida para que ele seja lançado ainda neste ano.