Robert Smith e Simon Gallup, do The Cure
Foto do The Cure via Shutterstock

Apesar das lindas composições e da presença marcante do vocalista Robert Smith, a melhor maneira de reconhecer uma música do The Cure é pelas linhas de baixo de Simon Gallup.

O músico britânico, atualmente com 64 anos, é o segundo integrante mais longevo da banda, tendo gravado 12 dos 13 álbuns de um dos grupos mais importantes do Post Punk.

Quem assistiu ao show do The Cure no Brasil em 2023 se lembra do baixo poderoso de Gallup, sempre com o volume lá em cima, um som cheio de efeitos e melodias inconfundíveis.

Pensando nisso, o TMDQA! selecionou oito músicas que mostram o talento do baixista para criar riffs pesados ou suaves, mas que definitivamente grudam na cabeça! Confira abaixo.

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As 8 melhores linhas de baixo do The Cure

“Fascination Street” (1989)

Esta faixa do lendário álbum Disintegration fala sobre explorar a vida noturna das cidades, e Gallup criou uma linha de baixo tensa, mas dançante, que sintetiza todas as sensações de uma noite na balada.

“Sinking” (1985)

Algo muito comum nas composições do The Cure é que o baixo marque a melodia principal da música, e as guitarras entrem para expandir e complementar aqueles acordes. Esta música do disco The Head on the Door é um perfeito exemplo disso.

“A Forest” (1980)

Seventeen Seconds foi o primeiro disco que Gallup gravou com o The Cure, e o álbum rendeu um dos maiores hits das pistas de dança nos anos 1980. Essa é daquelas pra ficar pertinho da caixa de som, sentindo todo o peso da melodia no baixo.

“Hot Hot Hot!!!” (1987)

Fugindo um pouco das linhas carregadas do Punk, Simon Gallup explorou influências do Funk e da Disco para criar algumas músicas do disco Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me. Duvido você conseguir ficar parado com “Hot Hot Hot!!!”.

 

“Lovesong” (1989)

Maior declaração de amor já feita por Robert Smith para sua companheira de longa data Mary Poole, esta música do Disintegration tem uma linha de baixo romântica e ao mesmo tempo sensual, capaz de deixar todos os apaixonados derretidos imediatamente.

“Screw” (1985)

É baixo com distorção que você quer? Então toma mais essa pedrada do disco The Head on the Door, uma música curtinha mas que certamente influenciou bandas do Rock Alternativo que usam o baixo em destaque, como Korn, Muse e Rage Against The Machine.

“Close To Me” (1985)

Quem disser que nunca fez “air bass” ao ouvir essa música está mentindo! É mais uma do disco The Head on the Door que mostra a receita do The Cure de construir músicas por camadas, aos poucos – e a primeira camada costuma ser justamente o baixo.

“The Lovecats” (1983)

Lançada como single entre o quarto e o quinto álbum do The Cure, essa música tem provavelmente a linha de baixo mais reconhecível dos anos 1980. Curiosamente, é uma das que não foi gravada por Gallup, com Phil Thornalley mostrando múltiplas influências através de um riff que brinca com melodias tradicionais do contrabaixo de Jazz.

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