The Kills
Foto por Myles Hendrik

Inovação e experimentação constante é o lema do The Kills, uma das bandas mais interessantes e peculiares do cenário alternativo. Fugindo de rótulos durante toda sua carreira, a dupla formada por Alison Mosshart Jamie Hince continua se renovando em 2023 com o lançamento de God Games, seu ótimo e diferente novo disco.

O álbum chega sete anos depois de Ash & Ice, que rendeu alguns dos maiores sucessos da banda — incluindo faixas como “Doing It to Death”, “Siberian Nights” e “Heart of a Dog”. Mas se engana quem pensa que o duo iria querer seguir pelo menos caminho para repetir a receita: God Games explora direções totalmente distintas, mostrando que a marca registrada do The Kills é realmente navegar sempre por novos caminhos.

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Em um papo descontraído passando por diversos pontos da carreira e explorando também todos os conceitos do novo disco, Alison e Jamie conversaram com o TMDQA! para dissecar tudo que está por trás do trabalho. Desde as ideias que serviram como base até aspectos mais técnicos, a dupla falou sobre o processo como um todo de forma bastante honesta.

Além disso, no papo, relembraram turnês do passado, inserções em filmes e comerciais e muito mais. Confira na íntegra logo abaixo!

TMDQA! Entrevista The Kills

TMDQA!: Olá, pessoal! [risos] Parece que peguei vocês bem na hora do lanche. Querem que espere um pouco pra começar?

Jamie Hince & Alison Mosshart: [risos] Não, tá tudo bem! Vamos nessa.

TMDQA!: Legal, vamos lá. É um prazer enorme estar falando com vocês hoje e é claro que queria começar falando do novo disco. Acho que ele é definitivamente uma experiência completa; passa a sensação de uma viagem no sentido de criar uma atmosfera que realmente me envolveu como ouvinte.

Acho que isso acontece por todas as texturas presentes nesse álbum, que ajudam a criar basicamente um mundo ao redor dele. Vocês sentem que foi isso que aconteceu mesmo? Como vocês diriam que fizeram isso, já que é algo que vocês de certa forma eu associo bastante com o trabalho de vocês?

Jamie: Nossa, é uma grande pergunta. Eu não penso muito nesse sentido; muito disso não é de propósito e acontece só meio que por instinto. E a parte boa da música é que você pode jogar muitas coisas nela e, depois, só retirá-las todas de lá.

Acho que só consigo descrever isso assim porque meio que você só escreve as músicas por instinto e elas acabam ficando de um certo jeito. Eu sempre tenho algo na cabeça com relação a como eu quero que algo soe e que tipo de música eu quero escrever, mas ao mesmo tempo não é exatamente consciente.

Alison:O que foi interessante nesse disco é que muitas músicas começaram a partir de lugares estranhos, tipo com uma respiração. Fizemos um loop através de respirações, ou algum tipo de som esquisito no teclado, tudo isso bem antes de surgir a guitarra. A guitarra foi a última coisa. Então as músicas meio que estavam completas, com toda essa instrumentação e diferentes tipos de textura, ou eu cantava nelas ou [Jamie] tocava nelas. Eu acho que isso pode contribuir para o fato de que elas têm muitas dimensões, elas têm um aspecto muito cinematográfico e visual. É meio que como se fosse uma viagem.

Acho que há muitas influências diferentes de culturas diferentes e de gêneros e coisas diferentes dentro do disco. Todas são coisas que amamos e às quais respondemos bem; nós encontrávamos um som que amávamos e ao qual respondíamos e pensávamos, ‘Bom, vamos usar isso’. Não importava se nunca tínhamos usado antes, se não é algo que se espera do The Kills ou qualquer coisa assim. Não havia regras. Foi muito libertador.

E acho que parte de chegar nesse ponto foi culpa de termos uma pandemia e ficamos testando coisas, simplesmente fazendo de tudo para não ficarmos entediados. Tentamos várias coisas novas e meio que nos deixamos levar.

Jamie: Sabe, no passado, acho que eu nunca estive no estúdio com um tempo de tipo uma semana para trabalhar para que eu possa, tipo, aprender a tocar piano. Acho que isso nos permitiu esse luxo. Psicologicamente, a sensação era de que fomos presenteados com coisas assim, o que deixou o caminho muito mais aberto.

E teve um pouco daquilo que os alemães chamam de freudenschade, porque você não sentia que estava perdendo nada — todo mundo estava na pior. A maioria de nós estava na pior. Ninguém está fazendo nada, então eu vou fazer tudo: vou fazer o máximo que puder em segredo.

Então, eu tive um período de dois anos em que eu fiz, tipo, roupas e fotografias e desenhos e música e simplesmente pude olhar pra tudo isso, e eu amei, eu amei muito isso. Mas aí fizemos uma entrevista e alguém me lembrou de termos feito um Zoom há algum tempo e eu estava realmente miserável, então eu sei lá, acho que meu cérebro está completamente perdido. [risos]

Mas houve de fato uma beleza na liberdade criativa durante esse período. E eu não acho que teríamos experimentado tanto se não fosse por isso. Há muitas coisas que te obrigam a entender como fazer as coisas, a parte técnica e coisas do tipo, e não acho que teríamos feito isso se não fosse por esse período.

TMDQA!: Legal vocês falarem disso porque eu ia mencionar o tal teclado de 100 dólares que vocês comprar para esse disco. Me deu a ideia de que, às vezes, impor essa limitação é algo que paradoxalmente faz a criatividade fluir, algo que vocês parecem já ter vivido antes no passado também.

Alison: Eu acho que, desde o começo da nossa banda, ela sempre foi sobre as ideias e não sobre habilidades. E talvez até a falta de uma habilidade pode ser uma habilidade — como a de acessar uma tecnologia maluca ou, sei lá, coisas insanamente caras. Muitas vezes você simplesmente não pode, e você tem que trabalhar com o que tem.

Então, talvez eu não saiba tocar teclado, mas eu consigo escrever músicas nele. É muito libertador, é bem libertador se sentar com algo tão simples assim. É isso que te dá espaço para ser realmente criativa, não é sobre proficiência nem nada do tipo. Eu fico feliz de escrever em qualquer instrumento que eu não saiba tocar — parece divertido pra caramba pra mim.

Jamie: Eu desde sempre tenho esse medo terrível, desde o começo da banda e por boa parte da carreira da banda, de que quanto mais proeza técnica você tem, quanto mais você se torna um virtuoso, menos você… É como se fosse uma balança: quanto melhor você fica tecnicamente em algo, menos ideias você tem. E eu realmente levo isso a sério.

Sabe, é fácil ouvir todas essas bandas com [barulhos de solo de guitarra] e coisas do tipo, tem tanto lixo desnecessário, tanto ego.

TMDQA!: É repetitivo.

Jamie: Sim. Quem diabos quer ouvir um solo de guitarra? Vamos lá, sejamos sinceros.

TMDQA!: [risos] É difícil criar toda uma atmosfera e realmente hipnotizar alguém hoje em dia com um solo de guitarra gigante e sem propósito hoje em dia.

Jamie: Isso. Eu definitivamente sempre preciso de algo, mesmo que seja o próprio conceito na minha cabeça, que me limite. Definitivamente.

TMDQA!: Uma outra coisa que me chamou atenção no disco foi a abertura com “New York”. É uma faixa que me deixou preso instantaneamente, porque ela é ao mesmo tempo bonita e sombria e, de certa forma, isso dá o tom do disco como um todo. Por que vocês escolheram ela pra abrir o álbum?

Alison: Eu acho que é uma música que… Tipo, eu não sei, tem algo em Nova York que faz com que seja o lugar mais convidativo e mais viciante e misterioso da Terra. Todo mundo quer ir pra Nova York. Todo mundo se empolga e se impressiona com ela.

É um lugar bem brilhante para dar o primeiro passo e entrar no disco, tanto como cidade quanto como música porque eu sinto que ela foi escrita dentro dessa perspectiva sobre Nova York.

Acho que quando você está montando um disco e você não está exatamente tentando contar uma história, mas tentando encontrar um sentimento e levá-lo a um passeio, é como se fosse um grande filme. E aí você coloca as coisas em determinada ordem que te faz sentir isso. Eu fiz isso e senti que ela precisava estar ali.

Jamie: Mas, definitivamente, nós percebemos bem cedo qual seria a primeira música e qual seria a última música. Eu não tive nenhuma dúvida disso, “New York” era a primeira música simplesmente porque era superior. Na minha cabeça, naquele momento, era a melhor música e eu queria o impacto de começar com essa música.

Alison: Era simplesmente a melhor pra mim, assim que a fizemos ela soava como a mais nova e diferente. Mas agora eu tenho, sabe, 12 músicas preferidas. [risos] Mas é importante muitas vezes não pensar demais porque, tipo, quando você está montando um disco e ordenando as faixas, é como fazer uma pintura ou qualquer outra coisa que envolve luz e sombra. São dimensões e emoções e sentimentos e entender o que você precisa a seguir, e o que vai fazer você sentir vontade de não pular fora, mas continuar. Acho realmente interessante e a melhor coisa a fazer é sentir o seu instinto sobre isso.

TMDQA!: Vocês já mencionaram um pouco sobre como não estavam preocupados com a ideia de “soar como The Kills”, o que é ótimo, mas é inevitável que vocês soem como The Kills, claro. Ter na equipe o Paul Epworth, seu primeiro técnico de som, é uma forma de equilibrar essas origens e partes mais marcantes com as inovações?

Alison: Eu acho que trabalhar com alguém como ele, que é basicamente um produtor de Pop, eu diria, é uma aventura mas ao mesmo tempo é bem confortável. Quando você tem uma banda há mais de 20 anos, não importa o que aconteça, não tem como não soar como nós mesmos. Eu tenho muita confiança no fato de que a minha voz e a guitarra dele têm uma sonoridade própria que podemos colocar por cima de qualquer coisa.

Então, você consegue trabalhar com alguém que tem uma perspectiva diferente. É um lugar confortável para estarmos nesse ponto da nossa carreira, uma vez que antigamente, quando estávamos tentando nos encontrar ou encontrar nossa própria identidade, sabe, é diferente. Você não convidaria alguém com uma opinião forte; você não quer ouvir, você ainda está tentando construir sua própria opinião. É uma coisa interessante.

Mas foi maravilhoso trabalhar com ele, ainda que tenha sido uma parte bem pequena do processo já que, conforme fomos pro estúdio, já estávamos trabalhando no disco há dois anos e tínhamos todas as músicas escritas e produzidas. Nós já tínhamos os sons que queríamos, sabíamos bem o que era, e era justamente a facilidade de ter um terceiro par de ouvidos e um estúdio que soasse muito bem.

E o que poderia ser melhor do que um velho amigo? O cara que foi nosso primeiro técnico de som na vida! A primeira vez que contratamos um cara para entrar em turnê conosco foi o Paul Epworth. Foi bom poder entrar pela porta da frente sem precisarmos nos apresentar. Nós basicamente já dormimos no chão juntos! [risos]

TMDQA!: Isso é bem legal, e é uma prova também da longevidade de vocês. Eu vi recentemente um vídeo da Shirley Manson, do Garbage, falando sobre essa jornada, e acho que essa é uma banda com certas similaridades ao The Kills. São bandas que estão sempre experimentando, tentando coisas novas, e ainda assim continuam no topo depois de tanto tempo. Como você enxerga tudo isso e quão importante é ainda estar perto de quem esteve com você lá no começo?

Alison: Pra mim, acima de tudo, é um sentimento de muita sorte e muita gratidão. Mas acho que muito precisa ser dito sobre o Jamie e a amizade dele e a nossa decisão de fazer isso, de realmente fazer isso e ficarmos juntos um com o outro nos pontos altos e pontos baixos, de nos dedicarmos completamente a isso como temos feito por mais de 20 anos.

Quando você faz isso, faz essa espécie de pacto de coração, acho que você pode fazer o que quiser. Mas é importante lembrar de onde você veio e quem te ajudou no meio do caminho; lembrar de todos os estágios e todos os passos e as coisas e aventuras que você viveu. Tudo isso é parte da história como um todo, e parte do motivo pelos quais você está onde está hoje.

Tivemos tanto de tantas pessoas, de tantas coisas.

Jamie: É um pouco demais pra mim! Eu mal posso esperar pelo momento na minha vida em que… Talvez quando eu tiver uns 85 anos, eu consiga ficar quieto. [risos] Eu sempre quis que fosse algo mutável. Sempre quis ser, sabe, ambicioso com o nosso som, surpreender.

Eu amo bandas que ficam com a mesma sonoridade de sempre, tipo The Cramps, mas nós não somos essa banda porque eu não sou capaz de fazer isso. Eu não tenho essa coisa, o que realmente me deixa empolgado é continuar em frente, mudando e tentando encontrar um lugar novo para a guitarra elétrica e tudo mais, além de meio que abraçar as coisas na minha própria música que eu percebo que não soam como a minha banda.

Acho que há muita coisa assim, que eu diria que influencia o meu ritmo e as coisas que não vêm do Rock and Roll. Ainda assim, você sempre vai encontrar alguém que diz, “Ah, eu preferia o primeiro disco”. [risos]

TMDQA!: [risos] Mas está funcionando bem pra vocês do jeito que está!

Jamie: Se tivéssemos feito esse mesmo disco seis vezes, acho que não estaríamos aqui hoje.

TMDQA!: Certamente. Jamie, eu queria falar um pouco sobre o conceito do disco já que eu li que veio de você. Você menciona que andou “brincando com o conceito de Deus criativamente”, e eu achei isso bem curioso justamente por você se declarar ateu. Queria entender um pouco mais como isso aconteceu e como isso se traduziu para o disco.

Jamie: Bom, God Games. Eu escrevi a música “God Games”, e a expressão simplesmente surgiu enquanto eu tentava pensar em alguma letra. E eu pensei, “Poxa, isso soa muito bem, espero não ter roubado isso de nenhum lugar”. E aí eu procurei e felizmente não tinha sido o caso. [risos] A não ser por um gênero de videogame, onde você meio que simula Deus em um pós-vida.

E eu meio que gostei dessa coisa, essa ideia de criar uma espécie de metaverso e criar seu próprio Deus de modo que você possa manipular personagens e jogar um jogo e se divertir com suas coisas criadas. Há um sentimento de faz de conta com relação a isso e meio que parecia com o que eu estava fazendo criativamente, sabe? Porque você meio que cria um mundo, você cria um Deus porque é melhor explorar as coisas com algo supernatural, um superpoder, um poder divino.

Acho que, se você inventa um Deus, você chega perto de entender os humanos.

TMDQA!: Isso é bem legal. Falando de algo mais geral, acho muito curioso que o The Kills está em tantos tipos de mídia diferentes. Tem comerciais, séries, filmes, tudo. E não sei se esse é o tipo de coisa que vem à mente imediatamente quando se fala de The Kills, né? Vocês têm ideia de como isso aconteceu tanto pra vocês e têm alguma inserção preferida?

Alison e Jamie: Titane!

Alison: Esse filme, sem dúvidas, e vários outros também que fiquei muito orgulhosa. Muitos mesmo.

Jamie: Eu gostei [do comercial] da Nike.

Alison: Michael Phelps!

TMDQA!: Isso é legal demais.

Alison: Eu diria que… Olha, acho que pelo fato de nós dois meio que virmos de toda essa questão de escolas de arte, escolas de teatro, coisas assim, a gente sempre escreve de uma maneira bastante visual. Acho que nossa música é muito visual. E acho que isso coloca muita emoção, funciona com imagens que se mexem e eu acho que é algo muito poderoso.

Às vezes uma música não mexe com você por anos, mas aí você a vê com uma imagem em movimento e é algo que te acerta em cheio. É tipo, a coisa mais inacreditavelmente perfeita; tudo harmoniza tão bem, é a coisa mais poderosa. Então, sei lá, fico muito grata por termos essas oportunidades. É legal demais.

A gente recebe as coisas e é simplesmente demais. Às vezes é simplesmente tosco! [risos] Eu até esqueço, minha mãe me liga uma vez por mês e fala algo tipo, “Ontem à noite eu e o papai estávamos vendo um filme e você estava nele”. E aí ela fala qual o filme e eu fico tipo, “Eu nem lembrava”. Esses são os erros. [risos] Às vezes acertamos, às vezes erramos. Faz parte.

As pessoas mandam essas ideias incríveis, tipo, falam sobre o que são os filmes e o que vai rolar neles, e no fim das contas é tipo dois anos depois quando sai. Então às vezes nós nem vemos, muitas vezes esquecemos mesmo.

TMDQA!: Eu preciso dizer que concordo muito com essa questão visual, inclusive no que diz respeito ao novo disco. Falando um pouco sobre turnês, eu acho que o fato de vocês não terem um rótulo tão específico abriu muitas portas a ponto de vocês fazerem turnês com, sei lá, Queens of the Stone Age e Guns N’ Roses e também tocar no Coachella. Vocês têm alguma turnê preferida?

Alison: Olha, todas foram memoráveis de uma forma ou de outra. Estou tentando pensar na minha banda preferida, então cara, eu realmente amo tocar com o Queens. São uma das minhas bandas preferidas no mundo, é sempre um prazer tocar com eles. Amo tocar com o Foo Fighters.

Eu não acho que sejamos uma banda que se parece com qualquer uma dessas duas, mas por algum motivo a gente se completa bem. Mas acho que uma das minhas turnês preferidas foi uma das primeiras, acho que a primeira vez que abrimos para alguém, que foi quando abrimos para o Primal Scream.

Jamie: Nossa, foi bizarro.

Alison: Não, sério, eu não sabia o que estava acontecendo! [risos]

TMDQA!: Que demais. Falando em shows, é claro que precisamos falar sobre uma vinda ao Brasil. Vocês têm alguma novidade para os fãs daqui?

Alison: Por favor nos convidem! [risos] Por favor nos recebam, por favor marquem presença. Porque, sério, estamos desesperados para ir à América do Sul. É um dos nossos lugares preferidos no mundo pra tocar e conforme estávamos terminando esse disco o Jamie ficou tipo, “Por que não podemos só começar na América do Sul?”. Eu adoraria, mas vamos chegar aí. Tentaremos estar aí em 2024.

Jamie: Nós meio que estamos nesse momento estranho agora, nessa situação esquisita porque o disco está finalizado tem praticamente um ano. Mas ainda temos que esperar um mês [de quando a entrevista foi realizada] para lançar. Então, sabe, eu fico pensando: por que não estamos tocando? E só começamos a turnê em Fevereiro. Então, é bem difícil, bem frustrante. Eu estou desesperado, estou me coçando para estar por aí. Vai ser ótimo quando rolar.

TMDQA!: Espero muito que a gente possa ver vocês aqui! Muito obrigado pelo tempo de vocês e até a próxima, foi um prazer.

Jamie e Alison: Obrigado! Até mais.

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