Chris Martin Rihanna

Chris Martin é gente como a gente – pelo menos no que diz respeito a ser fã de Rihanna. Segundo o vocalista do Coldplay, a artista caribenha é nada menos que “a melhor cantora de todos os tempos”.

O elogio de peso veio logo antes do icônico show de Rihanna no intervalo do Super Bowl, a final do futebol americano em que o Kansas City Chiefs venceu o Philadelphia Eagles neste domingo e a cantora fez história, revelando inclusive que está grávida pela segunda vez.

A antecipação não é sem motivo: Riri estava há anos sem sequer se apresentar como cantora, isso sem nem entrar no mérito de lançamento de músicas inéditas, com exceção das que fizeram parte da trilha sonora de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre.

Em entrevista a Zane Lowe na rádio Apple Music 1, Chris Martin recordou sua própria apresentação no halftime show e as vezes em que pode colaborar com Rihanna:

Eu não conheço a Rihanna bem. Sou principalmente apenas um fã, e nós tocamos com ela algumas vezes, e você tem razão, está cada vez mais raro vê-la apenas cantar, o que torna [o show] ainda mais especial, e de uma forma estranha, mostra que ela realmente quer fazê-lo. Ninguém consegue obrigar a Rihanna a fazer nada a essa altura do campeonato.

Errado não está. E continuou:

Você tem que ser um idiota para não reconhecer que ela é a melhor cantora de todos os tempos. Sou muito parcial porque sou um grande fã da Rihanna. Quer dizer, acho que ela poderia só pisar no palco vestindo moletom e cantar, e isso já seria ótimo.

Concorda?

Coldplay no Super Bowl

Chris Martin sabe bem como é se comprometer com uma apresentação com tanto impacto cultural. Em 2016, o Coldplay foi a atração principal durante o jogo de 50 anos do Super Bowl, numa noite em que convidaram também Beyoncé e Bruno Mars.

Segundo Martin, a banda pensou logo em Bey por terem gravado uma música – porém, ainda inédita àquele momento.

A própria Beyoncé sugeriu que essa canção fosse apresentada, porém as partes envolvidas concordariam que ela não se conectaria com o público, que não a conhecia ainda.

Veio daí a ideia de ela fazer algo que tivesse vontade, culminando numa apresentação marcante de “Formation” – com letra, postura, figurino e coregorafia refletindo com força as lutas de resistência do povo negro dos EUA por direitos civis.

Independente disso, a apresentação não agradou a muita gente, o que não deixou de chegar ao conhecimento do Coldplay:

Tivemos um momento difícil depois por conta de algumas pessoas não terem gostado nada, o que foi bem difícil de lidar na época. Mas em certo ponto eu percebi, ‘Bem, fizemos exatamente o que queríamos fazer dentro das limitações’. Nós faríamos exatamente do mesmo jeito, acho. E convidaríamos os mesmos convidados. Não me importei com o fato de estar em uma competição de dança com Beyoncé e Bruno Mars e perder. Alguém tem que representar os humanos não-dançantes! Então acho que fiquei em paz com isso algumas semanas depois.

Complicado! E aí, se lembra dessa performance? Assista clicando aqui.

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