Evan Rachel Wood e Marilyn Manson
Fotos Stock via Shutterstock

Inundado por acusações de abuso sexual, agressão e mais, Marilyn Manson parece realmente convencido a provar que não é culpado de nada — pelo menos judicialmente.

Nesta quarta-feira, o cantor abriu um processo no Tribunal Superior de Los Angeles para acusar a atriz Evan Rachel Wood, a primeira a fazer qualquer tipo de acusação contra ele e responsável por abrir caminho para uma chuva de relatos, de “difamação, danos morais e falsidade ideológica na internet”.

No processo, Manson também cita uma amiga de Evan, Illma Gore, de fazerem com que ele seja percebido pelo público “como um estuprador e abusador — uma falsidade maliciosa que degringolou a carreira bem-sucedida de [Manson] na música, TV e cinema”. Ele também volta a citar uma “conspiração” de todas as envolvidas.

Ele busca reparação por danos causados pelas acusações e ainda alega que Evan Rachel Wood teria cometido falsidade ideológica ao fingir ser uma agente do FBI, sugerindo que ela agiu dessa forma para que a mídia acreditasse que uma investigação federal contra Marilyn estava acontecendo.

Manson também afirma que Wood e Gore “enviaram checklists e scripts a possíveis acusadoras, listando os atos específicos de supostos abusos dos quais elas deveriam acusá-lo”, alegando ainda que elas fizeram afirmações falsas às mulheres em questão, como por exemplo de que teria “filmado o abuso sexual de uma menor de idade” — algo que ele considera judicialmente como difamação.

Marilyn Manson quer danos morais e julgamento

Nos documentos citados em reportagem da Rolling Stone, Manson afirma ter sido vítima de um ataque hacker por parte de Gore, que é acusada de ter disparado pornografia através do e-mail do cantor para que ele pudesse ser investigado pela polícia sob falso pretexto.

Através de seu advogado Howard King, Manson diz que quer receber “uma quantia a ser especificada em julgamento” de danos morais por toda a situação. King ainda diz:

Esse processo detalhado foi criado para parar com uma campanha de ataques maliciosos e sem justificativa contra Brian Warner [nome verdadeiro de Manson]. Anos depois do fim do relacionamento a longo prazo de Evan Rachel Wood com Warner, ela e sua namorada Illma Gore recrutaram inúmeras mulheres e as convenceram a fazer alegações falsas contra ele — alegações que Wood e Gore roteirizaram para elas.

O advogado afirma, também, que possui “provas irrefutáveis” da conduta de Wood e Gore. Em tempo, te contamos por aqui há alguns meses que Manson sugeriu um acordo financeiro para encerrar todas as acusações contra si.

Evan Rachel Wood lançará documentário

O processo de Manson vem logo antes do lançamento de Phoenix Rising, um documentário estrelado por Wood que vai ao ar na HBO (nos Estados Unidos) neste próximo dia 15 de Março e promete detalhar todos os abusos cometidos pelo cantor.

Sobre o tema, o advogado de Manson acusa a produtora e a emissora de televisão de “estarem cientes dos sérios atos de má conduta” de Wood e Gore, afirmando que a escolha deles de prosseguir com o lançamento da série é algo que “não tem uma preocupação com fatos”.

Você pode saber mais sobre Phoenix Rising por aqui, conferindo inclusive o trailer do lançamento.

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