A banda de rock alternativo Zander está lançando um single por mês até chegar em um novo álbum cheio em breve.

O mais recente deles se chama “Desalento”, e além de guitarra, baixo, bateria e vocal afiadíssimos, também conta com a participação especial de Lucas Silveira.

O vocalista da banda Fresno e produtor conhecido por trabalhar com tantos nomes daqui nos últimos anos dá um toque especial à canção que exala gêneros como Post-Hardcore, Grunge e, claro, o bom e velho Emo.

Novo Clipe do Zander com Lucas Silveira

Para coroar essa parceria em grande estilo, a banda acabou de lançar um clipe oficial para “Desalento” e o vídeo segue a estética da capa do single, em tons roxos.

O lançamento é uma exclusividade do TMDQA! e você pode apertar o play logo abaixo.

Vale lembrar que “Desalento” também está na playlist TMDQA! Alternativo, no Spotify, e que em breve teremos novidades do Zander, que segue lançando seus singles até chegar ao disco cheio.

Logo na sequência do vídeo, você pode encontrar também a letra de “Desalento”.

Ficha Técnica

Clipe

Direção: Guta Tolhuizen
Cinematografia: Denis Carrion & Murilo Amancio

Canção

Gabriel Zander – Voz e guitarra
Carlos Fermentão – Bateria e vocais
Gabriel Arbex – Guitarra, teclados e efeitos adicionais
Marcelo Malni – Baixo
Feat: Lucas Silveira – Vozes, teclados, sintetizadores e efeitos adicionais

Gravado no Estúdio Sítio Romã por Lucas Theodoro
Produzido por Lucas Theodoro, Gabriel Zander e Gabriel Arbex
Vozes gravadas em casa e no Estúdio Costella por Gabriel Zander
Teclados e efeitos adicionais gravados em casa por Gabriel Arbex
Vozes, teclados e sintetizadores por Lucas Silveira gravados no estúdio Dark Matter Mixagem e Masterização por Gabriel Zander
Projeto Gráfico por João Lemos
Produção Executiva por Cyro Sampaio

Letra da Música

Dizer
Que dói por ter sofrido tudo que eu vi aqui
Sem ter
O impulso necessário pra me levantar
Desse lugar

Onde eu fiz
O que eu podia pra não sumir
Onde eu fui
Um desalento estendido no chão

Vem ver
Que o som de quando quebra o que restou de ti não vibra mais

Por ser
A força necessária pra não me importar
E nem voltar

Onde eu fiz
O que eu podia pra não sumir
Onde eu fui
Um desalento estendido no chão

E ainda é cedo, você diz
E ainda é cedo pra quem?

Talvez seja tarde
Mas não perco mais o tempo que eu não vi
Não quero a metade
Quero tudo que levou de mim
Se fosse vaidade
Eu não teria ido até o fim
Que seja verdade
Ou não se atreva a vir
Tão perto assim

Anular, não se trata de confortar
Quem não teria mentido?
E quem disse que não há nada a temer?
Estou tremendo por dentro
Vem cá e me diz que vai passar
Posso ficar mais um tempo?
Prometo não atrapalhar
A solidão é o abrigo do medo

 
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