Paul Stanley no talk show de Richard Marx
Reprodução/YouTube
 

Não é de hoje que o lendário Paul Stanley, frontman do KISS, expressa sua insatisfação com o mandatário americano Donald Trump.

Porém, Stanley perdeu toda a paciência após o presidente fazer um Tweet acusando Martin Gugino, um homem de 75 anos empurrado de forma cruel pela polícia de Buffalo, em Nova York, de ter “caído mais feio do que foi empurrado” e ser parte de uma suposta “armação antifa”.

Em uma publicação que acabou deletada, o vocalista e guitarrista afirmou:

Ter o Presidente dos Estados Unidos falando essas coisas lunáticas é mais assustador do que desprezível. NÓS somos melhores do que isso. Caso alguns de vocês não tenham ouvido antes, considerem essa a hora de acordar.

Segundo Paul falou em outra postagem, ele deletou o Tweet porque percebeu que “nunca pode ser a fonte de conversação real ou troca de opiniões”, e decidiu que “ao invés de incitar uma situação onde não pode haver ‘vai e volta'”, prefere que todos “encontrem clareza para suas visões, vivam moralmente e votem!”.

Você pode conferir ambos os Tweets abaixo.

Paul Stanley e Donald Trump

Paul Stanley e Tweet sobre Donald Trump
Foto via Blabbermouth

Apesar de não ter falado diretamente de Trump, Paul Stanley já vinha criticando diretamente a forma como o governo lidava com a crise do novo Coronavírus nos EUA.

Ao direcionar a crítica ao atual presidente, ele recebeu diversas críticas mas também muito apoio — inclusive de Mike Portnoy, icônico baterista que fundou o Dream Theater e hoje toca com supergrupos como o Sons of Apollo e o The Winery Dogs.

Como mostra o Tweet a seguir, Portnoy afirmou que o membro do KISS estava “1000% correto” e que Trump é “completamente oco em relação a qualquer tipo de compaixão humana, um ser humano desprezível”.

 
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