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Em uma entrevista para o Music Radar, o guitarrista Tom Morello comentou sobre sua relação com seu ex-companheiro de banda Zack de la Rocha, do Rage Against the Machine.

Zack é um dos maiores frontmen e compositores de todos os tempos. Ele é um músico animado como nenhum outro, talvez James Brown chegue perto. Ou não! [risos] A meu ver, ele é o maior e eu desejo tudo de bom no que ele deseja fazer em seu próprio caminho.

Quando perguntado se algum dia Zack iria se juntar ao Prophets of Rage para algum show, Morello foi curto: “Eu não sei… mas ele seria mais que bem-vindo!”.

Na entrevista, ele também contou sobre sua carreira como guitarrista e os primeiros anos do Rage Against the Machine.

Eu tinha 26 ou 27 anos quando eu gravei o primeiro álbum do RATM, então eu tinha um certo nível de experiência comigo. No final da minha adolescência e começo dos meus 20 anos, eu realmente procurava por tonalidade. Eu queria soar como Randy Rhoads ou Nuno Bettencourt ou Eddie Van Halen ou Andy Gill, mas eu não conseguia soar parecido com eles.

Eu não conseguia comprar mais equipamentos, então um dia eu passei umas cinco horas com meu amplificador para fazê-lo soar o melhor que dava, marcando todas as configurações. Foi uma decisão que mudou minha vida: ‘Eu nunca mais preciso me preocupar com tonalidade de novo!’.

Ao invés disso, eu me concentrava em criar músicas com o tom que eu tinha e eu pensei ‘Okay, parece que eu estou preso com esse tom, então que tipo de música esse tom pode fazer?’. Tudo o que você precisa fazer é ouvir algo como a música ‘The Ocean’, do Led Zeppelin. Os melhores riffs, pesados como nunca… e tocados em uma Telecaster?! Gain não significa peso. Um riff pesado não precisa de Gain, precisa das notas certas e de gingado.

Audioslave

Há alguns dias publicamos por aqui sobre como Tom Morello falou de outra reunião, dessa vez do Audioslave.

Para alegria dos fãs, ele deixou as portas bastante abertas para o retorno.