Los Hermanos Maracanã
Foto: Reprodução/YouTube
 

No último sábado (04), o Maracanã ficou cheio para receber o Los Hermanos, que está em uma baita turnê pelo Brasil.

Te contamos por aqui como foi o show, e agora quem dá sua visão sobre a noite é a própria banda.

Em um texto emocionado e assinado pelo tecladista Bruno Medina, o grupo relembrou seu começo no underground carioca, citando a trajetória até aqui. O Los Hermanos ainda falou sobre como passou o dia no estádio vendo a preparação para a apresentação ao invés de descansar.

Junto do texto, a banda publicou um vídeo com várias imagens do show e de seus fãs, que você assiste ao fim da matéria.

Leia:

Chegamos ao Maracanã às 13h para passar o som e, mesmo nos tendo sido oferecida a possibilidade de ir embora, descansar e retornar em horário mais próximo ao show, ninguém aceitou. Preferimos passar a tarde ali, batendo bola sobre o gramado coberto, vistoriando os setores, assistindo o batalhão de profissionais que ali trabalhariam ocupando seus postos, o jeito que encontramos de fazer cada centímetro daquele gigantesco e emblemático estádio se tornar familiar para nós. No sábado, o Maracanã foi, sim, a nossa casa.

Ao longo de duas décadas na estrada você aprende um ou outro truque para domar a ansiedade, mas nada prepara alguém para tocar num show dessas proporções. Pouco antes de subir ao palco, conversávamos sobre o antológico Garage, próximo dali, que por muitos anos foi o celeiro do underground carioca, aonde um dia nos apresentamos para 6 pessoas. Quando me pediram para descrever a sensação de estarmos prestes a realizar o maior feito de nossas carreiras respondi que a emoção era do tamanho da jornada que nos levou do Garage ao outro lado da Radial Oeste.

Não há muito mais o que dizer sobre o show, as imagens e depoimentos estão por aí e são eles que irão construir a narrativa dessa noite. Como o Marcelo bem disse, ‘É um sonho que vamos contar pros nossos netos um dia’. Vale fazer um agradecimento especial a vocês que, de alguma forma, em algum momento desses 22 últimos anos, se conectaram com nossas músicas e escolheram estar ali conosco, neste que foi possivelmente o evento mais importante da nossa trajetória profissional. Obrigado por fazer real um sonho que nunca tivemos a ousadia de sonhar.

– Bruno Medina

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Chegamos ao Maracanã às 13h para passar o som e, mesmo nos tendo sido oferecida a possibilidade de ir embora, descansar e retornar em horário mais próximo ao show, ninguém aceitou. Preferimos passar a tarde ali, batendo bola sobre o gramado coberto, vistoriando os setores, assistindo o batalhão de profissionais que ali trabalhariam ocupando seus postos, o jeito que encontramos de fazer cada centímetro daquele gigantesco e emblemático estádio se tornar familiar para nós. No sábado, o Maracanã foi, sim, a nossa casa. Ao longo de duas décadas na estrada você aprende um ou outro truque para domar a ansiedade, mas nada prepara alguém para tocar num show dessas proporções. Pouco antes de subir ao palco, conversávamos sobre o antológico Garage, próximo dali, que por muitos anos foi o celeiro do underground carioca, aonde um dia nos apresentamos para 6 pessoas. Quando me pediram para descrever a sensação de estarmos prestes a realizar o maior feito de nossas carreiras respondi que a emoção era do tamanho da jornada que nos levou do Garage ao outro lado da Radial Oeste. Não há muito mais o que dizer sobre o show, as imagens e depoimentos estão por aí e são eles que irão construir a narrativa dessa noite. Como o Marcelo bem disse, “É um sonho que vamos contar pros nossos netos um dia”. Vale fazer um agradecimento especial a vocês que, de alguma forma, em algum momento desses 22 últimos anos, se conectaram com nossas músicas e escolheram estar ali conosco, neste que foi possivelmente o evento mais importante da nossa trajetória profissional. Obrigado por fazer real um sonho que nunca tivemos a ousadia de sonhar. – Bruno Medina

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