Rick Bonadio e Badauí (CPM 22)
Fotos: Wikimedia Commons
 

Uma treta tomou conta do rock nacional nos últimos dias, já que Rick Bonadio resolveu desenterrar antigas desavenças com o CPM 22.

Em entrevista ao programa Unisex, da Rádio Jovem Pan, o produtor relembrou a época em que trabalhou com a banda. Bonadio produziu os discos CPM 22 (2001), Chegou a Hora de Recomeçar (2002), Felicidade Instantânea (2005) e Cidade Cinza (2007).

Ao ser questionado pelo apresentador Maurício Meirelles se houve alguma briga ao fim da parceria, o produtor abriu o jogo.

Já teve briga. Terminei minha relação com o CPM 22. Todo mundo sabe, foi meio briga. Eles foram completamente desonestos tentando me dar ‘chapéu’ em uma questão financeira. Depois da história, o ponto principal que descobri é que os caras achavam que tudo que eu fazia era ruim. Eu falei: ‘caramba, mas os caras ganharam Grammy comigo, venderam pra caramba, então vamos ver se eles são bons’. Depois que a gente se separou, eles se foderam. […] Eles foram fazer um show nos Estados Unidos que eu vendi o show e tinha um outro empresário que foi com eles e eles já queriam assinar com o cara, foi uma coisa meio chata.

O trecho da entrevista foi publicado no Instagram de Meirelles, e o vocalista Badauí deu sua parte da história na seção de comentários.

Não teve treta nenhuma, não fale isso sem ouvir o outro lado! Ao invés de [vocês] divulgarem artistas, preferem dar ibope pra esse produtor obsoleto e mentiroso! Somos uma banda de 23 anos, e desde que saímos de lá fazemos de 8 a 10 shows por mês pelo país inteiro e fora dele. Quanto ao Grammy, o mérito é somente da banda e do único produtor que realmente trabalhou no disco, Paulo Anhaia! Paz.

O frontman ainda respondeu alguns usuários nos comentários, e declarou que Bonadio “fez coisas boas pela banda”, mas que com ele é “ou tá comigo ou é meu inimigo”.

Tenso.