
Veja o resumo da notícia!
- Lançamento de 'Chumps' por Roger Taylor, uma crítica direta ao presidente Donald Trump, com ironia e rimas mordazes.
- Engajamento político de Roger Taylor ao longo da carreira, com críticas a figuras autoritárias e concentração de poder.
- Obras anteriores de Taylor, como 'Gangsters Are Running This World' e 'Dear Mr. Murdoch', evidenciam seu posicionamento.
- A cover de 'Working Class Hero' e o álbum 'Electric Fire' reforçam a visão política progressista e antiautoritária de Taylor.
- 'Chumps' como continuidade de uma obra inconformista, que se recusa a normalizar líderes e sistemas que promovem desigualdade.
Roger Taylor, baterista do Queen, lançou o single “Chumps”, canção que se insere claramente em sua longa tradição de crítica política direta. A faixa soa como um comentário ácido sobre o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixando pouco espaço para ambiguidades quanto ao alvo da sátira.
Musicalmente melancólica, “Chumps” apresenta Taylor cantando sobre “um homem sem moral, desprovido de qualquer qualidade”, apoiado por delicadas camadas de sintetizadores. A letra se destaca pelo cuidado formal e pela ironia mordaz, com rimas que conectam ideias como “traição”, “luxúria”, “pomposidade” e “atrocidades”.
Compondo o retrato de uma liderança que, aos olhos do músico, simboliza decadência ética e abuso de poder, a música é mais uma manifestação artística contra as arbitrariedades cometidas pelo mandatário americano no exercício do maior cargo político do país.
Ouça “Chumps” ao final da matéria!
Roger Taylor, baterista do Queen, lança música contra Donald Trump
Longe de ser um episódio isolado, a canção reforça o posicionamento que Roger Taylor assume há décadas de ser abertamente crítico a figuras autoritárias, à extrema direita e à concentração de poder midiático e econômico.
Tal engajamento ficou evidente em “Gangsters Are Running This World” (2019), retrato sombrio do estado da política global, e também em trabalhos mais antigos. O álbum solo Happiness, de 1994, trouxe faixas como “Dear Mr. Murdoch”, ataque frontal ao magnata da mídia Rupert Murdoch, e “Nazis 1994”, protesto contra a ascensão do neonazismo na Europa. A crítica a Murdoch foi, inclusive, atualizada em 2011 após o escândalo de escutas ilegais envolvendo o tabloide News of the World.
Além disso, Taylor reforçou sua afinidade com a tradição da música de protesto ao gravar uma cover de “Working Class Hero”, de John Lennon, incluída em seu disco Electric Fire (1998), alinhando-se explicitamente a uma visão política progressista, humanista e antiautoritária.
Nesse contexto, “Chumps” surge como a continuação coerente de uma obra marcada pelo inconformismo e pela recusa em normalizar líderes e sistemas que, na visão de Taylor, promovem cinismo, desigualdade e erosão moral.
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