Tears for Fears
Divulgação

Veja o resumo da notícia!

  • A canção, lançada em 1985, tornou-se o maior sucesso do Tears for Fears, impulsionando as vendas do álbum Songs from the Big Chair e alcançando o topo das paradas.
  • A criação da música enfrentou desafios, desde a hesitação inicial da banda até a mudança de título e abordagem, com a esposa de Orzabal tendo um papel crucial.
  • A adição de um sintetizador marcante e um processo de gravação incomum para o Tears For Fears foram essenciais para o sucesso da canção.
  • O legado da música permanece forte, presente em filmes, séries e regravações, garantindo sua presença em playlists globais por décadas.

Lançada em março de 1985, “Everybody Wants to Rule the World” se tornou o maior sucesso da carreira do Tears for Fears e uma das músicas mais marcantes do pop dos anos 80.

Terceiro single do álbum Songs from the Big Chair, a faixa chegou ao primeiro lugar da Billboard Hot 100 nos Estados Unidos, alcançou o segundo posto no Reino Unido e liderou paradas em diversos países. O impacto comercial ajudou o disco a ultrapassar a marca de 10 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro.

Mas você sabia que, até chegar ao sucesso estrondoso que dura até hoje, a faixa passou por vários percalços nos bastidores? Te contamos na lista abaixo!

Os 5 segredos do maior hit do Tears For Fears

1. Início quase sem querer

Apesar do resultado final, o caminho até a versão conhecida do público esteve bem longe de ser óbvio – na verdade, a banda quase desistiu da canção no começo. Curt Smith lembra que ouvia Roland Orzabal tocar a ideia ocasionalmente no estúdio, sem demonstrar muito interesse em transformá-la em música. Foi a partir de dois acordes que Smith decidiu criar uma base, adicionando batida, baixo e uma estrutura mais clara.

2. Esposa de Roland teve papel fundamental

Naquele momento, a faixa ainda se chamava “Everybody Wants to Go to War” e tinha uma abordagem diferente. Orzabal conta:

Eu a compus no meu violão junto com uma batida de bateria eletrônica. Ela soava muito, muito fraca. Na verdade, foi minha falecida esposa, Caroline, que insistiu naquela música.

3. Sintetizador deu o toque

O produtor e músico Ian Stanley, que fazia parte da banda à época, recorda que os membros achavam a faixa “nada demais”. A virada veio quando Curt Smith percebeu a necessidade de um elemento sonoro marcante, algo que chamasse atenção logo nos primeiros segundos. Em parceria com Stanley, surgiu o famoso synth “cintilante”.

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4. Processo incomum pro Tears For Fears

Pouco depois, Roland voltou ao estúdio com novos versos e ideias, e eles decidiram parar tudo o que estavam fazendo para focar na gravação da música. O processo todo, de acordo com Ian, levou cerca de cinco ou seis dias, algo bem diferente pro Tears For Fears, que costumava terminar suas músicas mais rápido que isso.

5. Legado eterno

Esse não é bem um segredo, na verdade, é algo mais que claro: o sucesso que dura mais de 40 anos de uma das músicas mais incríveis do grupo. A faixa já apareceu em diversos filmes e séries, foi regravada por Lorde e celebrada por vários grandes nomes da música. Até hoje, é presença garantida em playlists no mundo inteiro.

Vida longa!

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