David Bowie, Heroes
Divulgação

Veja o resumo da notícia!

  • Dez anos após a morte de David Bowie, revisita-se sua carreira influente e camaleônica, marcada por reinvenções e experimentações em diversos estilos musicais.
  • A discografia vasta de Bowie, com 26 álbuns, é explorada através de uma seleção de dez obras que abrangem do glam rock ao soul, da eletrônica ao jazz.
  • Álbuns como 'Aladdin Sane', 'Young Americans' e 'Reality' demonstram a versatilidade e a constante busca por inovação do artista.
  • A fase experimental de Bowie, exemplificada em 'Low' e 'Scary Monsters', revela colaborações importantes e uma sonoridade tensa e inventiva.
  • 'Blackstar', lançado pouco antes de sua morte, é um adeus impactante que mistura jazz, rock e experimentação, transformando a finitude em arte.

Neste janeiro de 2026, completam-se dez anos da morte de David Bowie, um dos artistas mais influentes, mutantes e visionários da história da música.

Dono de uma carreira marcada pela reinvenção constante, ele atravessou décadas, estilos e personas sem nunca perder relevância ou inquietação criativa. Um verdadeiro Camaleão do Rock!

Ao todo, Bowie lançou 26 álbuns de estúdio, um catálogo vasto que vai do folk ao glam rock, do soul à música eletrônica, do pop experimental ao jazz avant-garde. Escolher apenas dez deles é um exercício inevitavelmente subjetivo e desafiador, mas também uma forma muito interessante de revisitar essa discografia tão incrível.

Confira abaixo!

Os 10 melhores discos de David Bowie

10. Aladdin Sane (1973)

Um dos trabalhos mais exagerados e caóticos de Bowie, mas ainda assim marcante. O álbum amplia o glam rock com energia, teatralidade e composições memoráveis. Mesmo com uma produção que divide opiniões, traz momentos brilhantes como “Time”.

9. Young Americans (1975)

Aqui, David Bowie flerta com o soul norte-americano, inspirado pela cena da Filadélfia. Groove, elegância e sensualidade definem um álbum. Ao misturar referências evidentes com sua identidade única, ele cria um dos discos mais envolventes e acessíveis de sua discografia.

8. Reality (2003)

Frequentemente subestimado, é um dos discos mais legais da fase moderna. O álbum aposta em canções diretas, emotivas e bem construídas, revelando um Bowie maduro, mas ainda inquieto.

7. Low (1977)

O início da fase mais experimental da carreira, fruto da parceria com Brian Eno, e a abertura da trilogia de Berlim. Dividido entre canções curtas e fragmentadas e longas paisagens instrumentais, Low é um disco introspectivo, inovador e extremamente influente.

6. Scary Monsters (And Super Creeps) (1980)

O último grande mergulho criativo antes da fase mais comercial dos anos 80. Estranho, tenso e inventivo. Canções como “Ashes to Ashes” e “Fashion” mostram um Bowie afiado, moderno e disposto a ir além do óbvio.

5. Blackstar (2016)

O adeus definitivo e um dos mais impactantes da história da música. Denso, sombrio e desafiador, o disco transforma a morte em arte, com letras enigmáticas e arranjos que misturam jazz, rock e música experimental. Meticulosamente planejado por Bowie, assim como sua partida.

4. Station to Station (1976)

Gravado em um período pessoalmente caótico, o álbum surpreende pela sofisticação e coesão. Bowie mistura soul, funk, art rock e experimentação, criando longas construções sonoras e momentos intensos. Funciona como uma transição elegante entre o pop dos anos 70 e a fase mais cerebral da trilogia de Berlim.

3. Hunky Dory (1971)

Charmoso, espirituoso e expansivo, é o álbum que consolida Bowie como um compositor brilhante. Guiado pelo piano e por arranjos minimalistas, traz letras afiadas e vocais expressivos. Faixas como “Changes” e “Life on Mars?” são o grande destaque.

2. “Heroes” (1977)

Peça central da trilogia de Berlim, é um disco sombrio. O clima permeia tanto as faixas cantadas quanto as instrumentais, criando uma sensação de isolamento constante. A música-título se tornou um dos maiores hinos de Bowie, eternizando o álbum na cultura pop.

1. The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972)

O grande manifesto glam de Bowie e, para muitos, sua maior obra. Um álbum conceitual coeso, teatral e ambicioso, que apresenta um personagem icônico e uma narrativa clara do início ao fim. Clássico absoluto do rock!

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