Eloy Casagrande, novo baterista do Slipknot
Foto por @markuzmorse78

Desde que entrou no Slipknot, o brasileiro Eloy Casagrande fez apenas quatro shows com o grupo. Mas isso não significa que ele não tenha tocado as canções da banda inúmeras vezes nos últimos meses, especialmente para atender ao padrão de excelência que o grupo sempre tem em suas apresentações ao vivo.

Por isso, em entrevista exclusiva ao TMDQA!, o baterista refletiu sobre as experiências dessas primeiras performances e conseguiu escolher algumas de suas músicas preferidas, além de apontar também quais têm sido as mais desafiadoras. Ao falar sobre as que mais têm curtido, ele introduziu, com seu bom humor de sempre:

A que eu tenho mais prazer de tocar é difícil de falar, eu gosto de várias… Eu gosto das mais groovadas, as mais lentas, que consigo colocar mais o suíngue brasileiro. [risos] Brincadeira.

Em seguida, escolheu duas que se tornaram queridinhas – e, uma delas, apesar de relativamente “clichê”, aparece por um motivo mais do que especial:

Eu gosto muito da ‘Spit It Out’, é uma das últimas músicas do show. É do primeiro disco, uma música groovada, um soco na cara e eu adoro tocar aquela música ao vivo; ela é reta, direta e groovada. Música muito forte, muito intensa.

Adoro tocar ‘Duality’, por mais que seja uma música que a gente já escutou muito na vida, ela pra mim tem um significado muito grande porque foi através dela que eu conheci o Slipknot, que eu assisti ao primeiro clipe, vi os caras mascarados na televisão…

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As músicas mais desafiadoras do Slipknot para Eloy Casagrande

Já ao falar sobre as músicas difíceis, Eloy explicou que o pedal duplo foi seu maior inimigo neste início de trajetória com a nova banda. Ele relata:

Eram velocidades que, até então, eu não tava acostumado. Então eu tive que realmente intensificar o meu estudo dos dois bumbos. Isso foi até uma pergunta boa, que ninguém me fez ainda. Porque das bandas, no Sepultura, tinha pedal duplo mas era muito mais mão do que pé, e agora no Slipknot é muito mais pé do que mão. Então, eu tive que dar uma intensificada nisso.

Dessa vez, ele também citou dois exemplos que fizeram ele “dar uma suada” para conseguir ter bons resultados:

Teve músicas como a ‘Disasterpiece’, que é uma música muito rápida, que eu tive que fazer uma preparação para aquela música. ‘Surfacing’ é uma que tem umas partes rápidas também de pedal duplo. Essas que têm pedal duplo eu tive que dar uma suada, mas deu certo. [risos]

A primeira delas, aliás, parece ter virado motivo de orgulho para o brasileiro, que postou sua primeira drum cam na nova banda tocando justamente a desafiadora “Disasterpiece”. Você pode assisti-la logo abaixo e ver o resultado de todo esse treinamento!

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