Arctic Monkeys no Primavera Sound 2018
Foto do Arctic Monkeys via Shutterstock

O riff de guitarra é uma das características principais do Rock e, naturalmente, a maioria das bandas usa bastante desse recurso. Inclusive, vários grupos construíram suas carreiras em cima de riffs inesquecíveis, como é o caso do Arctic Monkeys!

Um riff nada mais é do que uma frase melódica marcante feita por um instrumento, que é repetida muitas vezes ao longo de uma música. Quem é fã da banda de Alex Turner certamente sabe cantarolar algum riff criado por ele nos primeiros discos, como no hit “Fluorescent Adolescent” (2007).

Ao longo da carreira, a banda britânica diminuiu o ritmo frenético das guitarras, mas não parou de encontrar riffs icônicos. Eles aparecem na fase hip-hop-rock de “R U Mine?” (2013) e também nos álbuns mais novos, como em “I Ain’t Quite Where I Think I Am” (2022).

Ranking dos riffs mais marcantes de Alex Turner

Confira abaixo o ranking do TMDQA! para os 10 melhores riffs de guitarra de Alex Turner ou Jamie Cook, do Arctic Monkeys!

Não custa lembrar que alguns dos riffs mais marcantes da banda Indie são executados pelo baixo de Nick O’Malley – como em “Crying Lightning”, “Balaclava”, “Do Me A Favour” e “Arabella” -, e por isso não são elegíveis aqui.

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Os 10 melhores riffs de guitarra do Arctic Monkeys

10. “Golden Trunks”

Mesmo no álbum em que rompeu definitivamente com o Rock de guitarras, Tranquility Base Hotel & Casino (2018), a banda achou espaço para alguns dos riffs mais sombrios e complexos da carreira, como na cinematográfica “Golden Trunks”.

9. “I Ain’t Quite Where I Think I Am”

O disco seguinte, The Car (2022), também trouxe novos ritmos e estilos para o som do AM, incluindo o Dance Rock muito influenciado pelos anos 1980. O riff groovado de “I Ain’t Quite Where I Think I Am” poderia muito bem estar numa música de David Bowie.

8. “A Certain Romance”

Para a oitava posição voltamos aos primórdios dos Monkeys, no disco de estreia de 2006, quando os riffs de guitarra eram absolutos e grandes responsáveis pelo sucesso imediato da banda. Quem nunca se emocionou com o riff de “A Certain Romance” não tem coração!

7. “My Propeller”

Ao melhor estilo “Come As You Are” do Nirvana ou “Walk This Way” do Aerosmith, em que a melodia está nas cordas soltas e primeiras casas da guitarra, o clássico riff de “My Propeller” está no álbum Humbug (2009), o favorito dos fãs.

6. “Why’d You Only Call Me When You’re High?”

Daqui em diante, este ranking será dominado por apenas três álbuns, e é claro que AM (2013) está entre eles! Foi ali que os Monkeys resgataram com força os riffs do início da carreira e emplacaram os maiores sucessos de toda a carreira, incluindo a chiclete “Why’d You Only Call Me When You’re High?”.

5. “Brianstorm”

Para começar o Top 5 dos maiores riffs de Alex Turner e companhia, temos um clássico que abre o segundo disco, Favourite Worst Nightmare (2007). “Brianstorm” é daquelas que o público nos shows cantarola o riff principal com a boca mesmo. Vem com a gente: “ô-ôô-ôôôô!”.

4. “R U Mine?”

Essa foi provavelmente a primeira música que você pensou quando leu o título desta matéria. “R U Mine?” é a síntese do peso e a sujeira do disco AM, e tem um riff icônico que ainda é intrincado com o baixo e a bateria. Mas, sim, ainda existem três melhores!

3. “I Bet You Look Good on the Dancefloor”

Medalha de bronze para um dos maiores hits do grupo em Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not – e até hoje! “I Bet You Look Good on the Dancefloor” foi um marco do Indie Rock nos anos 2000, e é outra que os fãs podem cantarolar a melodia nos shows.

2. “Fluorescent Adolescent”

É clichê, mas neste caso não dá pra escapar! “Fluorescent Adolescent” vai estar em todas as listas de melhores do Arctic Monkeys, e muito disso se deve à introdução de guitarra simples, divertida e muito marcante: a receita de um bom riff!

1. “Do I Wanna Know?”

A grande campeã também é número um em popularidade, com mais de 2 bilhões de plays só no Spotify. “Do I Wanna Know?” é excelente do início ao fim, mas o que dá o tom logo de início é o riff de guitarra melancólico e romântico, assim como tema da letra. Genial!

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