SKIPP is DEAD lança novo material
Crédito: reprodução

O cantor e compositor amapaense SKIPP is DEAD lançou nas plataformas digitais o clipe da canção “Infected Skies”, que chega dividido em três capítulos.

O registro audiovisual dirigido por Luiz Corrêa também marca a apresentação do pirata espacial e personagem que dá nome ao projeto. Na trilha sonora, as músicas “Endless Nights”, com participação da cantora YMA, e “MARS”, completam a tríade.

O roteiro do vídeo adotou uma narrativa próxima à de um curta-metragem no qual Skipp, mergulhado em universo inspirado em Star Wars e nas obras antigas japonesas feitas para a TV, aparece em uma missão contra a malvada Corporação H3, que domina o universo em prol do lucro.

Ao comentar a produção, o artista disse que conseguiu realizar o objetivo graças à ajuda de amigos dedicados:

O projeto SKIPP is DEAD para mim sempre foi sobre um universo narrativo fantástico, onde cada timbre e cada escolha tem um contexto narrativo. As músicas tem muitas referências dos sons da minha terra (Macapá/AP), mas também de trilhas sonoras de jogos eletrônicos da era do Gameboy, o que me encanta e acaba conversando com uma estética levemente retrofuturista como a de Star Wars, que tentei imprimir no clipe. Fico feliz de finalmente conseguir produzir uma peça narrativa audiovisual mais concreta em termos de roteiro e execução, mesmo com pouca verba, sinto que pode servir como porta de entrada para produções mais pesadas.

Veja o clipe de “Infected Skies” ao final da matéria!

SKIPP is DEAD libera clipe inspirado em Star Wars

A banda SKIPP is DEAD conta ainda com Colinz (guitarras), Vinícius Scarpa (baixo), Leon Sanchez (synth) e Marco Trintinalha (bateria).

Com forte influência do Indie Rock dos anos 2000, a música conversou no clipe com o retrofuturismo e com a estrutura do Tokusatsu, como conta o diretor de “Infected Skies”:

O Skipp chegou para mim com um conceito e estrutura de personagem muito bem definidos. O grande desafio era superar o baixo orçamento, descobrir como jogar com a estética a nosso favor e criar um universo sci fi. A parte mais legal foi trazer referências que fizeram a nossa infância como a linguagem dos Tokusatsu japoneses. Pra gente que cresceu vendo Jaspion, Power Rangers, Lion Man, dentre outros, poder brincar com a estética e narrativa dos caras… foi realmente divertido.

Se você cresceu nos anos 1980/90 provavelmente se identificou, hein?

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