Eagles
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Três homens foram acusados na última terça-feira (12) de roubarem diversas letras manuscritas do co-fundador do EaglesDon Henley, do Hall da Fama do Rock and Roll. Um deles é ninguém menos que um integrante da equipe de curadoria da entidade.

Segundo a revista Rolling Stone, os itens valem, ao todo, mais de US$ 1 milhão. O trio, formado pelo curador Craig Inciardi e a dupla Glenn Horowitz e Edward Kosinski, tentou vender quase 100 páginas de notas escritas por Henley e letras manuscritas de sucessos da banda, como “Life in the Fast Lane” e o hit “Hotel California”.

Os advogados dos acusados alegaram que seus clientes eram inocentes e “lutariam vigorosamente contra essas acusações injustificadas”. Os documentos foram roubados na década de 1970 e Henley vem, desde então, tentando recuperá-los.

Roubo de letras manuscritas dos Eagles

A promotoria começou a investigar o assunto pouco antes da morte de Glenn Frey, em 2016.

Nessa semana, os três homens foram acusados de conspiração em quarto grau, o que pode levar a até quatro anos de prisão. Horowitz enfrenta uma acusação de primeiro grau por tentativa de posse criminosa de propriedade roubada e duas de dificultar a acusação. Inciardi e Kosinski também foram acusados ​​de posse criminosa em primeiro grau.

Segundo a Rolling Stone, Inciardi foi suspenso de seu cargo no Rock and Roll Hall of Fame logo após a acusação ser feita.

“Neste momento, não sabemos se Craig se envolveu em alguma irregularidade”, escreveu o presidente e CEO Joel Peresman em nota à revista. “Ele permanecerá de licença até a resolução da investigação interna de terceiros e a extensão das acusações assim que a acusação for aberta”.

Que situação!

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