Magnífica Máquina Maldita
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O Magnífica Máquina Maldita, projeto do compositor carioca Eduardo Seabra, liberou seu álbum de estreia homônimo nas plataformas de streaming.

O disco apresenta dez faixas marcadas pela brasilidade e experimentação, subvertendo os clichês das formas tradicionais ao fundir diferentes gêneros com influências que vão de Elza Soares a Ennio Morricone, passando por Radiohead e Os Mutantes.

Como se tivesse o propósito de soar ao mesmo tempo clássico e vanguardista, o trabalho de estúdio mistura a tropicália, o samba de raiz, rock alternativo, pontos de capoeira, coco, baião e música eletroacústica.

“As pessoas me perguntam qual é o estilo, o que é sempre a coisa mais difícil de responder. Para mim, não importa se é D. Ivone Lara, György Ligeti ou White Stripes, é tudo música e acho que todas essas influências aparecem nestas canções de uma forma ou de outra. O objetivo era fazer um disco que fugisse de rótulos estritos, que juntasse a tradição e a experimentação, o popular e o erudito, a vanguarda e a velha guarda, por assim dizer,” explica Eduardo, que nas letras contou histórias que vão desde as carrancas do Rio São Francisco, na ciranda-coco roqueira Carranca.

Magnífica Máquina Maldita

A maior parte das gravações do projeto ficou a cargo de Seabra (voz, piano, violão, guitarra, baixo e eletrônica) e Beto Bonfim (bateria e percussão), mas também houve as participações de Márcio Sanchez (violino), Lázaro Duarte (trompete), Avelino Romero (bandoneon), Maria Accioly (voz), Clara Lira (voz), Roberta Keller (voz) e do próprio Bryan Holmes (guitarra, baixo e eletrônica).

Atualmente, o artista prepara um clipe para a Magnífica Máquina Maldita e uma versão física do álbum. Eduardo também planeja levar o projeto aos palcos no segundo semestre deste ano.

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