Crédito: Willian Klimpel

Nessa época de folia, a cantora e compositora não binária Siamese liberou a faixa “Fogosa 2.2”, que serve como Hino do Bloco Fogosa, o primeiro da diversidade Queer a desfilar na Programação Oficial do Tradicional Carnaval de Curitiba desde 2018.

“A música ficou totalmente diferente, com uma cara atual, dançante e uma sonoridade bem característica da nossa região. Senti a necessidade de regravar os vocais para chegar na intenção que a nova produção musical pedia, apostei em texturas marcantes e vocais potentes que são características do rock,” conta a artista sobre o single que ganhou um vídeo com coreografia.

Siamese estreou em 2017 com o EP autoral Som do Grave e, no ano seguinte, realizou o show de abertura da rapper americana Azealia Banks no espaço Selfie Brasil, em Curitiba.

Já em 2019, a cantora paranaense lançou o EP Overdose com participações de Boombeat, Danna Lisboa e do trio Tuyo e, mais recentemente, divulgou o single “Vibração” em parceria com os DJ’s Azure G e Sydney Sousa.

Juliane Hooper

foto: Evandro Feliciano

A cantora e compositora Juliane Hooper estreou sua carreira autoral ao liberar a faixa “Soulless”, que chega acompanhada de um clipe dirigindo por Rodrigo Pysi. O vídeo foi gravado em uma casa e mostra a artista após um ensaio fotográfico.

“’Soulless’ não representa necessariamente como me sinto o tempo todo, mas um sentimento que vai e vem com frequência, um sentimento de não pertencer a lugar algum e nunca se sentir em casa,” conta Juliane, que deve lançar seu EP ainda neste primeiro semestre.

Michelle Marques

Michelle Marques
foto: Tomás Gomes

A guitarrista mineira Michelle Marques estreou recentemente como cantora com o EP Nenhum Pedaço Meu. Gravado ao vivo, o trabalho autoral reúne as suas principais influências, que passam pelo Blues, Folk e Rock, e fala sobre amores e desamores através de letras bem reveladoras.

“Trago experiências pessoais e íntimas – a relação entre duas mulheres que abarca o corpo feminino e o sexo, separação e amor – para essas músicas de forma que me apresentassem pro mundo como alguém que queira cantar as próprias canções, já que antes essa posição sempre era dada a outra vocalista. Quero mostrar uma imagem mais crua e mais vulnerável através da experiência de liderar uma banda pela primeira vez e também compor as próprias músicas,” explica a artista, que antes integrava a banda Taboo.

Nas gravações do compacto, Michelle foi acompanhada por Matheus Leite na bateria, Hugo Silva no baixo e Renê Veloso na gaita.

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