Edward Norton e Meat Loaf em Clube da Luta

Essa semana recebemos todos com tristeza a notícia da morte de Meat Loaf.

Além de ícone do Rock And Roll, principalmente por causa da trilogia Bat Out Of Hell, o músico e ator teve papeis marcantes no cinema e um deles, definitivamente, é o que interpretou no clássico Clube da Luta.

Na ocasião, o artista foi responsável por dar vida a Robert “Bob” Paulson, personagem pra lá de icônico que tornou-se um dos favoritos do longa estrelado por Edward Norton e Brad Pitt. Na trama, ele é um ex-fisiculturista que desenvolveu um câncer nos testículos, além de peitos grandes, por causa do abuso de anabolizantes esteroides.

Após a passagem do norte-americano aos 74 anos de idade, Norton compartilhou mensagens emocionadas no Twitter, onde também publicou uma foto dos dois em uma das mais marcantes cenas de Clube da Luta.

Por lá, ele escreveu:

Eu não guardo fotos de filmes em casa. Mas eu tenho essa aqui no meu escritório em uma moldura porque ela me faz abrir um sorriso toda vez. Está escrito ‘Amor e Abraços, Meat’, e isso resume ele bem. Ele era tão engraçado. E gentil. E caloroso com todo mundo. Uma alma doce. Descanse em paz Meat Loaf.

Edward Norton e Meat Loaf

Respondendo a própria mensagem, Ed Norton postou outra foto do filme (veja abaixo) e complementou:

Para nós ele será para sempre ‘Bob’. Aqueles foram meses maravilhosos de risadas e irreverência. A coisa mais difícil ao se trabalhar com Meat era passar por qualquer um desses momentos ridículos sem dar risada. Ele deitado na mesa se fingindo de morto e depois gritando alguma música do [Led] Zeppelin. Bons tempos.

Clube da Luta

Dirigido por David Fincher, o filme foi lançado em 10 de Setembro de 1999 e rapidamente ganhou status de cult entre apaixonados pelo cinema.

Através de um clube sobre o qual obviamente não podemos falar, o filme faz críticas sociais e mostra pessoas com imensas dificuldades para se adequarem aos padrões estabelecidos pela sociedade. Além disso, também aborda questões como o consumismo e sua relação com a busca pela felicidade.

Com um tratamento ácido e violento, mas imensamente inteligente, mostra conflitos, relacionamentos, dores e (algumas) alegrias da chamada Geração X, que contempla aqueles nascidos entre o final dos Anos 60 e o começo dos Anos 80.

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