Bryan Behr
Crédito: Victor Michelato
 

O cantor e compositor Bryan Behr disponibilizou recentemente no YouTube o clipe da faixa “Nada Vale o Preço”.

O vídeo, dirigido por Juliano Cortuah junto com o próprio artista, mostra Bryan dentro de um galpão iluminado pela luz do Sol que atravessa as janelas. Em determinado momento, ele picha um espelho e depois aparece acompanhado por sua banda.

“’Nada Vale o Preço’ é a música mais diferente que eu já fiz, o arranjo é pesado, a letra é introspectiva, o clipe também vai ser uma novidade perto dos outros. No vídeo eu interpreto a faixa com outros músicos e é a primeira vez que faço isso, e ele inteiro é muito simbólico, repleto de detalhes. Na interpretação, nos elementos, tudo quer dizer alguma coisa, gravamos dentro de um galpão vazio, vários momentos eu estava ali sozinho interpretando com um espelho, o que conversa com a letra, de se olhar, compreender os porquês de fazer certas coisas. Esse clipe é cheio de significados e vale muito a pena conferir, várias vezes, para entender tudo que está rolando ali dentro,” conta Bryan.

Este é o primeiro lançamento do EP Capítulo 2, que dará sequência ao compacto Capítulo 1, liberado neste ano.

Hodolpho Braga

Hodolpho Braga
foto: divulgação

Guitarrista das bandas Pink Big Balls, Franciscos e Varal Estrela, o músico Hodolpho Braga divulgou o clipe de “Mato Mato”.

A letra gira em torno do desmonte das políticas ambientais brasileiras nos últimos anos sob o comando do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Diante da destruição de áreas até então preservadas e a ameaça às terras de povos indígenas e originários, o artista sentiu a necessidade de se posicionar.

“A gente sabe que toda arte é política em alguma medida, e isso ficou mais claro nesses últimos 2 anos. O momento atual é de tensão, de perseguição a opositores, e pode ser assustador se manifestar publicamente e se revoltar contra o governo, temendo as consequências disso. Mas é necessário se quisermos continuar tendo voz nos próximos anos,” opina Hodolpho, que contou com a participação do Pederneiras.

Padovani’s Death

Padovani's Death
foto: divulgação

O cantor e compositor Guilherme Padovani, através do projeto solo Padovani’s Death, lançou nas plataformas digitais o álbum A Placid Hurry.

O disco apresenta oito faixas cantadas em inglês, incluindo o single “Make It or Die Trying”, divulgado anteriormente.

Alisson Camargo

Alisson Camargo
foto: Nicolas Pedrozo Salazar

O cantor, compositor e violonista paranaense Alisson Camargo lançou nas plataformas de streaming o EP Amores Cores e Flores.

Também disponível em formato físico, o compacto reúne seis composições e uma versão em inglês da música-título do trabalho.

Gravado ao longo de 2020 no Estúdio Jardim Piralinda com co-produção de Luiz Vinicius, o material traz uma arte própria para cada canção criada especialmente por seis artistas visuais.

“Quero que, de alguma maneira, a mensagem que minha música carrega agregue algo positivo na vida de cada um que a ouvir. Que emocione, que faça rir, que represente algo, que possa de alguma maneira gerar reflexões e mudanças,” comenta Alisson, que acredita na função social da música.

Charme Chulo

Charme Chulo
foto: divulgação

A Charme Chulo divulgou o clipe da faixa “Nem a saudade”, que vai compor o quarto disco da banda, com previsão de lançamento para este mês de Setembro.

O novo álbum foi financiado pelo próprio público através de uma campanha de venda de camisetas personalizadas do grupo — ação incentivada pela Tuyo, bem como pelo multi-instrumentista carioca Sérgio Britto, dos Titãs, e pelo ator Alexandre Nero, natural da capital paranaense.

Mariá Portugal

Maria Portugal
foto: Kristina Zalesskaya

A cantora e compositora Mariá Portugal lançou o clipe da música “CHEIO/VAZIO”, primeira faixa do álbum EROSÃO. O vídeo foi realizado pela designer de luz brasileira Anna Turra.

“O arranjo de CHEIO/VAZIO me provocou a criar uma peça audiovisual em um processo espontâneo, permitindo diversão na concepção, no sentido de mergulhar na timeline com algumas premissas, mas também me deixar desviar e brincar com aquilo que os gráficos e o som iam sugerindo,” conta Mariá.