RROCHA dialoga com diversas esferas em
Foto: Camila Cornelsen / Divulgação
 

Em seu primeiro trabalho solo, intitulado Conterrâneos Estrangeiros, RROCHA decidiu levar sua arte para as mais diversas plataformas que o contemplasse.

Dessa forma, o artista lança essa primeira empreitada em um EP, um livro e também um filme. Nesse contexto, ele explica a importância da música na forma em que encontra para canalizar sua arte:

Procurei buscar a minha identidade através da troca e da expressão artística em algo que me faça novo. Unir tudo que me representa em forma de música, filme, livro, beat, o que for, e apenas ser e estar presente comigo ali, livre. Mas sempre soube que não importa onde e como, seja no palco tocando, seja na rua filmando, seja em um festival, seja fotografando outros artistas que admiro, foi a música que me trouxe e me traz diariamente até aqui. A busca por ela nunca cessou, e a vontade de tocar (de dentro) pra fora já transbordou faz tempo.

O EP foi gravado no começo de 2019, entre Los Angeles, Rio de Janeiro e São Paulo e conta com 6 faixas. As participações especiais ficam por conta de Zudizilla, principal nome atual do rap gaúcho na canção “De Que Lado“, e do também rapper Ramonzin em “Menino“.

Já o livro vai trazer referências do universo dos zines de arte, trazendo fotos e ensaios de cada faixa do projeto e contos que se conectam com as letras (e as próprias letras das músicas), compondo uma narrativa.

Além disso, também há relatos da gravação do disco e imagens dos 4 clipes realizados em Pelotas, no interior gaúcho, e na comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro, que até o final do ano serão reunidos numa única narrativa em formato de filme, com direção e roteiro de RROCHA, Antônio Torriani e Gabriela Mo.

 
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