Corey Taylor com o Stone Sour
Foto: Reprodução / YouTube
 

Sem dúvida alguma, IOWA, disco lançado pelo Slipknot em 2001, é um dos mais importantes da carreira do grupo, catapultado ao sucesso a partir de então.

Na nova edição da Metal Hammer, o disco que completa 20 anos do seu lançamento é homenageado pela publicação e o vocalista Corey Taylor recebeu a incumbência de comentar a história por trás de cada faixa do trabalho.

Confira a seguir e aproveite para relembrar esse clássico dos anos 2000 em seguida:

“(515)”

Esta é a parte de Sid (Willson) cortada de ‘People = Shit’. Ele gravou depois que seu avô faleceu. Você pode ouvir. Quero dizer, é tão gutural e emotivo. Eu fico arrepiado quando penso a respeito.

“People = Shit”

Uma das poucas músicas que nós escrevemos na estrada durante a turnê do primeiro álbum. É algo que a gente tem usado quase como um mantra. Então quando a gente escreveu, soou quase como um hino.

“Disasterpiece”

‘Disasterpiece’ é a minha preferida para tocar ao vivo. É tão pesada, tão obscura e eu me sinto muito orgulhoso do fato do primeiro verso ter sido votado (em algum lugar) como a pior letra de 2001.

“My Plague”

Eu havia acabado de criar a melodia para o refrão da canção quando eu tive laringite. Eu não conseguia cantar porque eu não tinha voz. Eu segurei o papel e comecei a fingir que estava falando a letra, só balbuciando, e os caras ficaram tipo, ‘O que ele está fazendo?’

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“Everything Ends”

Por um bom tempo ela foi conhecida apenas como ‘The Misfit Riff’. Este refrão era bastante melódico, mas [o produtor] Ross (Robinson) achou que teria mais impacto se eu gritasse.

“The Heretic Anthem”

Ela foi originalmente intitulada ‘The Heretic Song’. Existem alguns singles por aí com este outro nome. Depois Joey (Jordinson) ficou tipo, ‘Eu acho que a gente deveria chamá-la de ‘The Heretic Anthem’.

 

“Gently”

‘Gently’ era para ter sido originalmente integrada ao primeiro álbum. A versão que está no ‘Iowa’ é bem mais pesada, fria, um pouco diabólica e o Shawn (Palhaço) Crahan escreveu a letra.

“Left Behind”

‘Left Behind’ era algo antigo que a gente reconfigurou e reformulou. Eu escrevi a letra e fiz minha própria parada com isso e o refrão realmente veio sozinho muito bem.

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“The Shape”

Eu estava tendo dificuldades para saber o que fazer com o refrão. Eu tinha que gritar, mas eu sentia como um vazio. Vir com a melodia foi como se tudo se preenchesse para mim.

“I Am Hated”

Ross era aquele que queria que eu soasse um pouco mais diabólico e mais limpo. Então nós terminaríamos com a parada pesada, até que chegasse o refrão.

 

“Skin Ticket”

Eu me lembro de assistir ao Palahço fazer aquele riff com o Mick (Thomson), e então Mick pegou ele e o Jim (Root) realmente fez acontecer. A gente estava tentando fazer algo meio ‘Tattered & Torn’ (música do álbum de estreia), mas virou algo tão mais pesado.

 

“New Abortion”

Eu tinha o nome e quando eles começaram a tocar para mim, eu sabia que esta seria ‘New Abortion’. O refrão era tipo uma unificação – todos nós abraçando a ideia de que nós estávamos mortos mesmo antes de nascermos.

“Metabolic”

Por muito tempo, nós mantivemos ‘Metabolic’ longe das apresentações ao vivo. Então nós tocamos para eles e a plateia ficou tipo, ‘OK, legal’. E nós reagimos tipo, ‘cuzões do caralho’.

“Iowa”

Iowa foi uma experiência tão tribal. Eu consigo me lembrar de nós naquele estúdio, nós só tocamos duas vezes. O que você ouve é a gravação da performance ao vivo. Eu gravei os vocais pelado, completamente fodido.

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