Ozzy Osbourne Documentário
Reprodução/Vimeo
 

Ex-baterista do Black Sabbath e da carreira solo de Ozzy OsbourneTommy Clufetos só tem elogios para falar do antigo “chefe”.

Conversando com o MisplacedStraws.com (via Blabbermouth), Clufetos comentou que foi uma missão duríssima substituir Bill Ward na turnê final do Sabbath, algo que se tornou mais evidente ao entender como funcionava a relação entre os membros e o quanto cada um dos músicos se dedicava totalmente ao trabalho — inclusive Ozzy, que foi chamado de “melhor frontman” por Tommy:

Eu nunca estive em uma banda onde havia três outros caras como eu, e eu não estou me comparando, mas eu de fato fiz o que se esperava. Nós todos estávamos ali no palco entregando 110%.

E quando eles fazem um show… Muitas vezes quando eu faço turnês com outros caras, eles ficam no celular ou estão tirando fotos ou estão saindo com seus amigos antes ou depois [dos shows] ou qualquer coisa assim; há todas essas distrações. Duas horas e meia antes do show, eu não falo com ninguém. Eu estou no camarim me preparando para a apresentação, e eles também são assim. E isso me faz pensar, ‘Uau, eu estou fazendo exatamente a coisa certa. Eu não sou idiota.’

Eu estou fazendo o que os melhores devem fazer, e isso é entregar 110% o tempo todo, e eles fazem isso. O Ozzy é tão profissional. Ele faz seus aquecimentos vocais. Ele é um dos melhores frontmen — ele é o maior frontman com quem eu já trabalhei. Ele consegue manipular o público como ninguém. Digo, ele tem o magnetismo, pra mim, de um Elvis Presley do mundo do Heavy Metal. Ele realmente tem. Ele sai lá e ele sorri e ele já conquistou todo mundo antes de dizer qualquer palavra.

E isso não é pra diminuir os seus incríveis vocais, pelos quais ele muitas vezes não recebe os devidos créditos. O Tony Iommi toca com uma concentração tão grande que ele fica suando só de tanto focar. E o Geezer Butler é um dos maiores baixistas que já andou pela Terra. É ele, é o John Paul Jones, é o James Jamerson, e só há um punhado desses caras. E eu pude tocar com esses caras, então, que prazer.

Que respeito, hein? Por aqui, não ousamos discordar quando se fala dessa verdadeira lenda viva!

 
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