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Kodak Black se declara culpado por assédio para evitar pena de agressão sexual

Rapper deixou a prisão em 2020 após perdão concedido por Donald Trump

Kodak Black
Foto via Wikimedia Commons
 

O rapper Bill Kapri, mais conhecido como Kodak Black, se declarou culpado de assédio sexual em primeiro grau perante um tribunal do condado de Florence, na Carolina do Sul (EUA).

As informações são do The Post and Courier. Inicialmente, ele foi acusado de agressão sexual contra uma adolescente em 2016 mas, incentivado pela oportunidade de reduzir sua pena, topou um acordo para ser enquadrado no crime de assédio sexual.

Black corria o risco de encarar uma sentença de 30 anos de prisão e, como parte do que foi negociado na corte, ele precisa se desculpar perante a vítima, se responsabilizar por tudo o que aconteceu e buscar aconselhamento profissional.

 

“Eu peço desculpa pelo que aconteceu. Eu estou esperançoso que nós possamos seguir em frente. Eu desejo o melhor para a vida dela,” disse o rapper para a vítima, que assistiu à audiência online.

O caso

Kodak Black foi acusado de agressão sexual quando esteve no Condado de Florence para uma apresentação em Fevereiro de 2016. A vítima afirmou que o músico agarrou seus seios e pescoço contra sua vontade.

Em Dezembro daquele ano, o rapper pagou uma fiança de U$100 mil (aproximadamente R$533 mil), mas a acusação vingou cinco meses depois.

Esta não foi a primeira vez que Black esteve envolvido em um caso de Justiça. O rapper cumpriu metade da pena de três anos em uma prisão federal por falsificação de documentos com o intuito de comprar armas em Miami.

O crime foi perdoado pelo presidente Donald Trump em seu último dia de mandato e, por isso, Kodak teve sua liberdade decretada antes da conclusão da pena.

 

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