Mark Zuckerberg e Donald Trump
Fotos via Wikimedia Commons
 

O fim da linha está chegando para Donald Trump, em diversos sentidos.

O atual presidente dos EUA será obrigado a deixar o cargo no dia 20 de Janeiro — mesmo contra a sua vontade — após ter sido derrotado por Joe Biden nas eleições de 2020 e, com isso, as redes sociais já estão passando a tomar atitudes mais sérias com relação às suas publicações.

Sem o medo de sofrerem sanções do mandatário, o Facebook foi o primeiro a tomar uma decisão mais forte. Em um post de Mark Zuckerberg, CEO da plataforma, soubemos que as restrições da rede à conta de Trump durarão até o fim de seu mandato e possivelmente serão estendidas para sempre.

Como reportou a CNN dos EUA, Zuckerberg escreveu:

Nós acreditamos que os riscos de permitir que o Presidente continue usando o nosso serviço durante esse período são simplesmente grandes demais. Por isso, estamos estendendo o bloqueio que colocamos em suas contas do Facebook e Instagram indefinidamente e pelo menos pelas duas próximas semanas até que a transição pacífica de poder esteja completa.

Donald Trump e redes sociais

O Twitter também tomou providências contra a disseminação de fake news do presidente.

A rede social preferida do mandatário apagou um vídeo em que ele declarava apoio aos invasores do Capitólio, ainda que pedisse que eles voltassem para casa, e deixou um aviso para que ele deletasse outras publicações.

CNN informa que Trump parece ter cumprido as ordens da plataforma e deve recuperar sua conta nos próximos dias, talvez até mesmo nesta quinta-feira (7). No entanto, a rede social já avisou que “violações futuras” poderão resultar na “suspensão permanente” da conta de Donald.

Esperamos que o combate às fake news e à disseminação de informações falsas continue da melhor forma possível e se estenda também para outros países como o Brasil, que constantemente parece ser esquecido pelas plataformas.