Stephen Carpenter (Deftones)
 

Stephen Carpenter, guitarrista do Deftones, está cheio de teorias da conspiração para entreter seu dia. Ou, de repente, até pra te levar para algum dos lados mais bizarros do entendimento do mundo.

Vamos começar pelo básico: para Carpenter, a Terra é plana. Bom, não necessariamente, mas ele garante que “não vivemos em uma bola espacial flutuante, girando por aí”. Em uma entrevista com o Tin Foil Hat With Sam Tripoli (transcrita pelo The PRP), o músico afirmou:

Os termos mais simples para a minha perspectiva com a Terra plana são simplesmente, eu sei que nós não estamos em uma bola giratória, flutuante. Agora, o que isso realmente é e tudo isso e, e a qual profundidade isso vai, isso ainda vai ser descoberto e as pessoas estão trabalhando nessas coisas.

E é só empolgante, sabe, vendo de uma… é uma perspectiva muito mais clara uma vez que você reconhece isso, porque é algo que é claro e está em todo lugar. E você só tem que, sabe, entender o que você está olhando. E aí, digo, você não sente isso. Digo, se você está andando em uma esteira, a menos de 1km/h, e eu tirar da tomada, você vai sentir isso.

[…]

Quando você descobre pela primeira vez sobre a Terra plana, pelo menos quando eu fiz isso, eu aprendi sobre toda aquela merda de dinossauros não existirem, não tem nada nuclear e tudo mais. Digo, literalmente você só começa a cair no buraco. Ah meu Deus, tem tanta merda falsa. E só continua acontecendo, sabe?

[Uma vez que] eu percebi que não havia um lugar como o espaço e nós estamos nesse, sabe, ambiente criado, se podemos dizer assim, isso mudou tudo. Eu imediatamente perdi todo o medo do espaço. Tipo, eu não tenho medo de nós sermos atacados por um asteróide ou um meteoro, cometa, planeta, nenhuma chama solar, nada dessas porras de diabos do espaço vai te atacar.

Pois é. No mesmo papo, ele ainda admite que foi um amigo quem o convenceu de tudo isso depois de inúmeras tentativas e de enviar vários documentários; ele “percebeu a verdade” após assistir um enquanto lavava roupas e fazia tarefas domésticas, acreditando que aquilo era justamente “a Matrix” tentando distrai-lo para que ele não prestasse atenção na verdade.

Stephen Carpenter e teorias da conspiração

No mesmo papo, Stephen também fala sobre acreditar na famigerada “teoria da simulação” — basicamente, estaríamos vivendo em uma simulação, em uma “Matrix” por assim dizer. Ele explica sua perspectiva:

Se você quer chamar de simulação, tudo bem, ser uma simulação ainda implica que você não está na bola flutuante, giratória, isso é alguma outra merda, certo? E eu só estou dizendo. Eu só estou dizendo que você sabe, aqui na Matrix onde estamos, há uma realidade e há a Matrix, certo?

A Terra plana é fora da Matrix, quando você está na Matrix, você tem todos os tipos de versões do que você acha que ela é, mas não é. É um plano de existência plano, sem movimento. E eu não sei, eu posso debater isso pra sempre, mas nunca vai mudar o fato de que é o que é. Me entende? E é por isso que eu estava dizendo…

Inicialmente eu disse, sabe, é bastante difícil, depois que você sabe disso, porque você está fora da Matrix. Na Matrix, você sabe, a maioria ainda está na Matrix, então é difícil efetivamente falar com as pessoas que querem ter conversas sérias sobre assuntos que elas acham que sabem sobre mas elas não sabem, porque elas não estão na realidade de verdade.

Pra fechar com chave de ouro, vacinas: segundo Carpenter, “nunca houve uma única vacina que funcionou, jamais”, e “todas são venenos” que você nunca consegue tirar do corpo. Ao ser questionado sobre o fato de termos uma vacina que praticamente erradicou a poliomielite, ele respondeu:

Nós nunca a erradicamos. Foi… nós nunca aprendemos, na verdade… eu fico grato pela COVID, por me ensinar a teoria de germes real, e que o vírus é algo que o corpo cria. Você não é capaz de pegar o vírus de alguém. Você desenvolve vírus porque você tem algum tipo de veneno ou toxina dentro de você. E aí são as suas células envenenadas e ‘toxinadas’ secretando o vírus para limpá-los do corpo.

Digo, nós acabamos de… nós fomos detonados na cabeça desde o primeiro pulo. Não só nós mas nossos pais, os pais deles e seus avós. Só tem sido isso, a corrente de destruição mental tem sido eterna. E para colocar de maneira simples, dividir e conquistar, porque nós, nós somos divididos separadamente no cérebro, sabe, boa sorte a todos.

Bom, é isso. Esperamos que seja mais uma das famosas “zoeiras” de Carpenter, que é conhecido por sempre pregar umas peças em entrevistas e outros papos, mas talvez dessa vez o cara tenha ido um pouco longe demais…

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