Jup do Bairro e Linn da Quebrada em
Foto por Gabriel Renné e arte por Kako Arancibia
 

Linn da Quebrada e Jup do Bairro estão frente a frente duelando como personagens de videogame no clipe-game da nova faixa “Bixa Preta Pt. 2”. A canção traz produção de Sanvtto e fez parte do segundo volume de PAJUBÁ REMIX, que chegou no início do ano.

No clipe inspirado por jogos como Mario, GTA, Street Fighter e Mortal Kombat, as duas artistas deixam de lado a relação da vida real como amigas pessoas e parceiras de longa data para esse duelo icônico. Confira a seguir!

Recayd Mob e MC Rick

Sempre ótimo, o Recayd Mob voltou há poucos dias com a nova “Desce Novinha”, com participação do mineiro MC Rick. Unindo o Trap e o Funk sob uma estética que aproxima os dois gêneros, o grupo mostra por que é um dos melhores do país atualmente e o produtor Lucas Spike também caprichou na batida. Falando sobre a parceria com Rick, Dfideliz garantiu que foi “uma parada de energia” a sintonia entre as partes. Confira!

MHRAP

Um dos grandes nomes do Rap Geek e criador do termo Style Trap, MHRAP está de volta com a nova “Tipo Kira”. Com produção de Sidney Scaccio, a faixa vem inspirada no personagem do anime Death Note, e tem um clipe totalmente alinhado a essa união estética entre o som do Trap e o visual anime.

Kunumí MC

Aclamado pelo sucesso do clipe de “Xondaro Ka’aguy Reguá”, o rapper Kunumí MC foi escalado pelo Programa Convida, do Instituto Moreira Salles, para dirigir o seu próprio vídeo para “Moradia de Deus” e mostrar a realidade indígena através do Rap. A canção celebra a simplicidade da vida em Aldeia, na floresta, que ele descreve como a moradia de Deus.

Você pode assistir pelo vídeo abaixo, e as imagens foram captadas pelo próprio Kunumí além de sua companheira, Kamila, do irmão DJ Tupan e do pai Olívio Jekupé, este último autor da poesia de abertura.

Natalhão e Azzy

Em parceria com Azzy, a rapper Natalhão volta a explorar a pluralidade e diversidade do Rap carioca em “Apocalipse”, faixa com produção de U.GOT. A escolha de Azzy foi justificada pela admiração mútua entre as artistas, além de possibilitar a saída de um formato tradicional do Rap para um que traz diversos elementos orgânicos, como instrumentos de corda e percussão.