David Gilmour (Pink Floyd) e David Bowie
   

Além de ter sido um dos maiores artistas de todos os tempos, David Bowie também ficou conhecido por conta do seu carisma e, é claro, muito bom gosto.

O músico britânico que nos deixou em 2016 aos 69 anos de idade sempre se conectou a outros grandes nomes da arte e esse vídeo aqui deixa tudo isso bastante claro.

Nele, Bowie aparece brincando e dizendo que irá envergonhar David Gilmour, lendário integrante do Pink Floyd, que aparece no backstage de um encontro que pode ser visto ao final do post.

Bowie começa dizendo que é um grande fã de Pink Floyd e revela, então:

Eu sou um grande fã.

Foi… Na verdade o David pode ficar e ouvir essa história. Eu irei envergonhá-lo, mas a primeira vez que eu vi a banda foi quando meus pais me arrastaram para um show quando eu tinha seis ou sete anos de idade.

Eu os vi no Marquee, eu acho…

Gilmour interrompe então, assustado com a idade, e pergunta: “seis ou sete anos?”, Bowie respondeu com “eu acho que é por aí”, então o outro David diz, “eu acho que não!”

Bowie continua:

Então, na verdade, a culpa é toda dos meus pais em relação a esse grande amor que eu tenho pelo Floyd.

David Bowie e David Gilmour

Em um momento pra lá de carinhoso, os dois se abraçam mas Gilmour não dá o braço a torcer e diz que acha que Bowie está exagerando na idade, então o contador da história volta atrás:

Tá bom, eu tinha dez anos. Eu tinha cerca de 10 anos de idade.

Fazendo As Contas

É claro que o lendário Bowie estava brincando, já que ele nasceu em 1947 e, mesmo se tivesse 10 anos de idade, teria contado uma história de 1957, sendo que o Pink Floyd só seria formado em 1965, quando Bowie já estava com 18.

Aparentemente, o amor todo revelado na história é verdadeiro, e o que rolou foi apenas uma vontade de sacanear com Gilmour, sendo que ele nasceu em Março de 1946, menos de um ano antes de Bowie, nascido em Janeiro do ano seguinte.

Você pode assistir ao vídeo logo abaixo, bem como relembrar o dia em que os dois se encontraram para uma performance belíssima de “Comfortably Numb”.

 
 
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