Felipe Neto e Jair Bolsonaro
Fotos via Reprodução/Twitter e Wikimedia Commons
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Todo ano, a revista Time divulga seu ranking de pessoas mais influentes do mundo. Em 2020, apenas dois brasileiros entraram na lista: Felipe Neto Jair Bolsonaro.

O primeiro fez a sua estreia na publicação, se tornando apenas o 11º a aparecer por lá. Como falou em seu próprio Instagram, ele se juntou a 3 presidentes da república (LulaDilma Rousseff e o próprio Jair Bolsonaro, único brasileiro presente em 2019), 1 ministro do STF (Joaquim Barbosa), 3 mega executivos (Eike BatistaGraça Foster e Jorge Paulo Lemann), 2 atletas (Gabriel Medina Neymar) e 1 juiz (Sérgio Moro).

Ele também falou que não faz “a mínima ideia da real dimensão disso” e que também não sabe “o tamanho do que me cerca”, finalizando dizendo que espera “nunca realmente saber” ainda que tenha garantido “continuar lutando pela democracia, pela ciência, contra os negacionistas e obscurantistas” e prometido “continuar tratando com muita responsabilidade o tamanho da influência que eu sei que tenho”.

Você pode ver a publicação em que Neto comenta esse acontecimento logo abaixo. Atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro não se pronunciou sobre esse feito até o momento de publicação desta matéria.

Felipe Neto e a lista das 100 figuras mais influentes da Time

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Oi… Eu fui eleito pela TIME como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Apenas outros 10 brasileiros já apareceram nessa lista até hoje. 3 Presidentes da República (Lula, Dilma e Jair), 1 Ministro do STF (Joaquim Barbosa), 3 mega executivos (Eike Batista, Graça Foster e Jorge Paulo Lemann), 2 atletas (Medina e Neymar) e 1 juiz (Sérgio Moro) compuseram essa lista até hoje. Hoje, pela primeira vez, um youtuber brasileiro surgiu na lista. Eu não faço a mínima ideia da real dimensão disso, mas prometo que vou continuar tratando com muita responsabilidade o tamanho da influência que eu sei que tenho. Vou continuar lutando pela democracia, pela ciência, contra os negacionistas e obscurantistas. Continuarei enfrentando o fascismo e defendendo mais justiça, igualdade e inclusão. Contudo, preciso ser sincero, eu não faço a mínima ideia do que se tornou tudo isso. Eu sou só um garoto do Engenho Novo e sinto que a qualquer momento vou acordar no minúsculo quarto que dividi com meu irmão durante quase vinte anos, olhar pro teto, suspirar e dizer: “que pena, foi só um sonho”. Eu não sei o tamanho do que me cerca. E espero nunca realmente saber.

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