Vinheteiro faz crítica ao Funk
Reprodução/Twitter
 

O YouTuber e músico brasileiro Vinheteiro, conhecido por suas performances no piano, resolveu usar o Twitter para fazer uma piadinha com o sucesso do Funk nas paradas pelo Brasil e entrou nos assuntos mais comentados da plataforma.

Com uma privada na mão em um cenário que parece ser uma obra, o auto-intitulado “pai da música clássica brasileira” aponta para o interior do objeto e diz: “aqui dentro, está a música brasileira”.

Ele completa falando que “está cheio de Funk aqui dentro”, em uma comparação do gênero com dejetos humanos e, em seguida, finaliza a crítica jogando o item da janela, o qual se estilhaça ao chegar ao chão — “olha o que eu faço com a música brasileira”, avisa pouco antes do arremesso.

Na legenda do post, o músico ainda afirma que “o funk é um gênero musical que não respeita o ouvido do brasileiro”, como você pode ver abaixo.

Continua após o Tweet

Vinheteiro faz crítica ao Funk

Naturalmente, as reações à postagem do cara foram bem divididas. Enquanto grande parte de seus seguidores agradeceram pela publicação, com alguns inclusive dizendo que “ainda bem que existem músicos com você nesse país”, o assunto trouxe opiniões externas por ter viralizado na rede social.

Isso incluiu alguns xingamentos ao Vinheteiro, como um usuário que o definiu como “machão leite com pera” e outro que comparou a situação com sua própria experiência de quando tinha 15 anos e achava que “apenas o MEU gosto musical é válido”.

Em outro Tweet, o YouTuber ironizou a situação e disse que estava sendo “cancelado”; as respostas também se dividiram, com alguns dizendo que “pra ser cancelado tem que ser alguém” e outros ressaltando seus feitos enquanto músico e justificando que ele tem “propriedade para opinar na área em que é especialista”.

Você pode ver alguns dos posts abaixo, mas o fato é que o músico aparenta ter um complexo de superioridade — até por ter aproveitado o viral para promover seu podcast “para [quem quiser] ficar mais inteligente” — e uma notável incapacidade de compreender a cultura produzida e consumida fora de sua bolha elitizada.

Uma pena.

 
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