John Lennon e seu assassino, Mark David Chapman
Foto: Paul Goresh
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Mark David Chapman, sujeito que entrou na história por um dos piores motivos, não sairá da prisão.

O assassino do lendário John Lennon havia entrado com pedido de liberdade condicional pela décima primeira vez e, também pela décima primeira vez, teve uma resposta negativa.

As informações são do The New York Daily News, que dizem que o mais recente pedido foi feito em 19 de Agosto, e a primeira vez que ele pôde fazê-lo foi em 2000, 20 anos após o crime cometido em 18 de Dezembro de 1980 em Nova York. Sua sentença foi justamente de 20 anos até prisão perpétua, dependendo de decisões futuras.

No passado, Mark havia dito que gostaria de ser solto porque “encontrou Jesus” e sentia “cada vez mais vergonha de suas ações”.

Quando questionada, a viúva de um dos integrantes dos Beatles, Yoko Ono, disse que temia pela segurança da família caso o assassino fosse solto.

Agora, os responsáveis pela análise do pedido voltaram a achar que ele não fazia sentido e chegaram à conclusão de que sua soltura seria “incompatível com o bem-estar e a segurança da sociedade”:

Além disso, alguém poderia tentar ou conseguir machucar Chapman por raiva e/ou vingança.

Em Agosto de 2022 ele poderá entrar com um novo pedido de liberdade condicional.

Lá, Mark David Chapman terá 67 anos de idade. Ele foi preso com 25.

Assassinato de John Lennon

Vale lembrar que o crime aconteceu na região do Central Park, à frente do prédio onde o britânico John Lennon vivia em Nova York.

Após três meses de planejamento, o fã de Beatles resolveu matar seu ídolo por motivos religiosos, já que não havia gostado da declaração de Lennon falando sobre como “os Beatles eram maiores que Jesus”.

Seis horas antes do crime brutal, Chapman se encontrou com John Lennon e pediu para que ele autografasse uma cópia do disco Double Fantasy, o que foi feito.

Quando Lennon e Yoko voltaram para casa após irem a um estúdio, Mark ainda estava lá e disparou 5 tiros contra o músico, sendo que quatro o atingiram.

 
 
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