Dave Grohl (Foo Fighters)
Foto por Stephanie Hahne
 

Dave Grohl chegou à fama como baterista do Nirvana, e esse pedaço do seu currículo nunca vai ser esquecido pelos fãs.

Justamente por isso, quando ele deu início ao Foo Fighters após o falecimento de Kurt Cobain, recebeu uma chuva de críticas. Em entrevista à Mojo (via NME), Grohl contou sobre a reação inicial daqueles que não aceitaram bem a janela de praticamente um ano entre um projeto e outro:

Eles ficaram tipo, ‘Como você ousa estar em uma banda novamente? Sua música é uma merda e aquilo [Nirvana] era uma banda de verdade e você não é.’ É tipo, ‘Você realmente acha que isso vai me parar?’ Só me faz ter mais vontade de fazer isso pra caralho, sabe. Então, você pode continuar falando se quiser mas eu não poderia ligar menos.

Ainda assim, ele admitiu que o efeito contrário também foi bem presente. Os Foos tiveram uma “vantagem”, como ele descreveu:

Eu nunca tive medo de dizer que se não fosse pelo Nirvana, o Foo Fighters não estaria na mesma posição que estamos agora. Nós tivemos uma vantagem assim que demos a largada pois havia um interesse na banda por causa disso. Tipo, é óbvio.

Novo disco do Foo Fighters

Depois de uma série de EPs com raridades no ano passado, o Foo Fighters finalizou seu novo disco de inéditas em 2020. Comemorando 25 anos de banda, Grohl afirmou que o disco “surpreendeu” até os próprios membros.

Ainda segundo o frontman, o novo trabalho irá “juntar os corações de todo mundo” e teve até “participação” de fantasmas. Quem também falou sobre o álbum foi o baterista Taylor Hawkins, descrevendo a obra como “pop fantástico”. O que será que vem por aí?

LEIA TAMBÉM: Dave Grohl toca “My Hero” em homenagem a profissionais da saúde; assista

 
 
Compartilhar