Lady Gaga e a nova fase Chromatica
 

Fãs de Lady Gaga, agora é oficial: o novo disco vem aí.

Chromatica será o sexto álbum da aclamada cantora pop e tem data de lançamento marcada para o dia 10 de Abril.

As informações são da própria cantora que, em entrevista para a rádio Beats 1, disse que as canções e o processo de criação do álbum “a curaram”, e ainda explicou:

Eu acho que o que eu aprendi é que eu posso ver o mundo da forma como eu quiser, e isso não significa apagar as coisas ruins, só significa que eu posso readequar as minhas experiências de vida e readequar a forma como o mundo registra experiências de vida para uma forma que eu amo e acredito, e isso é Chromatica.

Eu vivo em Chromatica, é nesse lugar que eu moro. Eu fui para o meu quadro de vida – eu encontrei a Terra, eu apaguei. A Terra está cancelada. Eu vivo em Chromatica.

Lady Gaga e Chromatica

O novo disco de Gaga é o sucessor de Joanne, lançado em 2016.

Inaugurando essa nova fase, a cantora disponibilizou o single “Stupid Love” na semana passada, com direito a um clipe gravado todo no iPhone.

A respeito da sonoridade do álbum, ela disse:

Definitivamente é dançante… eu coloquei todo meu coração, minhas dores, minhas mensagens de outro mundo que eu ouço… o que elas me dizem para dizer ao mundo e eu coloco tudo isso em música que acredito para ser divertida e cheia de energia. Eu quero que as pessoas dancem e se sintam felizes. Eu gostaria de lançar músicas que um grande pedaço do mundo ouça, e que se torne parte de suas vidas cotidianas e as deixem felizes todos os dias.

O álbum ainda foi gravado no home studio de Lady Gaga que pertenceu a ninguém menos que Frank Zappa:

Nós fizemos boa parte do disco no meu home studio. Eu tenho uma casa onde era o estúdio antigo de Frank Zappa, é um estúdio ao vivo, grande, é lindo. Eu ficava no andar de cima na varanda, fora da cozinha, e [o produtor] Bloodpop chegava e falava, ‘Ok, chega, saia da varanda,’ e eu chorava e dizia, ‘Estou me sentindo miserável, triste, deprimida,’ e ele dizia, ‘eu sei, e vamos fazer música agora,’ aí eu descia e escrevia. O álbum é uma mostra não apenas da forma como você pode readequar o jeito que enxerga o mundo, mas eu prometo e espero, que o amor que estava ao meu redor no processo de criação do álbum seja algo que as outras pessoas sintam, que elas saibam que artisticamente, tipo assim, você sabe como os produtores são, se um cara está trabalhando naquilo, ou uma garota está trabalhando naquilo, eles não querem que ninguém mais trabalhe naquilo, não querem compartilhar, todo mundo fica metido, e não houve nada disso. Essas gravações passaram por tanta gente, houve tantas versões dessas músicas porque todos queríamos que elas fossem perfeitas e literalmente ninguém se importava com o fato de sua impressão digital estar nelas, desde que fosse a coisa mais legal que pudéssemos entregar ao mundo e fizesse sentido, fosse autêntico e completamente com a minha cara.

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