Neil Young em 2006
Foto de Neil Young via Shutterstock
   

Neil Young tem uma notícia boa — mas um pouco mórbida — para dar aos fãs.

Nos últimos dias, o músico respondeu em seu site a carta de um fã que está preocupado com seu tio chamado Eddie, de 76 anos.

O homem tem medo que o tio morra antes de poder ouvir discos nunca lançados de Young, e o cantor revelou compartilhar da mesma preocupação: “hoje em dia os discos são lançados a cada 4 meses ou algo parecido, e alguns dos nossos assinantes como o Tio Eddie são velhos o suficiente para questionar se ainda estarão por aqui quando lançarmos todos os álbuns.”

Em sua resposta, Neil disse estar “em uma corrida contra o tempo”, ainda revelando planos ambiciosos com seu material guardado.

Isso realmente me deixa chateado, então eu tenho conversado com a nossa equipe sobre o lançamento de todos os [álbuns] aqui na NYA [Neil Young Archives] exclusivamente em 2020. Inicialmente, esses álbuns não seriam lançados como CDs ou vinil. Eventualmente eles até podem, mas estariam aqui na NYA exclusivamente nesse meio tempo e existem alguns deles.

Álbuns como Tuscaloosa, Songs for Judy e Roxy: Tonight’s The Night Live já entraram neste esquema, e também foram lançados em outras plataformas. Títulos como Homegrown (1975), Chrome Dreams (1976), Oceanside-Countryside (1977), Island in the Sun (1982) e Toast (2000) ainda estão inacessíveis aos fãs.

Hoje, o preço para ser assinante do NYA é de U$1,99 por mês, mas Young já avisou que pode aumentar esse valor caso seus planos se concretizem. Agora é esperar.

Cidadania americana

O cantor também abriu o jogo sobre o status de sua cidadania americana.

Neil Young é canadense, mas vive nos Estados Unidos há décadas. Apesar disso, ele até agora não conseguiu seu visto como cidadão do país, e o motivo é bastante peculiar.

Segundo Young, seus documentos foram adiados por conta de seu uso da maconha. Pois é. De acordo com o cara, agora ele precisa provar que é um homem “comportado” quando fuma o cigarrinho do capeta, e só assim ele poderá ser um cidadão de “boa moral” no país.

 
 
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