Billy Corgan e Kurt Cobain
Fotos via Shutterstock / Divulgação
 

Mesmo 23 anos após o fato, volta e meia a morte de Kurt Cobain volta à tona e normalmente a conversa vem acompanhada de uma série de teorias da conspiração.

Algumas delas aparecem no filme Soaked In Bleach, de 2015, que diz que a morte não foi suicídio, mas sim assassinato.

Pois bem, recentemente o músico Billy Corgan, líder do Smashing Pumpkins e bastante próximo de nomes envolvidos com o Nirvana, deu uma entrevista para Joe Rogan e foi perguntado sobre o filme, com o repórter querendo saber se ele tinha assistido ao trabalho.

Corgan respondeu (via Alternative Nation):

Não. Muita gente não sabe, mas eu meio que estava por perto durante várias coisas envolvendo esse episódio, então eu sei de muita coisa sobre as quais eu nunca falei. Para mim, assistir a esse tipo de coisa é ver um replay de algo que eu não quero ver novamente. Eu sei que muita coisa não foi gravada com base em fatos porque eu estava lá durante um bom tempo e ninguém conversou comigo a respeito. As pessoas tentaram me pegar em uma sessão de perguntas e respostas com fãs, fizeram perguntas, como se de repente eu fosse falar a respeito.

Rogan diz que o documentário é “muito estranho” e questiona como alguém pode se safar com algo assim, com recriações de cenas que não existiram, e Billy diz:

Isso deveria ser ilegal. Especialmente quando você está abordando um mistério envolvendo um assassinato, dizendo que não foi suicídio. Você está pelo menos jogando a ideia no ar de que pode existir um assassino, e a maneira como você faz isso é fabricando palavras que você nem sabe se foram ditas. É uma completa ficção.

Eu estava lá no antes, meio que no durante e com certeza muito presente no depois, e sei de muita coisa que eu sei que não está em domínio do público, então eu me prendo ao que eu sei.

   
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