Ops mistura crítica social e músicas dançantes em disco de estreia
Foto: Diego Bressani/Divulgação
 

A sociedade brasileira atual e todo o crescente conservadorismo mundial são temas abordados em Não Tá Tudo Bem, primeiro disco do brasiliense Ops.

O artista explica que o álbum é uma nova tentativa de observar as coisas que acontecem ao redor. “Não quero falar sobre a política brasileira, mas sobre uma nova forma de olhar o mundo. Discutir o fato de 1% da população controlar 99% dos recursos da Terra”, disse.

Apesar da temática, os ritmos que permeiam o trabalho são bem dançantes. A partir de sua pesquisa como DJ, Ops buscou trazer sons como zouk, kizomba, tarraxinha, ragga, reggaeton e até um pouco do brega brasileiro. E misturou isso com elementos mais convencionais como o indie rock dos anos 80 e 90, o pós-punk, o krautrock e o shoegaze.

Para a gravação do registro, ele contou com a participação de grandes músicos e artistas brasilienses: Thiago Cunha (bateria), Samyr Aissami (guitarra), Dillo (baixo), Gustavo Dreher (synhts), Esdras Nogueira (flauta transversal, salto alto e sax barítono) e Marcus Moraes (violão).

Não Tá Tudo Bem está se encaminhando para se transformar em um álbum visual. Todas as canções ganharam videoclipes que serão lançados no canal do artista no Youtube.

 
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